Confira um ranking com os 14 jogos da franquia.
Publicado por el_asesino, em .
Nada é verdade; tudo é permitido... mas você pode acompanhar esta lista que classifica os jogos Assassin’s Creed do pior ao melhor e, caso não creia que a posição de cada jogo seja verdade você está permitido(a) em discordá-la (sem fazer hate, por favor).

Os conceitos básicos estabelecidos pelo primeiro Assassin’s Creed permaneceram relativamente inalterados. Pegue pessoas e lugares históricos e traga-os para um grande mundo aberto. Reviva a vida de ancestrais por meio da ciência e de amostras de DNA. Como funciona!? Pare de fazer perguntas e comece a escalar torres.

Embora o formato básico permaneça semelhante, muita coisa mudou. A série começou com Desmond Miles e um grupo de amigos tentando derrubar os templários do mal nos dias modernos, voltando-se para o passado. Mas as coisas dos dias modernos foram deixadas de lado até retornar nos jogos mais recentes. E a série sempre experimentou maneiras às vezes estranhas e às vezes bem-sucedidas de explorar seu universo.

O ranking foi organizado com base na maior nota de cada jogo no Metacritic. As notas foram postas logo abaixo de cada título, e ao lado está a plataforma correspondente à sua avaliação.


14. Assassin’s Creed: Chronicles (2015)
Metacritic: 70 (PS Vita)


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É muito bacana quando os jogos da saga tentam algo novo e diferente, tais como Origins ou Black Flag. Mas às vezes esse experimento pode levar a legítimas bombas. Esse é o caso de Chronicles, que na verdade eram três jogos menores reunidos.

Esses jogos seguem o formato de plataformas 2.5D que pareciam lindos. Infelizmente, eles não são muito divertidos de jogar. Eles parecem desleixados e sem importância. As histórias que contam são boas, mas parecem que funcionaram tão bem quanto uma história em quadrinhos ou um livro. Vale pra contagem os bugs e outros problemas técnicos na época do seu lançamento. Acho que Assassin’s Creed poderia funcionar como um jogo de plataformas 2D, mas esta tentativa não funcionou.

13. Assassin’s Creed III: Liberation (2012)
Metacritic: 70 (PS Vita)


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Liberation era um grande negócio na franquia por ser o primeiro jogo a deixar você jogar como mulher. E era um jogo para o PS Vita, o que era impressionante. Era muito parecido com Assassin’s Creed III, o que era uma coisa boa a meu ver. Mas ser um jogo de portátil o limitava em escopo e jogabilidade.

Não me interpretem mal, o que está aqui é sólido e inspirado. A ideia de usar roupas diferentes para se misturar às diferentes classes sociais foi uma bela reviravolta na dissimulação social que há muito fazia parte da franquia. É uma gamificação do conceito de "passagem", que não é algo com que muitos (se houver) jogos lidem ou incluam. É simplificado e não tratado perfeitamente, mas ainda assim admirável de incluir. Infelizmente, o resto também era simples e limitado - problemas diretamente ligados à plataforma móvel - e a razão pela qual Liberation está tão baixo nesta lista.

12. Assassin’s Creed: Unity (2014)
Metacritic: 72 (XONE)


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Na minha opinião este é, possivelmente, o jogo da franquia que mais gerou controvérsias em seu lançamento. Quando AC: Unity enfim chegou nas mãos dos consumidores, choveram nos fóruns e redes sociais da Ubisoft reclamações sobre o terrível desempenho do jogo em praticamente todas as plataformas (principalmente no PC) em que ele havia sido lançado, e quando falo de desempenho não me refiro somente às quedas de frames mas também aos inúmeros bugs e glitches que atrapalhavam qualquer progresso feito no jogo.

Um jogo lançado com muitos problemas, de fato, mas cabe ressaltar que grande parte deles já foi corrigido e os que sobraram não chegam a ofuscar as qualidades que ele possui. Unity tem um dos mundos abertos mais bonitos e detalhados da geração (senão da história dos videogames), além de apresentar a melhor jogabilidade da saga. A adição de um modo coop, apesar das críticas, foi uma novidade bem recebida e o design das missões da campanha principal é outro ponto a ser elogiado pelo fato de nos conduzir à exploração de toda Paris durante a Revolução Francesa (e após ela, na missão em que escalamos a Torre Eiffel). Talvez o maior erro de Unity tenho sido o seu lançamento prematuro.

11. Assassin’s Creed: Rogue (2014)
Metacritic: 74 (PC)


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AC: Rogue era outro jogo construído na velha tecnologia de Assassin’s Creed III e apresentava muita ação de barco, como o Black Flag, mas sem tantos piratas. E neste ponto, o PS4 e o Xbox One estavam fora do mercado e Unity era o grande, novo e brilhante jogo Assassin’s Creed para a nova geração.

Rogue pode não ser tão bonito, mas apresentava uma lista de personagens bem interessante e uma narrativa consistente. O principal gancho é que você começou como um assassino, mas rapidamente se tornou um templário. Jogar como membro da principal força do mal da franquia foi uma maneira legal de sacudir o que poderia ter parecido uma versão inferior do Black Flag. Ainda parece um título barato e, em comparação com jogos posteriores, parece antigo, mas Rogue não deve ser ignorado. Pode ser uma história paralela, mas é uma boa história que vale a pena conferir.

10. Assassin’s Creed IV: Black Flag - Freedom Cry (2013)
Metacritic: 76 (XONE)


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Black Flag foi excelente, então construir um jogo paralelo sobre essa linha parecia uma boa maneira de acabar com algo bom. E Freedom Cry é bom, mas não apenas por causa de sua tecnologia ou jogabilidade. Foi uma aventura menor, com cerca de quatro horas de duração, e contou a história do que Adéwalé estava fazendo durante sua ausência no Black Flag.

É revelado que o ex-escravo que se tornou assassino estava no Haiti ajudando escravos a derrotar seus senhores, que por acaso eram Templários. Freedom Cry, ao contrário da maioria dos outros jogos do Assassin’s Creed, foi curto e direto. Você mata proprietários de escravos racistas e liberta pessoas que precisam de sua ajuda. Também ajudou a mudar Adéwalé como pessoa, algo que veremos mais tarde em outros jogos e histórias de Assassin’s Creed.

09. Assassin’s Creed: Syndicate (2015)
Metacritic: 78 (XONE)


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Syndicate pegou a tecnologia e a jogabilidade do Unity e construiu um jogo bem emocionante em torno disso. O primeiro jogo da série a permitir que você controle dois assassinos diferentes, Syndicate era mais leve e otimista do que Unity. Ele também continha um mundo mais desenvolvido, no qual você poderia roubar carruagens e iniciar guerras de gangues nas ruas.

O final não foi ótimo, mas tudo que levou a ele foi, e os heróicos irmãos Frye foram divertidos e amáveis. Este jogo também tinha algumas das melhores missões secundárias em qualquer jogo de Assassin’s Creed, com algumas missões muito criativas. Ah, e o gancho foi incrível.


08. Assassin’s Creed: Revelations (2011)
Metacritic: 80 (PS3)


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Assim como AC: Brotherhood, a Ubisoft construiu Revelations nas costas de Assassin’s Creed II. Sendo o terceiro jogo estrelado por Ezio e usando a mesma tecnologia, logo parecia com o seu próprio protagonista: velho e desgastado. A narrativa encerrou bem a trilogia Ezio, para aqueles que estavam investidos, mas era difícil ficar animado com outra sequência de Assassin’s Creed II.

Revelations também pode conter o pior e mais idiota minijogo da história de Assassin’s Creed. As seções de defesa da torre de Revelations pareciam fora do lugar, mal feitas e simplesmente não valiam o tempo. Eu era fã da franquia tentando coisas estranhas e diferentes, como o multiplayer, mas a defesa da torre foi um exemplo da série indo muito longe dos trilhos. E não seria a última vez que isso aconteceu.

07. Assassin’s Creed (2007)
Metacritic: 81 (PS3)


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O original que deu início a toda essa franquia. Na época era um jogo impressionante, com grande multidão e muitos detalhes históricos. Hoje, em 2020, parece vazio e árido, mas ainda há muito o que gostar neste primeiro jogo da série. A narrativa dos dias modernos parece mais conectada e interessante do que em jogos posteriores, o mistério da Abstergo e dos Templários era genuinamente intrigante e os sistemas de discrição social (se escondendo em uma multidão) pareciam novos e diferentes.

Hoje, voltar ao primeiro Assassin’s Creed é difícil. Os controles são rígidos, o combate é enfadonho e Altair parece um personagem subdesenvolvido em comparação com os protagonistas posteriores. Mesmo assim, os elementos básicos da franquia ainda estão aqui e ainda funcionam. As lâminas ocultas, escalar grandes torres, assassinatos e histórias estranhas inspiradas na teoria da conspiração estão todos aqui. É só que o pacote inteiro não envelheceu tão bem quanto outros jogos da franquia.

06. Assassin’s Creed III (2012)
Metacritic: 85 (PS3)


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Eles o chamaram de Assassin’s Creed III, apesar de já ter havido cinco jogos antes dele, se você contar os títulos para dispositivos móveis e spin-offs. Mas os três no nome ajudaram a sinalizar que isso era um grande desvio do que vinha antes. O AC III era mais liso, mais aberto, mais moderno e apresentava controles e parkour aprimorados. Foi também o último jogo até Origins a apresentar um grande foco na narrativa dos dias modernos, encerrando a história de Desmond que começou no primeiro jogo.

AC III teve problemas, como uma introdução excessivamente longa e um monte de coisas no mapa, um problema que ficaria ainda pior em jogos posteriores. Mas, apesar de todos os seus problemas, é um jogo muito bacana. O cenário era uma das partes mais fortes do jogo. Ter a oportunidade de interagir com figuras históricas do passado da América e explorar os bosques nevados da costa leste dos Estados Unidos foi bom. E aquela abertura de isca e interruptor me pegou desprevenido.

05. Assassin’s Creed: Origins (2017)
Metacritic: 85 (XONE)


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Origins não era como os jogos anteriores da franquia. Era maior, com certeza, mas também parecia mais com um RPG de mundo aberto, não diferente de The Witcher ou Skyrim e menos como os jogos Assassin’s Creed mais antigos e focados em furtividade. Isso gerou um debate entre a base de fãs. Alguns gostaram deste estilo diferente de Assassin’s Creed e outros sentiram falta dos jogos clássicos. Logo, o desafio era "agradar a gregos e troianos" e Origins conseguiu isso de todas as maneiras possíveis.

O cenário egípcio antigo era brilhante e dava a ele uma aparência diferente de qualquer outro jogo AC. O combate atualizado utilizou os gatilhos do controlador e se concentrou menos nos contadores. O Parkour foi rebaixado, mas a escalada se tornou mais poderosa, permitindo escalar quase tudo. E a narrativa moderna teve mais tempo na tela e mais cuidado. Layla Hassan assumiu o lugar de Desmond; uma ex-funcionária da Abstergo, ela trapaceia e se torna uma aliada dos assassinos.

04. Assassin’s Creed: Odissey (2018)
Metacritic: 87 (XONE)


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Odissey lembra um pouco AC: Brotherhood. Como aquele jogo, ele pegou a tecnologia básica e a jogabilidade do jogo anterior, Origins, e construiu um mundo maior com ela, completo com novas mecânicas e ideias. E assim como Brotherhood, Odissey é ótimo, mesmo que parecesse um pouco demais com Origins às vezes.

O jogo, de certa forma, parecia menos com um jogo do Assassin’s Creed do que até com o Origins. Havia um foco maior em loot, mecânica de RPG e habilidades especiais. Muitas dessas coisas pareciam fora do lugar em um jogo de Assassin’s Creed, e eu entendo. Para os fãs obstinados dos jogos mais antigos, o Odyssey estava um passo muito longe do formato clássico. Sem lâminas ocultas, sem Templários ou Assassinos, e sem grandes assassinatos. Mas acho que a franquia é flexível o suficiente para se expandir além do formato clássico. Esses experimentos podem nem sempre funcionar - veja Chronicles - mas não acho que todos os jogos do Assassin’s Creed precisam seguir exatamente a mesma fórmula.

03. Assassin’s Creed IV: Black Flag (2013)
Metacritic: 88 (PS3)


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Em alguns pontos em Assassin’s Creed III, você conseguiu comandar um navio. Foi divertido, mas não uma grande parte do jogo em geral. O Black Flag pegou essa jogabilidade e expandiu-a para um enorme simulador de piratas, resultando em um dos melhores jogos da série. O Black Flag também melhorou algumas das deficiências do AC III, como permitir que você embarque e saia livremente do seu navio sem uma tela de carregamento.

A história moderna de Black Flag ficou em segundo plano em relação à principal de ação e drama históricos, que se passavam no mar do Caribe. Esta foi a escolha certa. Depois de seis jogos seguindo assassinos e amigos modernos, aquele lado da história parecia enfadonho e excessivamente complexo. O Black Flag se concentrou em Edward Kenway, o avô do personagem principal de Assassin’s Creed III. Ele era um pirata e você conhece piratas famosos como Barba Negra e explora o mar como achar melhor. Há até barracos no mar e tesouros enterrados. Foi fantástico e pareceu a evolução perfeita da franquia.

02. Assassin’s Creed: Brotherhood (2010)
Metacritic: 90 (PS3)


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Dando ascesão ao maravilhoso universo de Assassin’s Creed II, às vezes Brotherhood parecia mais uma grande expansão do que um jogo totalmente novo. Mas mesmo que parecesse muito com o AC II, conseguiu incluir algumas novas ideias e locais para ajudá-lo a se destacar. Uma grande expansão não é uma coisa ruim se for boa, o que a Brotherhood era, embora incluísse um pouco mais de inchaço do que os jogos anteriores.

A maior novidade de Brotherhood foi o multiplayer. No papel, parecia bobo e estranho, mas na prática era maravilhoso. Ele era jogado diferente de qualquer outro jogo online na época e até hoje, não houve realmente outro jogo multijogador como este. Futuras sequências adicionariam mais e mais ao modo online e o tornariam menos uma novidade, mas esta primeira volta ainda foi um destaque.

01. Assassin’s Creed II (2009)
Metacritic: 91 (PS3)


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Se o jogo original parecia vazio e mais como uma 'tech demo' e o primeiro rascunho de um jogo melhor, Assassin’s Creed II era esse jogo melhor. Ezio era um personagem muito mais interessante, bem escrito e desenvolvido do que Altair. Quase todos os aspectos do primeiro jogo foram aprimorados no AC II: combate, escalada, variedade de missões e visuais. A localização, Itália, também foi uma boa mudança de cenário.

Assassin’s Creed II era um jogo maior. Eventualmente, a franquia ficou muito obcecada em ser cada vez maior, mas aqui parecia um próximo passo natural após o primeiro jogo. A narrativa dos dias modernos ganhou mais tempo para brilhar e começamos a ver as conexões com outras partes da franquia aqui, como o Isu e mais história sobre a guerra entre Assassinos e Templários.
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"Se fechar a porta a todos os erros, a verdade ficará lá fora." - Tagore
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