
É verdade que cada geração de pessoas geralmente se define e se distingue em relação à geração anterior. Temos a geração do milênio, a geração X, os baby boomers e a geração silenciosa, entre muitos outros. Talvez para o consumidor, saber que ele pertence a um determinado segmento não faça com que seu dia fique mais feliz ou amargo. Mas para as marcas, é essencial conhecer o comportamento de cada geração com seus produtos.
É por isso que o relatório da Visual Capitalist tem se mostrado bastante interessante, onde eles mediram o “carinho” que cada geração tem por determinadas marcas.
O estudo avaliou os seguintes parâmetros para avaliar a classificação de “carinho” por marcas. São valores complexos para quantificar, mas certamente são um bom marcador para medir a quantidade de amor que um usuário sente por uma marca com base em seu segmento de geração.
- Usuários: o relacionamento entre uma marca e um consumidor.
- Conexão emocional: o grau de sentimentos positivos que o usuário tem por uma marca e até que ponto seus valores pessoais estão alinhados com os valores da marca.
- Arquétipo: Os seis marcadores presentes entre marcas íntimas, que incluem satisfação, identidade, aprimoramento, ritual, nostalgia e indulgência.
- Etapa: O grau de intensidade no relacionamento através de três fases: compartilhamento, união e fusão.
- Pontuação de intimidade: com base nesses quatro componentes, é atribuída uma pontuação, variando de 0 a 100.
O estudo mostra alguns dados interessantes. A primeira é que, para os millennials (pessoas entre 18 e 34 anos), o Playstation é a marca mais amada em primeiro lugar, e o Xbox aparece em nono lugar e a Nintendo em décimo. Para usuários da geração X (entre 35 e 54 anos), o Xbox é a marca de console mais amada, ocupando o oitavo lugar.
Este estudo confirma mostra que o Playstation é mais amado pelo público mais jovem, e o Xbox geralmente é o console favorito das pessoas com mais de 30 anos de idade. Segundo a Visual Capitalist, a geração X tem uma taxa de adoção de tecnologia semelhante a da geração dos Millenials.
Este estudo coleta muito mais dados, como os hábitos da geração Baby Boomer, mas é bastante denso e não afeta o ramo dos consoles.


