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Segundo Kojima, Death Stranding foi criticado nos EUA por não ser um FPS

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Death Stranding estreou em 8 de novembro no PlayStation 4 e, embora o novo jogo Hideo Kojima tenha chegado ao mercado com pontuações perfeitas, não foi o mesmo para todos os analistas: as pontuações mais baixas vêm da mídia americana e Kojima acha que sabe o que é isso. "Os americanos são grandes fãs FPS e Death Stranding não é um deles", diz o criativo japonês.

Em uma entrevista ao site Tgcom24, Hideo Kojima disse as diferentes recepções e pontuações que o Death Stranding recebeu, um jogo no qual os jogadores buscam se reconectar a uma sociedade dividida. As pontuações mais baixas, apesar de a pontuação média do título ser bastante alta, vêm da mídia americana e Hideo Kojima acredita que sabe o motivo: Death Stranding está "acima" dos títulos de tiro.


"Devo dizer que o jogo recebeu excelentes críticas, especialmente na Europa e no Japão. Aqui, nos Estados Unidos, no entanto, tivemos críticas mais fortes", diz Kojima. "Pode ser um jogo difícil de entender para certos tipos de críticos e público. Os americanos são grandes fãs de FPS, e Death Stranding não é um deles, está acima disso."


No entanto, Kojima está longe de se assustar com essas pontuações: o desenvolvedor japonês gosta de inovar, mesmo que isso signifique que alguns meios de comunicação tenham uma pontuação mais baixa em seu trabalho.


"Eu sempre tento criar coisas novas e as disputas e discussões são boas, mas é preciso dizer que os italianos ou franceses têm uma sensibilidade artística diferente que lhes permite apreciar esse tipo de produto muito original, não apenas em games, mas também em cinema".


Death Stranding já está disponível para PlayStation 4, já a versão PC chegará apenas em 2020.
coca
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