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Congressistas dos EUA criticam Blizzard por banir jogador de Hearthstone

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Um grupo de senadores e deputados dos partidos Democrata e Republicano do Congresso dos Estados Unidos criticaram, nesta sexta-feira (18), a controversa decisão da Blizzard de banir o jogador profissional Blitzchung por conta de seu protesto pró-Hong Hong em uma entrevista pós-partida da Hearthstone.

Em uma carta endereçada a Bobby Kotick, CEO da Activision Blizzard, dois senadores (Ron Wyden e Marco Rubio) e três deputados (Alexandria Ocasio-Cortez, Mike Gallagher e Tom Malinowski) pedem que a empresa reconsidere da decisão e promova "valores americanos" como liberdade de expressão e pensamento.


"À medida que a China amplia sua campanha de intimidação, você e sua empresa devem decidir se devem olhar além dos resultados financeiros e promover valores americanos – como liberdade de expressão e pensamento – ou se devem ceder às demandas de Pequim para preservar o acesso ao mercado", escreveu o grupo.



"Nós pedimos nos termos mais fortes que reconsidere sua decisão com relação ao Sr. Chung. Você tem a oportunidade de reverter o rumo. Nós pedimos que você tome", continua a carta (via GameSpot).


A polêmica envolvendo o jogador Chung "Blitzchung" Ng Wai teve início na semana passada, quando o jogador profissional pediu pela libertação de Hong Kong durante uma transmissão ao vivo do campeonato Hearthstone Grandmasters.

Por conta de sua fala, Blitzchung teve perdeu sua premiação em dinheiro e foi banido por um ano do cenário competitivo. Na sequência, a Blizzard voltou atrás e reduziu a punição pela metade.

A decisão da empresa, é claro, não repercutiu bem na comunidade de jogadores de Hearthstone e além. Além de grupos que planejam protestos pró-Hong Kong durante BlizzCon 2019, um grupo dos próprios fucionários da empresa decidiu deixar a Blizzard após a punição do pro-player.
Catos
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