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As drogas contra a Ebola provaram ser tão eficazes em um ensaio clínico que os pesquisadores disponibilizarão os tratamentos para qualquer pessoa infectada com o vírus na República Democrática do Congo (RDC), onde a Ebola matou quase 1.900 pessoas no último ano.

A taxa de sobrevivência para as pessoas que receberam as drogas logo após a infecção, quando os níveis do vírus no sangue estavam baixos, foi de 90%.

"É uma boa notícia", diz Sabue Mulangu, pesquisador de doenças infecciosas do Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica (INRB) em Kinshasa, na República Democrática do Congo, e investigador do estudo. "Agora, poderemos enfatizar para as pessoas que mais de 90% das pessoas sobrevivem se entrarem na [unidade de tratamento do Ebola] cedo e fizerem esse tratamento".

Um dos medicamentos, o REGN-EB3, é um coquetel de três anticorpos monoclonais contra Ebola produzidos pela Regeneron Pharmaceuticals de Tarrytown, Nova York. O segundo, mAB114, é derivado de um único anticorpo recuperado do sangue de uma pessoa que sobreviveu ao Ebola na RDC em 1995, e foi desenvolvido pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA (NIAID).
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Colaborador do site, 40 anos, São Paulo
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