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Criadores de Harry Potter Mobile defendem cena de violência no jogo

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A cena polêmica de Harry Potter: Mistérios de Hogwarts que pede que você gaste dinheiro ou espere enquanto o seu avatar é estrangulado por uma planta mágica foi defendida pelos desenvolvedores da Jam City.

A cena foi projetada para coincidir com a primeira vez que você fica sem energia (Mistérios de Hogwarts utilizar o clássico sistema de energia de jogos mobile onde ou você espera ou você paga para acelerar as coisas). E nesse caso se você não pagar, continuará vendo o seu jovem personagem ser estrangulado.

Este momento foi definido nas fases iniciais do jogo a um ano atrás - o qual não prejudicou o seu sucesso a longo prazo. Em menos de um ano, Mistérios de Hogwarts gerou mais de $100 milhões de dólares em receita.

Em entrevista ao site GamesIndustry.biz, o diretor da Jam City, Yosh Yguado, associou a cena a outros momentos de perigo na franquia Harry Potter - e sugeriu que a sua natureza cliffhanger é similar a de outras narrativas serializadas.


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"Tentamos criar um jogo e uma história que tivesse apostas, que tivesse momentos dramáticos, que refletisse o nível de drama e emoção que você vê em filmes e livros," disse Yguado. "Não acho que estar em situações perigosas seja exclusividade do nosso jogo quando você compara o com os filmes e livros da saga Harry Potter."

"Não acho que o nosso jogo seja mais violento ou mais assustador que qualquer outras [histórias] Potter. Sem dúvidas, deixamos você em um cliffhanger... mas se um livro acaba em um momento dramático, as vezes perigoso e continua depois disso, estamos bem com isso. Se uma cena de filme ou uma série termina em um momento dramático, e então na próxima cena ou episódio resolve aquele cenário assustador, estamos bem com isso. Esperávamos que também pudéssemos medir nosso jogo pelo mesmo [padrão]."

Tudo bem, mas esperar uma semana pelo próximo episódio é um pouco diferente de pegarem a sua mão e pedir dinheiro para que uma versão virtual sua não seja enforcada na sua frente. Apontou a GamesIndustry.biz.

"Não acredito que haja conflito com o nosso modelo de negócio," continuou Yguado, "da mesma forma que Dickens escreveu para revistas antes de escrever para livros, ou escritores de televisão escrevem por temporadas, estamos escrevendo por episódios e capítulos interativos. Isso requer um tipo diferente de escrita com uma cadência diferente que, acredito, possa ser fiel ao mundo de Harry Potter."

Para mais informações sobre como Harry Potter: Mistérios de Hogwarts lida com o ritmo de conteúdo e o conflito geral de monetizar uma franquia mundialmente famosa voltada para crianças na entrevista completa no GamesIndustry.biz.
Nightcrowley
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