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Funcionárias muçulmanas acusam Amazon de discriminação religiosa e hostilidade

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Novamente, a Amazon se vê como ré acusada em um processo movido por seus próprios funcionários: desta vez, três empregadas da estrutura da empresa em Minneapolis, no estado norte-americano de Minnesota, acusam a gigante do varejo e tecnologia de exibir tratamento retaliatório hostil frente à religião muçulmana, praticada pelas reclamantes. Segundo o processo, isso se dá por elas terem feito reclamações constantes das condições de trabalho em que se encontravam.

Segundo o jornal New York Times, uma carta que acompanha o processo emitido pela ONG de auxílio jurídico Muslim Advocates pede que a Comissão de Oportunidades Igualitárias de Emprego (EEOC, na sigla em inglês) investigue o que chamou de "violação sistêmica dos Atos de Direitos Civis de 1964": na legislação americana, tais atos correspondem à não discriminação de empregados por motivos de sexualidade, raça ou religião/credo.


"Nós achamos que uma investigação da EEOC seria uma parte essencial para começar o processo de fazer com que a Amazon arque com as consequências", disse Nimra Azmi, uma advogada envolvida no caso.


Brenda Alfred, uma porta-voz da Amazon, disse via comunicado que "a diversidade e a inclusão são pilares centrais para nossos negócios e cultura empresarial, e nossos colaboradores podem rezar sempre que escolherem. Nós respeitamos a privacidade dos funcionários e não comentamos publicamente sobre processos litigiosos em curso".

O New York Times não informou o que exatamente a Amazon teria feito que daria, supostamente, base para um processo por retaliação, nem tampouco quais foram as reclamações posicionadas pelas funcionárias em questão.
Catos
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