
O desenvolvimento e o lançamento de Mighty No. 9 foi uma das coisas mais bagunçadas já vistas. O jogo foi adiado inúmeras vezes, teve downgrades pesadíssimos e, quando foi finalmente lançado, o sidescroller tinha preços diferentes em cada plataforma.
Chegamos ao cúmulo de ouvir o Keiji Inafune, um dos criadores do Mega-Men, falar que o jogo poderia não ser bom, mas era “melhor do que nada”. Na época do lançamento muitos jogadores receberam códigos quebrados e não conseguiram jogar. Agora, oito meses depois do lançamento oficial, e o jogo continua se envolvendo em polêmicas.
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Na página oficial do jogo no Kickstarter, podemos ver uma avalanche de pessoas reclamando que não receberam as recompensas físicas do jogo, como livros de arte, desenhos assinados e cópias físicas do jogo.
A Fan Gamer – empresa que fabrica os livros de arte comunicou que o atraso não tem nada a ver com eles, já que a Concept – desenvolvedora de Mighty No. 9 – ainda não proveu os arquivos necessários para fabricação do mesmo. A fabricante disse que não pode dar uma previsão de quando os apoiadores receberão o livro até que a desenvolvedora provenha os assets necessários.
Quatro pessoas pagaram US$ 10 000 para jantar com o Keiji Inafune em Tóquio (as passagens e estadia não estão incluídas), mas algumas pessoas disseram que o designer teve que remarcar o jantar diversas vezes.
Mighty No. 9, o sucessor espiritual de Mega Man, foi um grande sucesso no Kickstarter e arrecadou mais de US$ 3,8 milhões, em 2013.
