A Microsoft decidiu que vai perseguir um pirata de apetite insaciável. A empresa decidiu processar uma companhia em Seattle que registrou o Windows 7 com diversas ativações suspeitas. A empresa agora está demandando reparações em um caso que pode favorecer a criadora do Windows.
Nos seus 30 anos de existência, não podemos ignorar os diversos casos onde a empresa agiu contra piratas. Sabemos que os sistemas operacionais da Microsoft estão entre os produtos mais copiados ilegalmente da história, a ponto de ser incomum durante muito tempo conhecer pessoas que possuíam um Windows Original. Apesar disso, em alguma instância a empresa veio a aceitar que certos enfrentamentos eram fúteis e sem sentido, especialmente no que concerne consumidores únicos.
Não é o caso do uso comercial do Windows. Em seus países de forte atuação, como nos Estados Unidos, a Microsoft freqüentemente processa e ganha casos de empresas que falsificam seus sistemas operacionais em escala comercial.
O que denunciou esta empresa em Seattle foi o IP único, onde diversas ativações ilegais foram registradas. A partir desse sinal, a Microsoft decidiu tomar ação contra os infratores analisando os registros de IP e determinando o endereço da firma. A Microsoft alega ser capaz de fazer isso através de métodos ciberforenses, onde a empresa analisa bilhões de ativações e identifica padrões.
A empresa alega que os piratas autenticaram centenas de cópias do Windows utilizando a mesma chave roubada, e agora ela demanda judicialmente diversas coisas além do processo por quebra de direitos autorais, como o preço dos produtos roubados e o pagamento integral do transmite judicial.
A última vez que a Microsoft tomou esta atitude foi em Dezembro de 2014. A empresa venceu o caso.
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