A questão da venda e bloqueio de jogos usados tomou conta da imprensa antes do início da E3, graças à política adotada pela Microsoft no Xbox One, que terá medidas impeditivas do uso e revenda de jogos. A Nintendo pouco se manifestou a respeito, mas Shigeru Miyamoto foi perguntado pelo site CVG sobre o assunto e levantou um problema maior, na sua visão: a pirataria.
“Para nós, o problema é menos sobre jogos usados é muito mais a cópia ilegal de jogos que nos preocupa. Ao criar os jogos que criamos e vendê-los, nós conseguimos criar novas versões desses jogos”, afirmou.
“Nós estamos mais preocupados com a pirataria e pensamos que jogos usados são completamente outra história. Na realidade, da nossa perspectiva, você cria jogos para que as pessoas continuem jogando para um longo período de tempo. Esse sempre foi o enfoque que tomamos e é a melhor forma de evitar jogos usados”, declarou.
Também na E3, Reggie Fils-Aime chegou a se manifestar a respeito em entrevista ao site Game Trailers, explicando que os jogos usados não são um problema tão grande para a Nintendo, pois a empresa não depende de lançamentos anuais como Call of Duty, Battlefield e os jogos de esportes para lucrar.
