Marca falhou ao não oferecer uma experiência “totalmente conectada”
Steven Sinofsky, presidente da divisão Windows, e Chris Jones, vice-presidente corporativo da divisão Windows Live, usaram o blog Building Windows 8 nesta semana para detalhar a integração do Windows 8 e Windows Phone com os serviços baseados na nuvem da Microsoft.
Em seu post publicado no blog, Sinofsky e Jones disseram que os serviços baseados na nuvem presentes no Windows 8 servirão como uma “atualização” da plataforma Windows Live, já que a marca falhou ao não oferecer uma experiência “totalmente conectada”.
O ponto de entrada para os serviços na nuvem da empresa será a ‘Microsoft Account’, que criará uma identidade que poderá ser usada em diversos serviços, desde a Xbox Live até o SkyDrive e além.
As Microsoft Accounts eram conhecidas anteriormente como Windows Live IDs (que por suas vez substituíram os .NET Passports). Levará alguns meses até que todas as referências ao Windows Live ID sejam substituídas por Microsoft Account.
No Windows 8, as configurações da conta do usuário poderão ser sincronizadas entre PCs com o uso de uma Microsoft Account.
A Microsoft acredita que o fim da marca Windows Live ajudará a eliminar a complexidade associada aos serviços baseados na nuvem oferecidos por ela. O nome “Windows Live” criou certa confusão entre os usuários, já que ele era usado para se referir à suíte de aplicativos Windows Live Essentials, aos serviços baseados na nuvem, ao tipo de conta do usuário e a outros produtos e serviços.
A Microsoft também publicou um vídeo, que pode ser visto abaixo, onde Jones fala um pouco sobre os novos serviços baseados na nuvem e sua integração com o Windows 8 e Windows Phone:
O Windows 8 e o Windows Phone utilizarão os seguintes serviços baseados na nuvem: Microsoft Account, SkyDrive, Mail/Hotmail, Calendar, People, Messaging e Photos.
De acordo com Steven Sinofsky, os serviços do Windows Live atualmente são usados por mais de 500 milhões de usuários todos os meses. Além disso, número de usuários ativos do Hotmail, Messenger e SkyDrive já passou de 350 milhões, 300 milhões e 130 milhões, respectivamente.