
Introdução
No mundo globalizado que vivemos hoje em dia a tecnologia avança cada vez mais e vai abrangendo todas as áreas/mercados possíveis, e claro que uma das principais áreas é a dos vídeo-games. Uma área que desde os anos 70 vem conquistando cada vez mais fãs, fãs estes que vão desde criancinhas de 4~5 anos até pessoas mais experientes com, acreditem, até 60 anos ou mais.
E no Brasil esse mercado de video-games ainda é muito fraco comparado com os de países como Estados Unidos, Japão, Reino Unido, e até o próprio México que vem crescendo fortemente.
Mas nem por isso o Brasil deixa de ser um país com muitas pessoas que gostam e, acima de tudo, se divertem com os video-games, independentemente de raça, cor, religião, idade, classe social ou qualquer outro paradigma que possa surgir.
7º – Aprendendo a Jogar
Se você já é pai com certeza não permite que seu filho veja filmes dos quais são proibidos para a idade dele, correto? Mas e quanto aos games? Se seu filho tem 12 anos e lhe pede para que compre o game GTA IV, que tem recomendação para maiores de 18 anos, você compra? Provavelmente sim, e é ai que está a diferença. Os games ainda são tratados como coisa infantil aqui no Brasil, e nossa cultura gamer não se difere da cultura gamer americana apenas no mercado, mas também nos próprios gamers, nos próprios jogadores. O perfil gamer americano é bem distinto do perfil gamer brasileiro, e por mais que pareça dificil, o Brasil tem potencial para mudar isso.
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Da Redação
