Fanboys, taí uma praga que precisa ser expurgada da Terra. Lembro claramente da época de Sega contra Nintendo. Se você tinha um Mega-Drive (meu caso), automaticamente odiava o Super Nes (meu primo). Mario nunca seria melhor que Sonic e se começasse uma discussão sobre o assunto, muito provavelmente acabaria com a amizade dos opositores, no meu caso, fiz meu primo comer minhocas e ele esfregou minha cara na plantação de orquídeas da mãe dele.
Teoricamente, assim como a indústria cresce, seus consumidores também deveriam evoluir e tal discordância e “fanboysismo” deveria desaparecer. Sonho meu. Cada vez mais, as discrepâncias de qualidade entre os consoles desaparecem, Xbox 360 e PlayStation 3 (engraçado como Wii não é enquadrado como um “adversário” de fato, mesmo sendo o videogame que mais vende no mundo) são máquinas bem parecidas. Obviamente que cada um possui sua particularidade, mas gente, sério! São videogames ótimos! E uma coisa é gostar de um console, contar seus atributos, outra é ficar completamente cego para todos os outros e defender o “seu” como se fosse uma causa, uma ideologia.
Pensando nisso, Adam Sessler, jornalista de games do site G4, fez um vídeo que mostra muito bem o quão cansada está a mídia dessa atitude infantil de alguns “fanboys”. Outro ponto abordado por Sessler, é as acusações que a área recebe de ser parcial e receber “favores” das fabricantes e desenvolvedoras de games.
Galera, mídia imparcial é uma utopia incrível. Por que? Porque o jornalismo é feito por pessoas e cada uma possui sua bagagem de vivência que, invariavelmente, afeta as análises e opiniões. Ser jornalista é, basicamente, tentar o tempo inteiro se desviar da vida que você já teve e fazer de tudo para não expressar essa opinião, mas ela sempre aparece, mesmo que seja de uma maneira leve (isso não se aplica a blogs).
Confira o vídeo (é em inglês e se você joga videogame, ou sei lá, vive no Planeta Terra, é bom aprender essa língua):
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Achei muito proveitosa a matéria para todos!


