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Cobertura da IGN sobre Company 2 (novas imagens)

Enviado por Jonathan_Oliveira, , 378 visualizações, 0 comentários
A IGN soltou uma cobertura completa da experiência de se jogar Company of Heroes 2, tem até umas imagens novas:

Company of Heroes 2, pequenas diferenças fazem GRANDES mudanças.
Mudanças no gameplay e no visual mais bonito deixa essa continuação muito empolgante para novos fãs.

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Eu mandei dezenas de soldados americanos, alemães e britânicos para morrerem em batalha. Eu mandei homens em situações onde eu saberia que eles iriam morrer em ordem para ganhar uma luta maior, vi tanques outra hora poderosos símbolos da liberdade à cinzas em questão de segundos e coloquei tantas crateras de bombas nas vilas que elas pareciam mais a superfície lunar. Tudo isso e mais eu fiz no jogo de estratégia em tempo real Company of Heroes.

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Company of Heroes, muito mais que qualquer outro jogo em qualquer gênero, me deixou experimentar os horrores da guerra. Garantida, está uma representação mostrada em convenções de vídeo game, porém ainda retrata combates em uma realista maneira suficiente para me fazer refletir e pensar o quanto esses homens sofreram.
Tirando o fato de duas expansões, o jogo company of heroes original nunca nos levou até o fronte leste, onde mais de 20 milhões de pessoas perderam sua vida. Isso mudou em 2013 com o lançamento de company of Heroes 2, quando finalmente todos irão adquirir controle total sobre as forças da até então união soviética, levando elas em batalhas lutadas e vencidas tanto quanto em desespero ou com brilhante táticas. Tendo rapidamente eu mesmo experimentado algumas batalhas no mais brutal front da história.

Tirando o fato de ter jogado horas e horas de company of heroes, a seqüencia ainda me leva em um pequeno loop. Os princípios básicos de gameplay do primeiro jogo foram portados para o segundo (Você ainda captura pontos de recursos, o posicionamento dos veículos importa, etc.), porém muitas mudanças significativas foram feita. Algumas delas, como o novo sistema de mira, faz o jogo parecer mais realista, e faz combates em pequenos espaços ainda mais claustrofobicos. Desde de que suas unidades não tem mais uma visão de 360° (Em vez disso tem sua visão impedida pelo terreno como na vida real) você percebe o quanto mais assustador é para seus soldados se moverem em uma aérea com um monte de obstáculos. Inimigos podem aparecer de qualquer lugar, intersecções, onde previamente me fez pensar em todas as direções que eu poderia me mover, agora me faz ter medo de que droga terá logo após a esquina. Escoltando se tornou de longe muito mais importante do que no jogo anterior.

Da mesma maneira, recursos são totalmente diferentes agora. Nos títulos anteriores, você capturava pontos com recursos específicos ligados aos mesmos, um ponto de munição me dava munição, um ponto de combustível me dava combustível e assim por diante. Isso fez pontos com grandes quantidades de recursos parte integral do designe do mapa, e no multiplayer isso poderia significar a diferença entre vitória e derrota. Ainda que os detalhes ainda sejam descobertos, os desenvolvedores Relic estão dando você a opção os recursos que você precisa no company of heroes 2. Num esforço para encorajar jogadores a batalharem em mais aréas do mapa,a relic deixa o jogador determinar que recursos são mais importantes para o mesmo. Isso vem junto com um pequenos números de pontos capturáveis na esperança de fazer o mapa mais simples de ser criado e para você dizer quando tem recursos conectados. Na prática ainda é difícil dizer como isso irá funcionar. A partida unica que eu joguei contra a AI não foi suficiente para aprender os mapas ou a força russa intimamente para saber se eu deveria focar mais no combustível ou na munição.
Ainda assim, é potencialmente uma mudança excitante por causa fica difícil prever o que o seu inimigo está planejando. Anteriormente, se você sabia que seu inimigo estava adquirindo muito combustível, você logo então poderia prever o que o mesmo estava planejando, porém agora você tem que fazer mais reconhecimento e ficar atento.

Até o jeito em que você captura os pontos mudou para o novo jogo. Anteriormente o único modo era mandar um esquadrão captura-lo , significando que você tinha que clicar em um ponto especifico e seu esquadrão iria sentar no mesmo. Isso reduzia sua efetividade no combate, e se você não estivesse prestando atenção o mesmo poderia ser destruído rapidamente. Company of Heroes 2 ainda permite você ordenar um esquadrão capturar um ponto dessa maneira, porém eles podem apenas se posicionar próximo do ponto para capturado. Parece ser uma pequena mudança, porém significa que o combate em volta desses pontos pode se tornar mais interessante, já que cada lado está disputando para saber quem pode ficar mais próximo do ponto tempo suficiente para captura-lo. Isso também significa que coisas como booby traps ou minas anti infantaria do company of Heroes, na qual dependiam do fato de que o inimigo teria que chegar no ponto em si, não serão mais eficientes e logo não serão usadas da mesma maneira como antigamente.

As forças russas em si obviamente são bem diferentes dos exércitos do jogo original. Levará horas e horas de jogo para realmente entender o que faz os russos tão especiais, porém mesmo durante o pequeno espaço de tempo em que joguei o jogo, eu notei algumas coisas. A primeira de tudo, existe unidades convocadas. Esses largos grupos de infantaria, cidadãos normais forçados a lutar, não são bons em lutar, porém são ótimos para absorver disparos e ainda podem se unir a outras unidades para reforçar as mesmas em campo. Por exemplo, se você tivesse um grupo de operadores de metralhadora, reduzido a um homem, você poderia usar um esquadrão de convocados para traze-los de volta a força total. Esses esquadrões são baratos e eficientes, e um pouco triste quando você realiza o quanto pouco valor a vida deles tem a menos que utilizados de uma maneira especifica.

Outras unidades também assumem, dando a sensação de variações de unidades no jogo anterior. A metralhadora Maxim tem um enorme grupo de de seis operadores e um pouco lenta quando comparado com seu campo de visão. As equipes de snipers russos vem em pares em vez de sozinhos e são mais equipadas para sobreviver ao rigoroso inverno russo que agora assola os mapas e mata unidades despreparadas.
Os caminhões lançadores de foguetes Katyusa disparam projeteis em formato de mísseis que são um pouco imprecisos de uma longa distancia. Os russos tem até um arsenal de tanques, fazendo um assaulto blindado viável. Aparentemente, eles tem um pouco de tudo, com unidades que fazem eles se sentirem como uma união entre os exércitos alemães e americanos do primeiro jogo.

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A coisa realmente impressionante sobre o Company of Heroes 2 é o seu tom de jogo fantasticamente ligado a fidelidade e a animação. É facil se pegar no fato de se estar jogando um jogo e ao mesmo tempo assistir um grupo de convocados se esforçando entre grandes quantidades de neve enquanto recebem fogo de uma metralhadora, ou se jogam ao chão enquanto uma explosão acontece próxima a eles. As vezes paramos para refletir nos verdadeiros homens e mulheres que fizeram isso; essas pessoas experimentaram uma das mais difíceis condições de toda a guerra, e é fantástico ver uma das melhores franquia em estrátegia portar esse acontecimento em grande detalhe para um jogo. Não é muitas vezes que um jogo de sucesso se é muito divertido para jogar e ao mesmo tempo ser intensamente visceral em sua interpretação da história.

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Traduzido por: Jonathan de Oliveira Nogueira
Jonathan_Oliveira
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