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Análise do jogo "Virtua Fighter 5: Online" para X360 escrito por GameTV

Escrito por GameTV, nota 8 de 10, enviado por Anônimo,
[img]hide:aHR0cDovL3d3dy5wbGF5dHYuY29tLmJyL3BsYXl0dm1uZ3IvY2tlZGl0b3IvY2tmaW5kZXIvdXNlcmZpbGVzL2ltYWdlcy92ZjVmczEuanBn[/img] É até difícil de acreditar, mas a Sega pegou Final Showdown, a última revisão de Virtua Fighter 5 (lançada em julho de 2010 nos arcades do Japão) e trouxe para os consoles. Questões de timing à parte, o fato é que por US$ 15 os fãs de uma boa pancadaria têm acesso a um pacote simples, com poucas opções, possivelmente feito para agradar aos órfãos da franquia. Virtua or Alive? Na hora de cair no ringue, Final Showdown oferece o elenco de Virtua Fighter 5, mais Taka-Arashi, o sumotóri sumido desde Virtua Fighter 3, e o estreante Jean Kujo, especialista em caratê. Depois de terminar o Arcade Mode, o game ainda libera a chefona Dural. Apesar dos gráficos praticamente iguais aos de VF5, a sensação é que algumas texturas pioraram - pode ter sido efeito da compressão utilizada na hora de fazer o game caber em 1,91 GB. Para quem jogou o Virtua Fighter 5 original, a primeira impressão é que o sistema de jogo ficou mais rápido. Os combos entram mais facilmente, e aquele priminho de oito anos provavelmente vai ter mais (ou um pouquinho mais de...) chance contra algum jogador comum do que teria caso este mesmo jogador comum soubesse uma ou outra manha do VF5 de 2007. Todo aquele lance de técnica comum à série Virtua Fighter continua lá, mas em um jogo muito mais acessível a quem está começando agora. No fundo, é só impressão: Final Showdown ainda mantém toda a essência de Virtua Fighter. Alguns personagens parecem lentos de doer e têm golpes que levam uma vida para serem desferidos na tela, e amagia do game está em aprender a dominar bem a arte de jogar com cada um. O jogo só ficou mais rápido e com alguns combos que entram mais de boa, para quem sabe não afugentar a galerinha mais nova, como quem diz "olha, Virtua Fighter ainda existe, venham ver como é legal". [img]hide:aHR0cDovL3d3dy5wbGF5dHYuY29tLmJyL3BsYXl0dm1uZ3IvY2tlZGl0b3IvY2tmaW5kZXIvdXNlcmZpbGVzL2ltYWdlcy92ZjVmczIuanBn[/img] Não sei se é pelo fato do jogo custar só US$ 15, mas o interessante modo Quest, que simulava um "tour" por arcades japoneses e colocava o jogador contra oponentes com inteligência artificial (ou apelação artifical, porque alguns eram muito difíceis mesmo) de primeira, ficou de fora de Final Showdown. E a Sega não colocou nada no lugar Provavelmente pensando em quem vai se iniciar na franquia com este último game, a Sega preparou um modo de Tutorial que ensina o básico em matéria de Virtua Fighter, desde movimentação pelo cenário até esquiva, ataques com o oponente no chão e agarrões. Nos tutoriais mais avançados e no modo de treino livre, o jogo mostra o quanto de dano foi contabilizado com os golpes e até quanto tempo cada botão permaneceu pressionado. Isso já existia no VF5 original, mas é bom que estas funcionalidades tenham permanecido, para o deleite de quem pretende aprender as minúcias de Final Showdown. Na hora de cair no ringue, Final Showdown oferece o elenco de Virtua Fighter 5, mais Taka-Arashi, o sumotóri sumido desde Virtua Fighter 3, e o estreante Jean Kujo, especialista em caratê. Depois de terminar o Arcade Mode, o game ainda libera a chefona Dural. E dá pra jogar online Virtua Fighter 5 Online, 'como o subtítulo já adianta, tinha um modo online, mas aquele netcode absurdamente mal feito colocava tudo a perder. Era simplesmente impossível terminar uma luta sem se frustrar, mesmo que os doisjogadores fossem da mesma região. Em Final Showdown, finalmente dá para jogar online quase numa boa e, apesar de um certo atraso perceptível (mas nada comparável ao que rolava no VF5 de 2007), a experiência toda tende a ser agradável - nada em alto nível, claro, mas dá para encontrar alguma diversão se o jogador não exigir precisão de milissegundos na resposta dos comandos (e VFrequerisso). Pena que as opções são escassas: há apenas um "quick play" que encontra um jogador aleatoriamente (e dá para filtrar por região) e um "custom match" que permite criar sua própria sala. [img]hide:aHR0cDovL3d3dy5wbGF5dHYuY29tLmJyL3BsYXl0dm1uZ3IvY2tlZGl0b3IvY2tmaW5kZXIvdXNlcmZpbGVzL2ltYWdlcy92ZjVmczMuanBn[/img] Por enquanto, nada de modo de torneio nem nada disso, e depois da luta, não há também uma opção para jogar de novo contra o mesmo oponente. Logo antes de cada luta, dá para ver o "card" dos dois jogadores, mas ele só traz o número de pontos que ele acumulou nas lutas e o número de partidas jogadas, além do nível dele. O número de pontos é um bom indicativo para saber se o adversário venceu bastante ou não, mas realmente, faz falta saber o número de vitórias e derrotas dele. Seu por 15 pratas... Virtua Fighter 5: Final Showdown é mesmo a versão definitiva de VF5. O game parece mais leve e mais gostoso de jogar, mais atrativo para quem não conhece a série, e traz um modo online longe do ideal, mas que funciona bem melhor que o de VF5: Online. A pena é a Sega ter deixado de fora o modo Quest e, à exceção dos modos de tutorial, score attack e um de desafios nem tão variados (que incluem tarefas fáceis como desferir um número determinado de golpes no oponente ou não deixar que ele contra-ataque durante a partida), não ter adicionado nada de novo. Para quem sonhava com um port de Final Showdown desde que o game foi anunciado para arcades (meu caso), está aí um fan service de qualidade: é entrar no ringue e dar porrada, sem perfumaria ou frescurinhas demais. Mas para quem busca um jogo de luta com mais opções e outros firulas, o jeito vai ser esperar Dead or Alive 5 ou Tekken Tag Tournament 2.
Fonte: GameTV
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