.
8

Análise do jogo "Bravely Default: Flying Fairy" para 3DS escrito por GameTV

Escrito por GameTV, nota 8 de 10, enviado por inuyasha302,
[img]hide:aHR0cDovL3d3dy5wbGF5dHYuY29tLmJyL3BsYXl0dm1uZ3IvY2tlZGl0b3IvY2tmaW5kZXIvdXNlcmZpbGVzL2ltYWdlcy9icmF2ZWx5XzAxLmpwZw==[/img] Já escrevi sobre diversos jogos de RPG japoneses por aqui, mesmo em tempos negros de extinção. Pensei em começar este texto com lamúrias (como todos os outros), mas creio nem ser preciso: o gênero já viu dias melhores. A geração acelerada que vivemos pede por dinamismo, preza pelo efêmero e passa muito longe da paciência necessária para se aproveitar um bom RPG japonês de forma plena. Na verdade, o presente e o futuro não são assim tão cruéis, já que boa parte das desenvolvedoras que se consagraram no passado com títulos parrudos da vertente encontraram porto seguro nos portáteis. Verdade seja dita, o que seria da Atlus na geração passada sem o PSP e o DS? Chegando com bastante atraso por aqui (o japonês data de outubro de 2011 e não houve qualquer tipo de localização para o Brasil que o valha), Bravely Default não mede esforços ao se apresentar como uma verdadeira ode ao gênero que se insere, remetendo à era de ouro dos 8, 16 e 32-bits quase que de pronto. Com um time de desenvolvimento que mistura o velho com o novo - veteranos como Takashi Tokita, Akihiko Yoshida e Tomoya Asano dão boas vindas a talentos emergentes, tal qual o diretor Kensuke Nakahra (do excelente Brave Story, de PSP) e o compositor Revo - há muito para enaltecer pelos quatro cantos de Luxendarc. Munido de consistentes sistemas de batalha, classe, evolução e personalização, Bravely Default percorre caminhos que um dia já foram muito seguros, contemporaneizando Final Fantasy III (e, por conseqüência, Final Fantasy V) e permeando belos e sutis toques da segunda trilogia de Dragon Quest. Com foco absoluto na narrativa e fazendo uso de funcionalidades únicas do mais recente portátil da Nintendo, é muito fácil (caso você seja uma viúva de RPGs japoneses) se apaixonar por Tiz, Agnès, Ringabel e Edea. Mas, como o bizarro título talvez sugira subliminarmente, há também terrenos pantanosos pelos quais teremos que cruzar para que tal amor seja, efetivamente, recíproco. Aos heróis, guerreiros da luz! Bravely Default tem início impactante, enquanto bastante trágico. Acompanhamos alguns segundos da vida de Tiz e seu irmão mais novo, Til, na pacata e bucólica vila de Norende. Mal temos tempo de sentir o frescor da brisa matutina quando a calamidade bate à porta: uma enorme fissura - dita Great Chasm - surge de súbito, engolindo tudo que há - havia - ali. O garoto de nobre coração vê tudo aquilo que lhe era querido desaparecer diante de si, em segundos. Desolado, passa a vagar sem rumo até alcançar Caldisla, reino próximo cujo rei o acolhe e tenta trazer ânimo novo ao rapaz. A tragédia iminente surge em meio à guerra ideológica e religiosa que assola o mundo já há quinze anos. Reinos se dividem entre os emergentes ensinamentos do Anticristalismo e os ancestrais Ortodoxos do Cristal. Tal qual a série-pátria da Square Enix, cristais mantêm o mundo em balanço quanto a seus elementais - terra, água, fogo e ar - e a utilização de suas propriedades para benefício da população - com advento de novas tecnologias e melhoria na qualidade de vida - nega e retrocede o caráter mais religioso pregado pelos ortodoxos, que os reverenciam e os protegem. Do jeito que as coisas estão, os oceanos estão inertes, o vento não carrega sementes, a terra não as germina e os vulcões e placas tectônicas estão em polvorosa. A calamidade na qual o mundo se encontra remete ao fundamento de boa parte das histórias escritas por Hironobu Sakaguchi no início de sua carreira, protagonizadas pelos Guerreiros do Cristal, figuras heroicas que surgem em tempos de não esperança, a fim de erradicar a escuridão. Dentro de um complexo cenário geopolítico (que, por vezes, se faz tão bom que a associação às obras de Yasumi Matsuno são imediatas), somos apresentados, de forma compassada, num ritmo favorável, aos heróis e vilões de Bravely Default. Tiz, em visita ao abismo que engoliu sua cidade-natal, encontra Agnès Oblige, a Vestal do Vento, perseguida ferozmente pelos Cavaleiros do Céu, um dos braços do Ducado de Eternia, grandes responsáveis pelo anticristalismo ter alcançado índices tão preocupantes. Junto dela, Airy, a fada protetora da sacerdotisa, capaz de guiá-la na restruturação do mundo decadente. Após certa relutância de Agnès, Tiz a convence de que suas buscas são pares e, juntos, partem para acordar o Cristal dos Ventos, há muito desgastado. Juntam-se a eles Ringabel, sujeito sem ideia alguma de seu passado, mas portador de um tomo com diversos apontamentos de acontecimentos já transpassados e conjecturas futuras e Edea, mulher de temperamento forte e duvidosa de seus porquês. Edea se torna a ponte entre os heróis e os vilões da trama, já que, após identificar-se com os princípios ortodoxos do cristal e ao testemunhar atos ardilosos de seus colegas, como o incendiário Mago Negro Ominas Crowe, resolve seguir viagem com Tiz e companhia. Não se trata de spoiler, já que tal revelação se apresenta no trailer de lançamento de Bravely Default: Edea é filha do Duque de Eternia, o templário Braev Lee, líder do Conselho dos Seis. Figuras ardilosas têm primeira importância em um jogo deste gênero e Bravely Default nunca decepciona neste quesito. São muitos os antagonistas e, em vários casos, temos a oportunidade de conhecermos mais sobre suas vidas, especificamente por termos Edea conosco. O design dos personagens leva a assinatura de Akihiko Yoshida, conhecido de longa data por trabalhos primorosos em obras-primas do escalão de Vagrant Story, Final Fantasy Tactics e diversos outros. Seus traços também destacam as luxuosas cidades, planícies, cavernas, florestas e diversas outras paisagens de Luxendarc. Numa mistura de cenários pré-renderizados e algo mais convencional, com polígonos, as diversas camadas de cada ambiente pedem algo esquecido por muitos que se divertem por horas no portátil da Nintendo: o efeito em 3D. Algumas cidades (Eternia, minha preferida) lembram livros pop up de tão incríveis. Apesar de algumas dungeons se apresentarem de forma mais ordinária e pouco inspirada, no escopo geral, Bravely Default é agradável de se olhar, emanando estilo e beleza na palma de sua mão. Além do traço excelente, outro fator que contribui bastante na caracterização dos personagens envolvem as indagações que surgem entre o grupo. Estas são levantadas em conversas entre seus membros (algo bastante semelhantes aos skits da série Tales of), os desenvolvendo e os tornando muito interessantes. A vasta dublagem não só de momentos-chave, mas também de particularidades (e aqui cabe a recomendação pelas vozes originais em japonês, já que o trabalho realizado em inglês é bastante medíocre), tornam a caracterização ainda mais pertinente: o mulherengo Ringabel sempre trará entonação mais sensual, de pronto a ser cortado por uma enraivecida e indignada Edea, por exemplo. Dentro dos padrões criados por décadas a fio, clichês inerentes ao gênero e demais elementos mundanos permeiam a narrativa de Bravely Default, sendo possível criar paralelismo (até certo ponto óbvios) entre suas partes e seu objeto de inspiração máxima, Final Fantasy V. Tiz, o herói de coração bom, otimista e com as melhores intenções, é Bartz em cada ação; Agnès, a sacerdotisa dos ventos, focada em seus ensinamentos e com objetivo preciso, é nada além de Lenna; Ringabel e seus mistérios passados, sua amnésia, mas antevendo acontecimentos e nunca abrindo mão de galantear a garota mais próxima, é a versão mais nova de Galuf; e, por fim Edea, a guerreira explosiva e ativa, que não mede palavras para nada e cativa todos a seu redor - Faris em cada fio de cabelo. Não quero argumentar, por conseqüência, contra a trama de Bravely Default. Muito pelo contrário: somos acometidos por grandes e carismáticos personagens, onde a empatia nasce, muitas vezes, de imediato. Mas o que deixou um gosto muito azedo para mim, quarenta e quatro horas após iniciar minhas buscas para reacender os cristais, foi a forma como o roteiro encontrou de se estender em demasia. São nove capítulos que formam uma épica batalha entre a escuridão originada no abismo em Norende, e as forças do Duque contra a Vestal e seu grupo, que, de certo, poderiam ter sido otimizados para não beirar o decepcionante. A relação de amor e ódio que tive com Bravely Default após sua conclusão foi conturbada: enquanto a primeira metade é cativante e fantástica, os atos médio e final (os quatro últimos capítulos, para ser mais exato) escolheram por um design covarde e insosso, que desmotiva e quase apaga o brilho ofuscante da tão grandiosa primeira metade. Posto que Bravely Default vai fundo em seus pontos mais relevantes - seus protagonistas e antagonistas - mas trepida em sua conclusão, cabe agora abordar a segunda importância no quesito RPG: seus sistema de batalha e tudo que surge daí. Entre valquírias e vampiros, o bom e velho mago negro Seria pretensão demais incluir o sistema de batalha de Bravely Default entre o alto escalão do gênero - Grandia, Valkyrie Profile e Shin Megami Tensei III sempre serão os preferidos por aqui. Mas é bastante admirável o que foi alcançado nesta mistura de velho com novo. Para justificar de forma bastante branda por que diabos Bravely Default tem esse nome (sim, o produtor Naotaka Hayashi deu seus porquês em uma entrevista acerca do lançamento), tudo está atrelado aos embates. Quebrando a proposta oriunda de Final Fantasy 16-bits, com sua consagrada barra de ATB, a proposta aqui se sustenta da seguinte forma: como você vai utilizar seus Pontos de Batalha (BP)? Fugindo do convencional, a opção "default" substitui o ordinário "defender" e concede ao jogador uma ação adicional na batalha. Fazer uso de pontos de batalha de pronto, selecionado "brave", alavanca as possibilidades para até quatro ações logo no início do combate, mas o torna completamente à mercê assim que seus movimentos são concluídos. Portanto, tome seu tempo, há espaço para pensar antes de agir, antecipando as ações inimigas - que também podem fazer uso de tais recursos. Pode parecer complicado a princípio, mas as coisas funcionam muito bem: de forma aleatória, seu grupo foi atracado por diversos flans (fãs de FF irão identificar muitas homenagens nos inimigos, como também nos nomes das magias, itens e etc) numa floresta. A batalha parece desigual, mas seus guerreiros podem tirar proveito dos pontos de batalha (mesmo que fiquem devendo por diversas rodadas) para abrir larga vantagem, até mesmo vencer antes da ação inimiga. Arriscar com o mais poderoso deles, assumindo quatro ações de pronto, pode fazer toda diferença do mundo. Enquanto isso, seu mago se defende ao utilizar "default", armazenando ações futuras para garantir a vitória. Toque de estratégia muito bem vindo ao sistema de turno aparentemente convencional de Bravely Default. Mas o que torna a progressão da narrativa algo digno de ser acompanhado diz respeito ao sistema de Jobs. Marca registrada da série Final Fantasy, que sempre se diferencia por abordá-los de diferentes maneiras, por aqui as coisas acontecem de forma bastante peculiar. Cada antagonista guarda a sete chaves seus asterisks, uma gema que contém as funcionalidades de sua classe em específico. Diferentemente de FFV, que traz seus novos jobs conforme a história progride, os caminhos em Bravely Default são tanto mais sinuosos: Tiz e sua trupe terão que enfrentar os Cavaleiros do Céu em determinado momento da trama, conferindo a Ringabel, Agnès ou Edea as capacidades de um monge, mago branco, cavaleiro ou mago negro. Cada grupo de malvados - e são vários, entre figuras bizarras, misteriosas e sedutoras - traz seus próprios asterisks. E é tão fácil atribuir a qualquer dos heróis um desses jobs, quanto é associar a eles habilidades de jobs utilizados anteriormente. E cada um é bastante único, evoluindo de forma linear (com Job Points, conquistados ao vencer cada batalha) com habilidades primárias - inerentes ao job em atividade - e secundárias - associadas ao personagem mesmo enquanto do uso de outro job. Há também especialidades bem únicas, só atribuidas enquanto do uso do job especifíco, como a alto indíce de dano crítico de um Ranger ou a aquisição de mais dinheiro com cada vitória, ao se assumir Mercador. Além dos poderes únicos conferidos ao primário e as demais habilidades, uma segunda classe pode (e deve) ser atrelada ao herói. Sendo assim, de forma bastante livre, é possível criar um mago do tempo com força o suficiente para bramir um poderoso machado de pirata (fazer de Edea uma pirata level 14 se tornou dever cívico para mim). São ao todo vinte e quatro jobs e consegui-los varia em dificuldade e dedicação. Enquanto alguns envolvem mera progressão narrativa, grande parte deles estão associados a missões paralelas, que devem receber atenção redobrada assim que surgem no mapa. Não dar importância a um job menos convencional pode ser a diferença entre a frustração ou a vitória numa perspectiva a longo prazo. Bravely Default não brinca em serviço quando desafia o jogador com suas criaturas das profundezas do abismo de Norende. Com diversos menus, acessados de pronto com a tela inferior do portátil, manter total controle sobre seus personagens é tarefa não só das mais dinâmicas, como das mais prazerosas. Não é fácil fazer de um mago branco um exímio espadachim - cada job se dá melhor com determinadas armas e armaduras, como valquírias com lanças, ladrões com adagas e monges com os punhos, por exemplo - mas, com paciência, é bastante possível, e todos os dados estão a um toque de distância, com botões de ajuda e explicações sintetizadas. Conferindo tantas possibilidades de personalização ao seu time, é impossível que tenhamos grupos iguais. No entanto, o espaço para criação é um tanto quanto limitado, uma vez que a dificuldade pode ser elemento de frustração aos desavisados. A necessidade existente em classes elementares - um cavaleiro ou ranger para danos altos e um mago branco para cura - faz com que jobs curiosos e interessantes - o mercador e o performer, por exemplo - se tornem bastante obsoletos. Não é fácil, e muito menos rápido, evoluir as classes, e estas, enquanto segundo plano, são passivas quanto aos pontos de experiência adquiridos. Seria bem legal poder ganhar uma porcentagem destes pontos para o job secundário. Atribuir habilidades ganhas com a evolução dos jobs também custa caro - tais "espaços" só são conquistados ao ponto que cristais são despertos - logo, muita coisa se perde por uma certa limitância singular atenuante. É possível regular a dificuldade e a taxa de encontros com inimigos a qualquer momento, mas não creio serem estas as soluções para a oscilação da, por vezes, brutal dificuldade de Bravely Default. Tal elemento é sempre bastante decisivo em RPGs e poucos conseguem o limiar ideal. Além desta parcela de frustração quanto aos desafios impostos na épica jornada travada por Tiz e seus companheiros, funcionalidades on-line são fatores decisivos na forma como o jogo apresenta alguns de seus pontos que acabam sem nó muito firme. Por Norende! Mera sugestão: a partir do momento que começar Bravely Default, nunca mais desligue seu 3DS. Muita coisa acontece em Luxendarc quando você está ocupado, tentando viver por aí. Das utilidades mais básicas a princípio, encontrar perfis de jogadores mundo afora pode ser fator decisivo numa batalha mais fervorosa. Entre os poderes associados aos heróis dos cristais está a capacidade de invocar tais jogadores - os convidados - cujos ataques podem ajudá-lo de inúmeras formas. Você pode fazer o mesmo, memorizando um ataque poderoso e disponibilizando-o para que outros o utilizem. Caso você cruze com alguém via street pass, o efeito é o mesmo. A diferença se aplica caso você e esse convidado troquem friend codes: a partir de então, há a possibilidade de atrelá-lo a um de seus personagens, utilizando de seu golpe até uma vez por dia (contado em tempo real, o nosso dia - enquanto convidados da internet só são passivos de utilização única). Recomendo as habilidades especiais para fazer de seus personagens, convidados: golpes atrelados a arma de escolha do job de seu herói, a qual pode ser associada a bonificações de dano para determinado tipo de criatura, incisão de status negativos e diversas outras funções, variando fatalmente de arma branca para arma branca. Após a execução, a música se torna mais estimulante, indicando que, enquanto o tom for tal, diversas melhorias serão atribuídas aos membros de seu time. De uma forma geral, o quanto evocar convidados pode ajudar de forma efetiva numa batalha se faz mera questão de sorte. A longo prazo, quando a dificuldade engrossa e as batalhas se tornam cada vez mais e mais complicadas, contar com isso é o mesmo que nada. Aleatoriedade alegórica, diria. Outra função ativa de convidados é a reconstrução de Norende: além de evitar que a escuridão consuma o mundo e seus cristais, oriunda da grande fissura existente onde antes localizava-se a vila de Tiz, o guerreiro de coração nobre tem planos mais ambiciosos em mente. Como num desses jogos de manter cidades em redes sociais, Tiz ordena que seus convidados reconstruam lojas de itens, barracas de treinamento, estribarias, serralheiras e diversos outros empreendimentos que ajudarão - e muito - na aventura. Tudo em tempo real, onde a diferença entre comprometer um ou dez convidados para dividirem a mesma tarefa pode ser de três a noventa e nove horas. Atente a isso, já que equipamentos só conseguidos desta forma surgirão no catálogo do viajante que sempre acompanha a trupe. Normalmente são caros (e seus pgs - unidade monetária vigente - serão valiosos até muito a frente em sua busca), mas conseguir uma espada ultrapoderosa de forma precoce pode quebrar a dificuldade de forma desestimulante… Nem mesmo pense em desligar seu 3DS quando for dormir, hora esta ideal para conseguir os raros Sleep Points, essenciais para realizar o destemido Bravely Second. Armazenando até três deles, é possível paralisar a batalha e ganhar ações extras, valiosíssimas na hora de aperto. Há aqui um sistema de microtransações, onde é possível comprar Sleep Bootles para que o Bravely Second seja sempre opção, mas é bem mais divertido entrar na do jogo e fechar seu 3DS na hora de pregar os olhos - são oito horas para cada ponto, mais ou menos. De uma forma geral, admiro tudo que foi feito em Bravely Default. A parte com minhas frustrações acerca da maneira como a história se conclui, há muito a favor do excelente elenco de personagens protagonizado por Tiz Arrior. Com sistema de batalhas consistente, personalização brutal para seus guerreiros e uma das trilhas sonoras mais maravilhosas que um portátil já viu (marquem esse nome: Revo), todo e qualquer fã de jogos de RPG japoneses deve experimentar Bravely Defult. E que, a partir da experimentação própria, críticas e sugestões possam surgir, pois há aqui a comprovação de que o novo pode andar de mãos dadas com o velho.
Fonte: GameTV
inuyasha302
Enviado por inuyasha302
Membro desde
label