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Análise do jogo "Bayonetta 2" para WiiU escrito por GameTV

Escrito por GameTV, nota 10 de 10, enviado por inuyasha302,
[img]hide:aHR0cDovL3d3dy5wbGF5dHYuY29tLmJyL2Nkbi91cGxvYWRzL2NvbnRlbnRzL29yaWdpbi9pbWFnZXMvMjEyNzg5MS0xNjlfYmF5b25ldHRhXzJfd2lpVV9nYW1lcGxheV8wNjEyMTNfYm9zcy5qcGc=[/img] Bayonetta 2 está entre nós, finalmente. Felizmente, isso foi possível apenas graças ao auxílio da Nintendo, como a própria Platinum Games gosta de ressaltar. Infelizmente, exclusivo do Wii U, console que não anda se destacando muito atualmente. O que importa de verdade é que o jogo passou por um upgrade no visual e, principalmente, na sua ação frenética, agora a constantes 60 frames por segundo. E isso muda tudo. Obviamente, Bayonetta 2 é uma continuação direta do primeiro game, lançado inicialmente para o Xbox 360 e PS3. E claro que os usuários do Wii U não precisam jogar o segundo game sem saber como a bruxa cabeluda se tornou o que ela é hoje em dia, pois o primeiro Bayonetta está incluso na compra. E o melhor, também rodando a 60 frames por segundo. Conselho de amigo? Não comece o novo game sem saber o que acontece no primeiro. As pessoas por aí costumam menosprezar a história do jogo, mas assim como toda trama, é essencial para nos fazer gostar da personagem. Não que ela não seja carismática, mas a empatia verdadeira nasce somente depois que conhecemos ela um pouco mais a fundo. E a história é bacana sim! [img]hide:aHR0cDovL3d3dy5wbGF5dHYuY29tLmJyL2Nkbi91cGxvYWRzL2NvbnRlbnRzL29yaWdpbi9pbWFnZXMvV2lpVV9CYXlvbmV0dGEyX3Njcm4wNF9FMy5qcGc=[/img] Como todos sabem, a Platinum tem o seu jeitinho de criar jogos de ação. Sequências cinematográficas espetaculares, com o jogador no comando delas a maioria das vezes. E não acho que existam pessoas que desgostem mesmo sem o controle. Essa criatividade nos combates anda cada vez mais difícil de ser encontrada por aí. Um dos momentos mais fantásticos do jogo acontece logo na quarta fase, com Bayonetta e o Lumen Sage mascarado se enfrentando de igual para igual, com suas invocações, habilidades marciais e transformações. O clímax se dá com ambos trocando tapas no plano principal, enquanto ao fundo, dois monstros gigantes se enfrentam com a mesma violência, tudo sem que haja sequer um frame reduzido. Aff... Não bastasse a variedade de inimigos angelicais, da mesma laia dos encontrados no primeiro jogo, dessa vez enfrentamos também alguns demônios. E todos com um visual diferente, chegando até a incomodar o jogador, o que é muito bom. A dificuldade, no entanto, ficou um tanto abaixo do esperado. Mas isso no modo normal, pois a 3rd Climax e a Infinite Climax dão conta dos mais exigentes com este quesito. [img]hide:aHR0cDovL3d3dy5wbGF5dHYuY29tLmJyL2Nkbi91cGxvYWRzL2NvbnRlbnRzL29yaWdpbi9pbWFnZXMvRm94LU1jQ2xvdWQtQmF5b25ldHRhLTIuanBn[/img] Por se tratar de um exclusivo, não foram poupados os easter eggs de outras franquias da Big N. Logo na primeira leva temos roupas especiais inspiradas em Mario Bros., Zelda, Metroid e Starfox. Todas alteram os elementos visuais do jogo, umas em maior escalas do que outras. No caso da roupa do Link, por exemplo, um parry especial - que pode ser adquirido normalmente através da compra de um acessório na loja de Rodin - lhe é fornecido se custos de slots de equipamentos. Tem uma funcionalidade muito parecida com a versão do parry encontrada em Metal Gear Rising Revengeance, mas não é preciso apertar o botão da espada, basta direcionar o controle para frente. As demais vestimentas sempre tentam colocar as referências de outras franquias no mundo de Bayonetta. Ao invés dos braços e pernas do demônio Madame Butterfly, o pezão do Bowser, a nave de Fox durante certos momentos quando utilizamos a roupa especial de Starfox, ou a morphball de Metroid ao invés da personagem se transformar numa pantera. Pode esperar sempre alguma coisa em relação a isso. [img]hide:aHR0cDovL3d3dy5wbGF5dHYuY29tLmJyL2Nkbi91cGxvYWRzL2NvbnRlbnRzL29yaWdpbi9pbWFnZXMvV2lpVV9CYXlvbmV0dGEyX2NoYXIwOF9MYWJvbGFzLmpwZw==[/img] Por falar em combate, a maior novidade ficou por conta do Umbran Climax, uma versão para toda hora do antigo Climax Mode (automático e restrito a algumas passagens no primeiro jogo). O game lhe dá a oportunidade de aumentar instantaneamente o poder de ataque de Bayonetta, ao custo de uma barra especial de magias, que também servem para desencadear os Torture Attacks. Em linhas gerais, é a versão do Devil Trigger, de DMC para o novo game da Platinum. As armas disponibilizadas para a aventura tornaram-se mais "comuns". Dentre elas, uma espada dupla, um martelo gigante e um lança-chamas, todos inéditos, mas de certa forma repetidos. As que mais me interessaram foram um arco e flecha em forma de inseto que dispara flechas envenenadas, um chicote de longo alcance e duas espadas no formato de serras elétricas, que, quando equipadas nos pés, transformam-se em patins. Ah, e um Mech mais ou menos parecido com as encontradas nos jogos de Mega Man X. São mais lentos e limitados a um tipo de ataque, mas muito poderosos. As fases ainda são divididas em versos. Cada verso dá ao jogador uma medalha por suas habilidades de combate e velocidade. Apesar de ser um game linear, Bayonetta 2 tem fortes elementos de exploração, seja para adquirir medalhas nos versos secretos (que precisam ser descobertos durante a fase) ou mesmo para a obtenção dos LPs - que podem ser trocados por armas na loja infernal de Rodin. [img]hide:aHR0cDovL3d3dy5wbGF5dHYuY29tLmJyL2Nkbi91cGxvYWRzL2NvbnRlbnRzL29yaWdpbi9pbWFnZXMvV2lpVV9CYXlvbmV0dGEyX3Njcm4wNl9FM3Jlc2l6ZWQuanBn[/img] Além do modo história tradicional, um multiplayer cooperativo para dois jogadores (online) foi adicionado. Tag Climax deixa o jogador escolher o personagem (Bayonetta, Jeanne, Rodin e o Lumen Sage mascarado) e depois enfrentar batalhas específicas cuja dificuldade é medida na aposta de Halos (os anéis-dinheiro do jogo). É divertido e tudo mais, mas super desnecessário um multiplayer em Bayonetta, ainda mais quando temos personagens tão poderosos quanto aqueles. Dividir o extermínio angelical com um jogador online é um desperdício de diversão egoísta. Além do Tag Climax, temos os Witch Trials, fases especiais que o jogador precisa vencê-las com uma única quantidade vida. Nesse modo, o Umbra Climax não recupera sua vida, e é preciso uma agilidade extra para garantir que sua vida não acabe antes da hora. Transformaria, sem nenhum problema, minha crítica sobre Bayonetta 2 em uma carta de amor à Platinum Games. Currículo exemplar, sempre com jogos que trabalham fórmulas de jogos "normais" de forma espetacular. Aqui não foi diferente. Se coubesse a mim premiar o melhor jogo de hack'n slash do ano, essa estatueta já estaria em suas mãos, querida Cereza.
Fonte: GameTV
inuyasha302
Enviado por inuyasha302
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