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Análise do jogo "Red Faction: Guerrilla" para PC escrito por GameHall

Escrito por GameHall, nota 9 de 10, enviado por Giordano Trabach,
[img]hide:aHR0cDovL2dhbWVoYWxsLnVvbC5jb20uYnIvZ2FtZXNnZXJhbC9pbWFnZXMvc3Rvcmllcy9oYW1tZXItbG9nby5qcGc=[/img] Games de ação são um dos tipos de jogos mais comuns hoje em dia. Tiros, adrenalina sempre fizeram parte da fórmula deste tipo de jogos. Mas novos ingredientes têm sido implementados. Um deles é a física avançada e interatividade com o cenário cada vez mais impressionantes. Foi pensando em todos esses quesitos que a Volition produziu Red Faction Guerrila. Mais abaixo você entenderá melhor. [b]Muita ação num cenário pouco convencional: Marte[/b] A história de Red Faction Guerrila é um pouco batida, já retratada em vários games como Dead Space, por exemplo. Os recursos naturais da Terra foram esgotados e a humanidade se viu forçada a sair do planeta em busca deles. E Marte surgiu como local ideal para a extração de tais recursos. E você foi para o planeta para trabalhar ao lado de seu irmão, que já vive lá há algum tempo. [img]hide:aHR0cDovL2dhbWVoYWxsLnVvbC5jb20uYnIvZ2FtZXNnZXJhbC9pbWFnZXMvc3Rvcmllcy9yZWRfZmFjdGlvbl9ndWVycmlsYV8xNV8yMDA5MDYzMF8xMjAyMDAzMTc4LmpwZw==[/img] [t2]Jogabilidade devastadoramente sedutora[/t2] A primeira missão do jogo é simples: derrubar uma torre e destruir um prédio de três andares. Espere até saber que você pode escolher como vai fazer isso. Bombas e uma marreta estão à sua disposição, sirva-se. Espere um pouco: como assim destruir um prédio com uma marreta? Não leu errado, em RFG isso é uma possibilidade. Claro que não serão poucas marretadas, mas é uma ótima saída para quando a pólvora a seu alcance for escassa. Veículos também podem ser usados nas destruições, e são tão eficientes quanto bombas. Essa destruição toda é muito atraente, mas só até um certo ponto: o ponto em que o jogador percebe que as coisas quebram com uma facilidade fora do normal. Uma pena. [img]hide:aHR0cDovL2dhbWVoYWxsLnVvbC5jb20uYnIvZ2FtZXNnZXJhbC9pbWFnZXMvc3Rvcmllcy9yZWRfZmFjdGlvbl9ndWVycmlsYV8zMV8yMDA5MDYzMF8xNTc3OTQzMDA0LmpwZw==[/img] Os controles são intuitivos e respondem rápido, visto que a ação é frequente e se eles fossem travados e/ou tivessem um atraso grande, poriam tudo a perder. A dirigibilidade dos veículos não prima pelo realismo, visto que é muito superficial e não apresenta qualquer tipo de fidelidade a carros reais no sentido de condução. Não pense que por o jogo ser mundo aberto que você vai pegar um carro, curtir o jeito como ele é guiado e sair explorando o ambiente do jogo. Os veículos cumprem somente dois papéis aqui: transporte e destruição. E o ambiente também não é dos mais agradáveis, já que o cenário é predominantemente vermelho e composto principalmente de rochedos e estradas. [t2]Gráficos tão explosivos quanto o resto do game[/t2] Como um autêntico game de 2009, os gráficos são bons (não excelentes) e apresentam ótimas texturas, principalmente nos modelos dos personagens e uma iluminação caprichada. O visual no geral não peca, mas as sombras ficam apenas na média e não impressionam, você dificimente perceberá que elas estão lá. [t2]Um jogo que não tem motivos para fracassar[/t2] Parece que a Volition pretendia fazer um jogo livre da falhas, já que colocou em um só game gráficos excelentes, possibilidade quase que integral de destruição do cenário, mundo aberto, veículos e arsenal para todos os gostos. A história é dispensável e não é nem de perto o ponto forte do jogo, que é focado na diversão causada pela destruição que seu personagem pode fazer num jogo de muitos atrativos que merece estar na prateleira de qualquer fã de games de ação. [t2]Jogabilidade:[/t2] 10.0/10 [t2]Gráficos:[/t2] 8.0/10 [t2]Som:[/t2] 9.0/10 [t2]Diversão:[/t2] 10.0/10 [t2]Análise geral:[/t2] 9.0/10.
Fonte: GameHall
Giordano Trabach
Enviado por Giordano Trabach
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23 anos, Espírito Santo
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