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Análise do jogo "Super Smash Bros. 3DS" para 3DS escrito por Eurogamer

Escrito por Eurogamer, nota 9 de 10, enviado por inuyasha302,
O que representa hoje o lançamento de Super Smash Bros (SSB) para a 3DS, um autêntico fenómeno de vendas, como se viu no Japão há pouco mais de uma semana e a continuar no dia 3 de Outubro aqui em Portugal e restantes países do continente Europeu, veicula a ideia de um aparente longo trajecto percorrido, tal como muitas outras séries da Nintendo. E no entanto, o original Super Smash Bros remonta a 1999, ao fim do milénio. Um jogo que pretendia funcionar como um "party game" de diferentes coordenadas, criado à luz dos "fighting games" e com um acervo de personagens, palcos de batalha, itens e powers ups, esses sim, oriundos de produções da casa mais distantes. O SSB de 1999, lançado para a Nintendo 64, contém apenas oito lutadores, alguns desbloqueáveis e quase uma dezena de cenários. Um conteúdo inicial eficaz mas magro, por comparação com as produções mais recentes, se pensarmos em Super Smash Brawl da Wii e, indo um pouco mais atrás, SSB Melee para a GameCube. Mas o jogo que a Sora (Masahiro Sakurai) criou para a 3DS - que nos trouxe Kid Icarus Uprising para a 3DS - em conjugação com outros estúdios, entre os quais o Hal Laboratory, atinge quase tudo o que os fãs podiam esperar. SSB é o primeiro jogo a sair numa consola portátil e com esta edição, apesar dos constrangimentos derivados dos limites dos ecrãs e da potência da consola, os principais elementos do jogo couberam numa portátil de bolso, podendo qualquer um levar os múltiplos palcos de batalha para qualquer lugar. Este jogo contribuiu também para o êxito da Nintendo na última E3 (se não pensarmos só nas filas criadas à porta do torneio mas também no vídeo que mostra Iwata e Reggie numa luta) e é sintomático da injecção de qualidade nas produções da companhia, capaz de transportar para os seus jogos, notas humorísticas e um apanhado global da sua história. Se pensarmos no contributo dado por jogos como Animal Crossing: New Leaf potenciando o Villager, até ao Mario Kart 8 e o famoso olhar aterrador de Luigi, sem esquecer Tomodachi Life, talvez a experiência mais arrojada do ano embora com falta de interacção nos termos habituais, cada vez mais jogos traduzem a confiança da companhia em compreender como as suas séries podem crescer e continuar a tocar nos fãs do mesmo modo que o fizeram há dez, vinte ou mais anos. Embora estruturalmente próximo de Super Smash Bros. Brawl para a Wii, SSB para a 3DS não é só uma novidade na portátil, como transporta ainda mais o carisma das múltiplas séries da Nintendo. Personagens, itens, ajudantes, cenários altamente dinâmicos, golpes especiais, "sprites" representativos de movimentos icónicos das personagens e sons da mais longínqua melodia e sonoridade à mais recente trilha sonora, tudo isso se funde numa experiência superlativa e abastecida. E embora possam ser detectadas notas de desequilíbrio nalguns combates, com personagens claramente mais fortes, SSB é talvez o party game mais forte e genuíno da Nintendo, que porá veteranos e principiantes em contacto com boa parte da história da Nintendo, a companhia no activo com mais tradição e história. SSB é um "fighting game". Mas não é um jogo de luta no modelo mais tradicional, do género Street Fighter, que opõe normalmente 2 lutadores. Em SSB até quatro jogadores podem entrar em combate no mesmo cenário, palco esse construído com plataformas, em homenagem aos clássicos mas altamente dinâmicos, a envolver a destruição de certos pontos, por vezes à custa dos golpes especiais causados pelas personagens, outras vezes através de deslocações automáticas que obrigam as personagens a saltar de plataforma em plataforma até um novo ponto de confronto. Qualquer jogador que tenha jogado algum dos anteriores três títulos da série não terá dificuldade em se adaptar ao jogo da 3DS. As regras e princípios de jogo mantêm-se. No entanto, muitos serão estreantes em SSB, pelo que de início poderão sentir-se perdidos e algo confusos sobre como combater com sucesso no jogo e em perceber o significado de todos os itens. Faz-se sentir por isso a ausência de um "tutorial" interactivo ou um modo de jogo que pudesse deixar o jogador praticar os movimentos de ataque básicos e especiais de cada uma das personagens, como existe em Super Street Fighter IV, com os "trials" para todas as personagens. Porém, se deixarem pausado o jogo no ecrã inicial, é-vos mostrado um vídeo explicativo do funcionamento básico do jogo, com indicações claras dos botões a pressionar. Uma vez seleccionada a personagem e el [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=X3RabYT_Log[/youtube] Uma vez seleccionada a personagem e eleito o cenário para combate, o objectivo é derrotar todos os adversários. Para isso terão que infligir danos sucessivos, sendo que no ecrã inferior é revelada a percentagem. Quando estiver a tocar no vermelho, bem acima dos 100%, um ataque especial é suficiente para enviar uma personagem para fora dos limites do cenário, num imediato KO. A personagem regressa num "respawn" enquanto houver tempo disponível mas o vencedor é o que tiver efectuado mais KO's e recebido menos expulsões do cenário. Em caso de empate, ambas as personagens enfrentam-se numa rápida morte súbita, na qual a primeira personagem a tocar na outra com um ataque especial bem medido ganha imediatamente. 3 O Habitante tem uns ataques especiais muito divertidos. SSB dispensa a maioria das combinações existentes em jogos de luta. O processo de combate é simples e muito eficaz, mas há bastante profundidade e uma componente estratégica que distingue os veteranos dos principiantes. O botão A opera um ataque, que pode ser diferente de acordo com o movimento dado ao analógico (ao mesmo tempo), para os lados, para cima ou para baixo. Mas se usarmos o botão B, então acedemos ao ataque especial, mais forte, com as mesmas variantes através do botão analógico. Ao todo temos quase uma dezena de golpes exclusivos para cada uma das personagens e ainda podemos usar o escudo protector (efeito temporário), com o qual nos protegemos dos ataques dos adversários, pressionando o R e o movimento que agarra e arremessa o adversário, através do botão L, embora neste caso as personagens tenham de estar próximas. Estas combinações são suficientes para criar uma acesa e disputada batalha, pois existe ainda um detalhe relevante nos movimentos, que é o duplo salto, com o qual podemos escapar mais facilmente dos adversários, preparar uma combinação no ar e regressar à plataforma evitando a queda no abismo, cujo efeito é um sempre arreliante KO. Mas o que torna realmente especial SSB é a quantidade de itens que constantemente pingam sobre os cenários, como se fosse chuva, todos diferentes, únicos e produtores de efeitos surpreendentes mas também arrasadores na posse de certas personagens. O objectivo é chegar primeiro ao item mais apetecido, como a barreira de fogo, com a qual podemos arremessar para longe os adversários ou a bola smash, uma esfera misteriosa que flutua no cenário. O primeiro jogador a rebentar essa bola adquire um poder especial podendo aplicar um potente "final Smash". Isto são apenas alguns exemplos do que podem fazer, porque a lista engrossa como tudo. Temos ainda o Steel Diver que dispara pequenos torpedos. O frasco com fada é óptimo para recuperar danos e ainda temos as abelhas libertadas pela colmeia. Há também o taco de basebol, os Cuccos de Zelda e a Daybreak. Podem ainda arremessar pipos e pesadas caixas, explosivos, enfim, um número compridíssimo de explosões, rebentamentos, disparos e arremessos que podem fazer num combate e que tornam tudo muito frenético e num ritmo louco desde o primeiro ao último segundo da batalha. Todos os itens são oriundos de diferentes séries e jogos da Nintendo, pelo que se torna interessante descobrir esta convergência de fontes. O "rooster" de personagens é enorme e será talvez o maior conjunto de lutadores disponíveis num jogo de luta. Podem assim encontrar as personagens de diferentes séries da Nintendo, como Kirby, Zelda, Super Mario, Pokémon, F-Zero, Wii Fit (a novidade é o instrutor), Kid Icarus, Metroid e outras. Ao princípio terão acesso a mais de uma trintena de personagens, mas terão muitas mais para desbloquear, o que desemboca numa lista avassaladora e que não raras vezes nos deixa na dúvida sobre que personagem escolher. Podendo editar e jogar com o vosso próprio Mii, entre as novidades encontram: Shulk, de Xenoblade, Robin, Palutena, Greninja, o possante boxeur Little Mac, Rosalina e Luma, o Habitante, Pac-Man e Mega Man, oriundos da Namco Bandai e da Capcom, as únicas inclusões de séries não Nintendo, a juntar a Sonic, embora esse um regressado. 4 Arte da Sora com Shulk de Xenoblade. No meio de tantas e tão diferentes personagens, encontram estilos, movimentos e ataques que vos levarão a tomar preferências. Parece-me que Little Mac leva uma vantagem entre os preferidos. Os seus ataques e combinações especiais são muito fortes e atiram um adversário facilmente para lá dos limites do cenário com um "uppercut" bem medido. Donkey Kong beneficia do seu enorme tamanho e Shulk, assim como Charizard e Greninja, proporcionam vantagens corporais relativamente a adversários aparentemente mais enfraquecidos como o Habitante, a instrutora de Wii Fit e Mega Man, que quanto a nós podia estar bem mais forte. Mas como em muitos jogos de luta, com tempo haverá uma "tier list" que revelará os melhores lutadores, embora um bom jogador seja capaz de conseguir bons resultados com personagens menos fortes. Ainda no quadro da jogabilidade são relevantes as bolas Pokémon e os ajudantes. As bolas Pokémon são itens que permitem convocar um dos muitos monstros presentes em nosso auxílio, como Fletching ou Giratina. Durante algum tempo, estes pokémons actuam ao nosso lado e, controlados pela inteligência artificial, contribuem para um incremento de danos no adversário. Além disso, há uma categoria de ajudantes que podem auxiliar a nossa personagem durante o combate, desde que tenhamos encontrado os itens correctos. Em nosso auxílio encontramos o Dr. Kawashima, Isabelle, Color TV-Game 15, Samus Sombria, Midna e Ghiraim. Muitos deles são desbloqueáveis, o que torna a caixa de surpresas admirável. No meio de tantos lutadores e personagens a combater entre si, totalmente 3D mas numa perspectiva clássica em 2D, é natural que no caso de afastamento da perspectiva (zoom out), o quadro de acção que nos importa se reduza a uma miniatura algo complicada de acompanhar, sobretudo se jogarmos numa 3DS de primeira geração. No caso da Nintendo 3DS XL o efeito "zoom out" não cria tantas dificuldades, mas com tantas personagens, explosões e golpes especiais é normal perderem de vista a vossa personagem no calor do combate. Quanto aos cenários presentes em SSB, haverá muitas e grandes surpresas. Entre as novidades vão encontrar, por exemplo, a ilha do Tortimer. Bem representada, encontramos a oeste Kap'n e o seu barco, útil para enviarmos alguns adversários em direcção ao alto mar. A Torre Prisma, o comboio-espírito e a estrada arco-íris formam outras novidades. O dinamismo e as transições automáticas nos cenários criam mais algum alvoroço e podem aproximar alguns lutadores do abismo, mas todos eles derivam de séries da Nintendo, numa transposição bem sucedida dos elementos emblematicos. Na estrada arco-íris importa desviar dos karts tripulados pelos Masquitos que saltam sem parcimónia sobre plataformas onde os nossos lutadores se apoiam, todas as vezes que é assinalada a placa de perigo. No caso do comboio-espírito, oriundo de Spirit Tracks, é a composição em movimento, com os vagões a ficarem soltos, que obrigam à ginástica de movimentos. Mas também encontramos o bloco de apartamentos de Tomodachi Life, onde podemos encontrar, no jogo, personagens que tenhamos guardadas no save mas que apenas observam o combate. Outros combates decorrem sobre a nave espacial de StarFox, no espaço de recreio de Nintendogs, onde peças descem e formam plataformas. É praticamente impossível relatar nesta análise todas as transformações, dinamismo e elementos nucleares das diferentes séries presentes nos cenários de SSB. Descobrir o preparo pela Sora vai muito para lá do imenso quadro inicial de cenários disponíveis. É um baú de surpresas que deixará ainda mais deliciados os jogadores, assim que se envolverem na nostalgia e descobrirem ligações que parecem não mais acabar, assim como velhas formas e mecânicas de interacção. Por vezes a questão que sobra é: o que não está incluído? Em termos visuais, o destaque vai naturalmente para a fluidez em termos gráficos. Mesmo com imensas personagens em combate, ajudantes e toda uma conjugação de movimentos e "sprites", não ocorre o mínimo abrandamento e tudo se mantém destacado sem impurezas ou defeitos. É claro que o detalhe das personagens não atinge o mesmo grau de pormenor da versão que sairá no Natal para a Wii U e para garantir um vinco maior das personagens foi aplicado um contorno em cel-shade, que até pode ser desligado no quadro de opções. Mas não deixa de ser surpreendente ver toda a escala épica deste jogo a "operar" na palma da nossa mão, como se a 3DS fosse mais do que uma portátil. As transformações dos cenários, o colorido, a arte e a estética dos cenários, ora exuberantes, como na Gaur Plain de Xenoblade, ora eivados de nostalgia como no Piktochat da 3DS ou até no cenário de New Super Mario Bros, onde podemos recolher diferentes tipos de moedas e alterar o nosso aspecto visual, revelam uma produção muito segura e esmerada. Existe ainda uma opção que permite retirar as transformações dos cenários e jogar numa perspectiva fixa (DF), mas fica pelo caminho algum sal e pimenta. Quanto a modos de jogo, SSB apresenta quatro grandes blocos. O primeiro é o modo Smash, a componente mais tradicional que vos permite jogar a solo com o computador ou com os amigos, até quatro jogadores em rede local sem fios. Só precisam de escolher um cenário e uma personagem. O quadro de opções - regras - é grande. Podem personalizar diferentes parâmetros como itens, regras de apuramento do vencedor, etc. e etc. Outro modo que vos tomará muito tempo é naturalmente o modo online, que vos habilita a jogar com os vossos amigos mas também com adversários de todo o mundo, da Europa até ao Japão. Com os amigos podem encontrar algum que esteja numa sala online e entrar em combate. Podem também optar por abrir uma sala e esperar que outros jogadores adiram. Enquanto esperam, treinam com o computador. A quantidade de personalizáveis no modo online é muito significativa e existem opções que vos deixam jogar apenas pelo divertimento, se não estiverem dispostos a competir pelo ranking mundial. Podem gravar as vossas vitórias e momentos de sucesso para rever mais tarde, como também podem observar combates internacionais e apostar no presuntivo vencedor, com base numa percentagem de vitórias. Uma opção bastante curiosa. Assistir aos combates é uma boa opção para aprender técnicas e descobrir como jogar melhor SSB. Afinal, aprende-se sempre com os "pros". Ao tempo da análise, são escassos os jogadores europeus com o jogo, pelo que acabamos por jogar contra japoneses. As ligações operam-se rapidamente e não obstante a existência de algum lag nalgumas partidas, a experiência revelou-se muito positiva, deixando antever uma adesão massiva no acesso aos servidores. Afinal qualquer combate num "fighting game" é muito mais interessante quando jogado contra um humano. Quem queira uma aventura a solo, a Aventura Smash é a primeira grande opção. Desde logo porque se perfila como um óptimo treino ao permitir que aperfeiçoemos as técnicas da nossa personagem num labirinto, durante cinco minutos. Os inimigos que derrotamos deixam itens e estes melhoram diversos parâmetros da nossa personagem, como velocidade, ataque e defesa. Finda a exploração no labirinto somos levados para um derradeiro combate, lutando contra os adversários controlados pelo computador e num estado de evolução dependente do pecúlio amealhado nos cinco minutos anteriores. A vantagem deste modo é que pode ser partilhado com mais três amigos, através de ligação local. Este modo de jogo possui uma opção que nos permite personalizar os poderes da nossa personagem, com opções como acessórios e equipamento, como se estivéssemos num jogo de role play. Para além do aspecto podemos tornar a personagem exclusiva e moldada ao nosso gosto, consoante os itens que tenhamos desbloqueado. Por fim, encontramos ainda um quadro composto pelos extras, com mais e diferentes opções de combate a solo ou em grupo, com mais amigos através da rede local. Em primeiro lugar, destaque para a opção clássica, na qual circulamos ao longo de um trajecto onde podemos encontrar diferentes adversários. Nesta opção somos recompensados com moedas em função da dificuldade seleccionada. Do mais fácil, até ao insano, as recompensas são variáveis. Na opção Lendas Smash iremos defrontar vagas de adversários, agregados por geração. O objectivo passa por resistir e completar o significativo périplo. Existe também uma opção que nos deixa treinar com qualquer um dos lutadores, a partir de diferentes personalizáveis, algo útil para quem pretende saber com exactidão a quantidade de danos que um ataque provoca. Já o modo estádio, é talvez a opção mais criativa e original que vão encontrar. Nele existem diversos modos de jogo, como a luta contra um exército de adversários, a destruição de alvos a partir de uma bomba e o lançamento do saco de boxe com um taco de basebol. São opções interessantes que valem sobretudo pela fuga aos elementos mais tradicionais, ainda que haja uma nota negativa nesta parte. Apesar da existência de regras, demora um pouco até nos acostumarmos às técnicas. Só consegui atirar para mais de 400 metros o saco de boxe depois de meia hora de tentativas e erros. Seria mais fácil se tivéssemos à nossa disposição uma demonstração. Por fim, temos um editor onde podemos personalizar qualquer lutador, inclusive o nosso Mii. 9 Afiem as espadas. SSB apresenta inúmeros troféus, um quadro de imagens desbloqueáveis, estantes com personagens transformadas em objectos, como se fossem miniaturas de colecção e até uma galeria com as nossas fotografias dos momentos épicos do combate. Nas opções encontram também uma Jukebox, que vos deixa seleccionar temas musicais, oriundos de mais de duas dezenas de produtores. A produtora refez alguns dos temas clássicos mas muitas melodias podem ser escutadas na sua composição original. Uma secção a visitar. Com o StreetPass activado podem desbloquear mais algum conteúdo e ainda existe uma opção para ligar a consola à Wii U, mas com efeito apenas por altura do lançamento da versão SSB da Wii U, o que transforma a 3DS num comando de jogo da consola doméstica da Nintendo. À semelhança de outros jogos lançados em Portugal, a Nintendo localizou totalmente o jogo para a nossa língua, com afectações mais sonantes por exemplo sobre o Villager de Animal Crossing: New Leaf, como começou por ser conhecido, agora traduzido para Habitante. Todos os menus e regras encontram-se em português, sendo mais fácil a leitura pelos mais pequenos e um sinal de compromisso pelo mercado nacional. Os heróis da Nintendo regressam em grande neste "crossover", o mais importante da companhia. Estreia numa portátil da Nintendo, SSB transporta toda a nostalgia das personagens que tornaram mundiais e relevantes tão diferentes séries, como materializa com sucesso as expectativas dos amantes do género, ao entregar combates fluidos, frenéticos e visualmente marcantes. Numa plataforma que podemos tomar em mão, SSB celebra também a história da companhia, atendendo ao detalhe e dimensão dos elementos incluídos na experiência. Ainda há aspectos que podem ser melhorados, como uma melhor definição do funcionamento das mecânicas de jogo e claro, as dificuldades de acompanhamento dos combates assim que a perspectiva se afasta das personagens. Veremos se a versão para a Wii U, a sair para o final do ano, corrige esses aspectos. Mas tendo em conta os diferentes modos de jogo, os combates online e por meio de ligação em rede local, assim como o fortíssimo conteúdo quanto a personagens, cenários e itens, SSB é o maior encontro de personagens Nintendo disponível para a Nintendo 3DS.
Fonte: Eurogamer
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Enviado por inuyasha302
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