A Electronic Arts demitiu cerca de 900 empregados durante sua “reestruturação organizacional”. O número representa 10% do quadro de funcionários da empresa.
De acordo com o anúncio oficial da companhia, as demissões custarão cerca de 16 milhões de dólares à empresa. Ainda assim, o objetivo da EA é reduzir custos após os maus resultados financeiros que a companhia tem apresentado no ano até agora.
Problemas – Em março, a EA perdeu seu CEO, John Riccitiello, que saiu da empresa após uma série de resultados financeiros ruins. A demissão ocorreu pouco após o desastre do novo SimCity, que apresentou inúmeros problemas de conexão para todos os jogadores que compraram o jogo na semana de lançamento, no começo de março.
Em abril, a EA fechou os estúdios PopCap Vancouver e Quicklime, demitiu centenas de empregados e encerrou o programa EA Partners, pelo qual funcionava como distribuidora de estúdios independentes. As versões sociais de SimCity e The Sims também foram canceladas no período.
Diante da crise, o diretor de operações da EA, Peter Moore, admitiu que a empresa cometeu “erros demais” nos últimos tempos. Na ocasião, ele foi questionado sobre uma pesquisa do site The Consumerist na qual a companhia ganhou, pela segunda vez consecutiva, o título de Pior Empresa da América.

