Sim, o Nintendo Wii foi um sucesso

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Mais um ano que se inicia e os rumores sobre uma nova geração estão em alta. Como na atual geração, a Nintendo resolveu sair na frente. Aliás, está certo afirmar que ainda estamos na 7ª geração? Ou pelo fato da Nintendo ter dado a largada, já estamos na “Next generation”? Difícil responder. Fato é que, estão todos desconfiados sobre o WiiU . Dois motivos para tal: Ter sido lançado antes mesmo de seus concorrentes serem anunciados e lembranças do seu antecessor. Mas faço-lhes uma pergunta: teria sido o Nintendo Wii, um fracasso?

Se algo não lhe agrada não quer dizer que seja um fracasso.

E se não agrada um grande número de pessoas? Daí temos que analisar o seguinte fator: seria esse “grande número” o público alvo? Ora, se a maioria referida pertence ao público gamer, e estamos falando de um console, não seria esse o público alvo? Talvez. No seu lançamento o Nintendo Wii causou um grande boom no mercado com o seu controle revolucionário. Só se falava em sensor de movimentos. Nem o lançamento dos outros consoles ofuscou o potencial “nintendista”. Por sua vez, a Microsoft e em seguida a Sony também apresentaram seus controles com sensores de movimento. Uma coisa é certa, no marketing há uma máxima que diz: “O primeiro visto, será o primeiro lembrado.” Isso de fato funcionou, mesmo com toda a pompa do Kinect e potencialidade do PS Move o sucesso do Wii se estendeu além do seu lançamento. Perdi a conta de quantas matérias de programas e telejornais sobre o sensor de movimentos da Nintendo, o incrível que em muitas dessas matéria o assunto abordado não era games, pelo menos não diretamente. Matérias sobre atividades ara idosos, fisioterapia dentre outros destacavam o Wii como um ferramenta a ser usada em beneficio do corpo. Sabemos que para a mercadologia e o mundo corporativo, os consoles são produtos, e um produto para dar certo depende de alguns fatores como: marca, potencialidade e diferencial. Marca a Nintendo tem, e mais do que consolidada, na verdade uma referência. Potencialidade como foi visto acima, dispensa apresentações. A Nintendo precisava encontrar o diferencial já que existe uma marca concorrente (Sony/Playstation) numa crescente constante e dominante a duas gerações. E nesse quesito, a Nintendo arrebentou, um mercado tão promissor como os Games não pode ter apenas um nicho. Já que a rival tinha conquistado o público hardcore, e ainda por cima dividia esse público com uma outra gigante (Microsoft), “vamos correr por fora” (deve ter pensado o Myamoto). Apostou as fichas no público casual, aquele gamer de final de semana que só quer se divertir com a família e amigos, reunir uma galera pra brincar. Mas é claro que não poderia esquecer os seus clientes fiéis e nem tão pouco o público HC. As franquias exclusivas Nintendo cumprem o papel de fidelizar e atrair novos gamers, enquento os games casuais que exploram a liberdade de movimentam atrai o público casual.

Mercadologicamente falando, a Nintendo atingiu o objetivo, e passou muito bem (obrigado) pela 7ª geração. Resumo da ópera: Vendeu, atraiu um novo público e criou tendência. Ou seja, sucesso!

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