Um dia frio no Inferno: Company of Heroes 2 se move para o leste

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Relic Entertainment demonstrou a sequela de um dos mais aclamados jogos RTS já produzidos pela THQ em uma amostra pré-E3 semana passada. Impressões de Stace Harman e uma entrevista com o desenvolvedor no video

https://www.youtube.com/watch?v=https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=ppn21bVSm5Y

Afirmar que um jogo oferece uma representação realistica da sua proposta seria contraditoriamente arrogante, mas um jogo pode certamente apresentar uma auntêntica interpretação e demonstra-la pela jogabilidade, exbitida pela Relic Entertainment, Company of Heroes 2 está espremendo cada gota de autenticidade da mais dura e sangrenta fronte da Segunda Guerra Mundial.

A Frente Oriental

A ordem nº227 de Stalin é famosa por sua brutalidade e mentalidade “até o último que sobrar” que caracteriza o conflito frente oriental. O ponto crucial de ordem 227, é que haveria “não um passo para trás”, não era uma mera metafóra: foi reforçada por sanções que decretaram que não importava o que viria pela frente, qualquer homem que se retirar sem uma ordem direta para fazê-lo seria marcado tanto como um covarde quanto traidor de seu país e arriscava à ser baleado por seus próprios companheiros.

“Essa foi uma guerra brutal”, disse Duffy. “Havia uma necessidade real de controle que levou à criação de coisas como a ordem 227; que realmente deu o tom em uma situação onde os países estavam, essencialmente, tentando evitar a eliminação completa.”

A narrativa mais ampla da campanha é contada através dos olhos de um ex-soldado que retorna à linha de frente como um correspondente de guerra. Em um ponto à mais para a autenticidade, Relic está em negociação para licenciar o conteúdo de um livro escrito por um soldado russo que lutou no conflito, que espera construir uma base de sua história.

Relic pretende que esta atenção aos detalhes irá reforçar sua tentativa de transmitir a mentalidade das forças soviéticas, bem como o desespero e o que levou até o tratamento aparentemente desumano de seus próprios soldados. Ela espera retratar as circunstâncias e condições do conflito de tal forma, de modo ser ao mesmo tempo firme e sensível, algo que inicialmente soa como uma contradição.

“O conflito todo foi brutal e queremos retratar isso de uma maneira nada tímida do que aconteceu.”

“Trata-se de imersão e envolvimento, uma das coisas que fazemos é o foco sobre os heróis da linha de frente e a jogabilidade dinâmica e tática”, explica Duffy.

“Queremos ser capazes de mergulhar o jogador em algo daquela autenticidade e proporcionar uma experiência emocional, queremos ser julgados de acordo com a autenticidade, precisão e tom da experiência.”

A mensagem da Relic é clara: proporcionar uma experiência autêntica e tentar transmitir a ferocidade e a magnitude de alguns dos conflitos mais sangrentos da Segunda Guerra Mundial.

Nós vamos descobrir no próximo ano se a paixão da Relic pela sua obra se traduza em um jogo que superará o seu antecessor, mas parece que a escolha para explorar ainda mais esse período sombrio da história moderna foi fácil de se fazer, “Nós não queríamos fazer diferente “, diz Duffy. “Queríamos fazer mais.”

Company of Heroes 2 está programado para ser lançado apenas para PC no começo de 2013.

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