Recentemente o regulador do Reino Unido (CMA) impediu a aquisição da Activision Blizzard pela Microsoft. E o motivo foi devido a preocupações do mercado de jogos em nuvem.
Além disso, o CMA forneceu um extenso documento rico em informações e detalhes super importantes envolvendo essa grande aquisição e o jornalista Derek Strickland decidiu explorar cada palavra.
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As informações encontradas no documento do CMA podem revelar o real motivo da Sony ver um problema na proposta dos jogos em Cloud da Microsoft, que vem firmando parcerias com diversas empresas desse ramo, incluindo a própria Nvidia com o GeForce Now.
De acordo com os detalhes, a Microsoft manteria 100% das receitas obtidas com transações feitas em jogos de streaming. A Microsoft efetivamente transformaria os concorrentes em extensões de seus negócios.

“Em primeiro lugar, a versão modificada das medidas para a nuvem da Microsoft permitiria que mantivesse todas as receitas provenientes das vendas de jogos da Activision, compras dentro do aplicativo e quaisquer outras receitas futuras relacionadas a jogos.
Isso faria com que os serviços de streaming de jogos na nuvem não se tornassem concorrentes do Game Pass Ultimate da Microsoft, mas sim clientes da empresa, com a capacidade apenas de transmitir jogos da Activision e enviar todas as receitas geradas para a Microsoft. De acordo com terceiros, isso seria pouco atraente para qualquer serviço de streaming de jogos na nuvem, incluindo BYOG como a NVIDIA, que são os únicos.”
Além disso, é mencionado ao CMA que 10 anos não são suficientes para que outros serviços de streaming em nuvem se tornem rivais competentes da plataforma de streaming da Microsoft.
Como exemplo, o Stadia foi lançado e descontinuado em apenas três anos, enquanto o GeForce Now foi lançado em 2020 e o Boosteroid em 2019.