“Não acredito, digo-o com toda a convicção.”
“Não acredito, digo-o com toda a convicção.”
Adam Williams, um dos principais escritores do novo jogo da Quantic Dream, Detroit Become Human, esteve na Lisboa Games Week este fim-de-semana para mostrar uma gameplay do jogo, durante a negociação de um refém, onde controlamos Connor.
Depois de demonstrar, ele próprio, como o mesmo segmento pode ter vários resultados de acordo com as escolhas e ações que tomamos, conversamos com Williams, e o questionamos acerca da dimensão da história, e de quantas vezes precisaremos de jogar Detroit, até nos sentirmos satisfeitos.
De acordo com o “Lead Writer”, dificilmente haverá algum jogador que seja capaz de experenciar todas as permutações do jogo, especialmente se considerarmos que existem três protagonistas, os atos de um deles influenciam a história dos restantes e cada um deles pode mesmo morrer antes de determinada ação dos outros.
“Tenho uma parede no meu escritório com todas as permutações do jogo, e parece uma constelação, uma galáxia. Não acho que alguém consiga um dia ver todas as permutações de Detroit, digo isso com convicção. Quando introduzes o fato das diferentes histórias se auto-influenciaram, e poder perder personagens, não se trata apenas da quantidade de finais disponíveis, é a forma como pode chegar até esses finais.”
