(O artigo está escrito na primeira pessoa, então para não perder o sentido de certas frases, será traduzido para a primeira pessoa)
A primeira vez que eu joguei The Legend of Zelda: Skyward Sword foi a alguns meses na E3 2011, mas aquela vez não foi nada comparada a sessão que eu tive mais recentemente, tirou-me totalmente o fôlego.
Ao inicio dessa semana eu tive a chance de sentar e jogar esse game por umas nove horas direto, para ficar confortável com os novos controles e configurações. Quando terminei, estava mais excitada do que nunca para colocar as minhas mãos no que promete ser o melhor jogo da serie Zelda por muito, muito tempo.
Um dos maiores fatores que me faz ficar de pé durante a noite, morrendo de vontade de voltar para Skyloft e a terra abaixo, é a maravilhosa apresentação do game. A extensão dessa narrativa é tipo algo nunca antes visto em um Zelda. Com mais de 100 minutos de cutscenes e de 50 a 100 horas de gameplay, mesmo passando um dia inteiro com Skyward Sword eu mal sequer arranhei a superfície dessa aventura.
Apesar com todo esse mistério ainda envolta disso, uma coisa é bem clara: Zelda esta como os fãs de Zelda conhecem desde antes, e com uma vingança (*). Se você ainda não sabe, é hora de ficar excitado.
* Provavelmente ela está falando sobre um acontecimento envolvendo algum outro jogo da série
Balanceando Gameplay e Historia
Um problema incômodo de muitos títulos modernos, especialmente os da Nintendo, sofrem com o excesso de explicação do gameplay. Eles constantemente ficam acabando com cada minuto de ação que o personagem faz, causando que os primeiros passos de gameplay sejam chatos. O propósito é compreensível, para ter certeza que os novos gamers fiquem capaz de jogar o jogo com o mínimo de aprendizado. Porém o resultado é uns tediosos primeiras horas de gameplay que inspira você a continuar a jogar.
Felizmente, Skyward Sword chega para acabar com essa frustrante tendência. Achando um requintado balanço entre os esquemas de controle ser fáceis de entender e não largar o jogador e um mar de texto chato de tutoriais. Bem parecido com os games antigos, você é colocado diretamente na historia e a ação exatamente assim que Link cai da cama. Ainda que as coisas sejam explicadas, o texto é bem mais conciso, mas sem sacrificar a claridade. (Em outras palavras, sua mãe poderá entender como executar um Spin Attack após o tutorial)
O que é particularmente impressionante é que em Skyward Sword claramente coloca esses tutoriais já dentro da narrativa, então você nunca irá sentir que você está perdendo tempo numa "side" que não vai ter nenhum efeito sobre o game. Aprender a voar? É só mergulhar de um penhasco em seu Crimson Loftwing (o pássaro gigante). E que tal a espada? Uma rápida passada pelo Sparring Hall, como você já deve ter sacado.
Tudo faz sentir que serve ao seu propósito, de alguma maneira, informando a superfície da narrativa, explicando o mundo em si mesmo em desenrolando uma historia principal ou o desenvolvimento de um personagem.
O mundo de Skyward Sword é de longe o maior de qualquer outro que tenhamos visto no universo de Zelda até agora, cheio de rostos novos e familiares e positivamente cheios de vida e personalidade. A abertura da historia nos introduz aos colegas de sala de Link da Knight Academy (sim, dessa vez o Link está realmente treinando para se tornar um cavaleiro). O "babaca" rival de nome Groose aparece com um pequeno, inicial conflito, que o coloca logo onde Link é (quem) na ilha flutuante de Skyloft (ele é o favorito da Zelda, porém é ridicularizado pelos outros por causa da inveja do pássaro raro de Link).
Professores e vizinhos completam a lista de habitantes, cada um com o seu próprio afazer e opinião sobre o que estiver acontecendo no momento. Em outras palavras, Skyward Sword certamente aumenta a variedade de personagens uteis que nós esperamos da franquia.
Groose e sua "gang"
Interpretando o papel da Navi (Generalizando o personagem que tem papel de te guiar pelo jogo) tem um novo personagem de nome Fi, uma garota espada mística que aparece para ajudar o predestinado herói a realizar o seu destino. Ela dá uma mudança engraçada a historia, que geralmente é feito por uma personagem energética e afobada (lembre-se da Midna de Twilight Princess).
Fi é do tipo lógica e serviço, mas a sua variedade de emoções é apresentada de uma maneira cativante. É muito mais de quem ela é, e algumas de suas reações para certas situações são impagáveis. De alguma forma, ela mistura Spock com R2-D2,e é uma interessante participação com os outros personagens brilhantes, exuberantes que Link conhece ao logo do caminho. Considerando ainda que nós já conhecêssemos Skyward Sword como a criação da Master Sword, que sem duvidas Fi tem uma importante relação com isso. Estou excitada (nota: é uma editora, então vou traduzir na fala dela) para saber mais sobre essa misteriosa garota e seu lugar nesse novo mundo de Zelda.
A nova companheira de Link, Fi
Quando Fi vai provar ser uma fascinante companhia, surpreendentemente, um dos personagens mais interessantes em Skyward Sword é atualmente Zelda. Eu irei mais afundo em detalhes mais tarde, mas relevante em dizer que o jogo apresenta um lado dessa perpetua donzela em perigo que nós nunca tínhamos visto antes. Claro, ela não é a único nome familiar que irá retornar em Skyward Sword...
Adivinhe que está vindo para jantar
E agora nos ao personagem quem, desde sua primeira aparição no trailer da E3 de Skyward Sword, está criando alvoroço entre os fãs. Nós agora sabemos que aquele home com grandes sobrancelhas é, com certeza, uma encarnação humana de Kaepora Gaebora, a coruja anciã e sábia que guia Link durante Oracina of Time (ou Link's Awakening)
Nesse game, Gaebora continua seu turno como mentor de Link das coisas, mas dessa vez ele é o Diretor da Knight Academy. Ele é, definitivamente, uma figura que Link e os outros residentes de Skyloft olham e reverenciam quase como um líder, e ele tem outro surpreendente papel... Ele é o pai de Zelda.
Nós teremos que esperar até novembro para descobrir o que exatamente em ser o pai de Zelda influencia nos eventos do universo do jogo, mas é uma excitante descoberta para os fãs de longa data (e da coruja). Esperançosamente o jogo deverá jogar algumas luzes em Kaepora Gaebora como sábio ancião, que foi revelado que ele é de acordo com uma das Gossip Stones em Ocarina of Time.
Acima de tudo, o que Skyward Sword consegue de melhor é atingir um equilíbrio entre antigo e novo. Novos personagens misturados com antigos. Nova compreensão é dada aos recorrentes personagens. Experimentados e aprovados tipos de gameplay estão misturados com novas inovações e melhoramentos.
O jogo também é meio deficiente para outros, que não sabem muito sobre os jogos de Zelda, como Link's Awakening (o monstro que captura Zelda, por exemplo, com um mais complexo, estilizado Nightmare). Porem, o titulo que mais tem referencias, pelo menos que eu joguei, foi Minish Cap(estarei relacionando os detalhes entre esses dois mais tarde em outro artigo) Para os fãs de longa data da série, essas referencias, ambas grandes ou pequenas, devem provar uma adição bem vinda.
Quanto muito de Skyward Sword é remanescente de Zeldas antigos (retorno de uma grande dificuldade, por exemplo), é misturada com novos conceitos para a franquia (como o movimento 1:1 de espada, que aparentemente mostram que os controles por motion valem a pena) toda a experiência faz sentir bem fresca e, ainda , familiar.
Traduzido por: Streamdude