Killzone e Killzone 2 foram dominados por cenários pálidos e sem graça. Em Killzone 3 já tivemos um pouco mais de cor no mundo, decisão que deu um bom resultado final.
Nunca tive muito tempo para os dois primeiros da série, mas gostei muito de Killzone 3 e acho que parte dessa mudança é porque o jogo se passa em vários lugares diferentes, o que ajudou a quebrar a monotonia cinza-urbano de ruas destruídas seguidas por mais ruas destruídas.
Essas artes conceituais do jogo, assinadas por Jesse van Dijk (que trabalha para a Guerrilla Games), mostram quatro dos principais ambientes que você visita em Killzone 3 e ainda fazem a cidade morta de Killzone 2 parecer bonita.
E já que estamos falando de bastidores, veja a seguir um breve trailer feito pela Rainfall Films com cenas de produção do jogo. Quem comprou a edição de colecionador já viu isso antes, mas não deixa de ser um bom aperitivo para quem ainda não tinha espiado pelas frestas das portas do estúdio Guerrilla Games.
Killzone 3: Making the Game from
Rainfall Films on
Vimeo.
mais msm com todos os bugs , prefiro o cof black ops
sei que muitos nao pensam assim.