Semana retrasada eu
falei no meu Twitter do advogado Marcel Leonardi, que conseguiu que a Justiça Federal isentasse de impostos a importação de seu Kindle. E, ainda por cima,
deu o caminho das pedras em seu blog. O assunto repercutiu muito, e agora coloco-o de volta à tona, já que o novo Kindle foi apresentado pela Amazon.
Agora, além do novo DX, temos o novo de 6 polegadas (21% menor e 15% mais leve, com wifi além do 3G), e um inédito terceiro modelo, somente com wifi. Todos contam com melhora no contraste da tela e a nova opção de cor, grafite. Os preços são, respectivamente, U$ 379, U$ 189 e U$ 139.
Os dispositivos são novos, mas a ira dos usuários brasileiros, por causa dos impostos, continua a mesma. O Kindle mais barato é entregue no Brasil por US$ 312,15, cerca de R$ 550,00, adicionando-se US$ 152,17 referentes a taxas de importação. Ã o país com a maior taxa de importação no mundo. O segundo é Índia, com US$ 56,34 " quase dois terços a menos???
Curiosamente, a Receita começa a liberar, a partir de hoje, celulares, máquinas fotográficas e relógios de pulso como "bens de consumo pessoal". Acho que há mais coisas que se enquadrariam nesse caso, mas notebooks (computadores pessoais) e filmadoras ficaram de fora. Não sei qual o critério.
O governo já desonerou carros, materiais de construção e a linha branca de eletrodomésticos. Vivemos num país emburrecido, onde o mercado literário não tem tanto prestígio quanto a indústria automobilística, as empreiteiras e os gigantes varejistas. Isso explica o índice de aprovação de 76% do governo.
Deixa pra lá. Burra sou eu, que gosto de livro.
Alguem alem de mim leu kinder ovos ?
kkkkkkk juro que só vi seu coment depois que viz o meu. kkkk