País atrai multinacionais de informática-finalmente preços baixos?
Três fabricantes de chips devem chegar ao Brasil neste ano e outra dezena avalia projetos; com isenções, preços tendem a cair
Sem indústria local, deficit dos eletroeletrônicos na balança comercial pode chegar a 1,9% do PIB, em 2020; meta é 0,4% do PIB
Três anos após dar início a uma política mais agressiva de incentivos para atrair fabricantes estrangeiros de chips, o país começa a ver resultados. A coreana Hana Micron está prestes a começar sua produção no Rio Grande do Sul e duas grandes fabricantes estão em negociação adiantada. Outra dezena estuda opções, segundo representantes do governo federal e consultores da iniciativa privada que atuam nesse mercado.
A indústria de chips (semicondutores) é vital para a economia.
Hoje, quase não há produto eletrônico sem esse componente. Televisores, celulares e computadores estão entre eles. Os fabricantes mundiais são poucos e ficam principalmente na Ásia, onde o custo operacional é baixo.
Uma fábrica de primeira linha exige investimentos de até R$ 3 bilhões para a produção de pranchas de wafer. O chip é um recorte minúsculo dessa prancha. Há fábricas que só importam essas pranchas e se destinam ao corte dos chips. O investimento, nesse caso, gira em torno de R$ 500 milhões.
Obs:A tendência é fabricação de componentes no Brasil,porque a Samsung em uma reportagem à algum tempo atrás disse que só iria montar uma fabrica de chips no País se alguma concorrente asiática viesse para cá.
Parece que finalmente vamos conseguir comprar produtos de informatica e outros dispositivos com preços mais acessíveis.
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GUSTAVO200, fonte:
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Foi criado muitos programas assistencialistas, e para bancar esses programas, precisa de impostos altos.