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Especial: Internet 25 anos

por marcosdyu, fonte GameVicio, data  


Uma pequena retrospectiva


Você que acessa a internet hoje em dia, com joguinhos e mini-aplicativos em flash, vê vídeos no YouTube, usa redes sociais (Orkut, Facebook, MySpace), usa ferramentas de busca (???) já se perguntou como era a internet na década de 90?

Gifs escandalosas, logotipos no melhor estilo "Word Art", uso abusivo das tags e (quem sabe HTML, sabe que isso nem existe mais em sites profissionais), formatação péssima, livro de visitas, yellow pages e muito mais.
Veja na imagem abaixo, por exemplo, como seria o guanabara.info, se ele fosse criado na década de 90!
E digo mais: existem dois sites que são simplesmente a definição perfeita do que era a internet nesse período! Eu mesmo não sabia como a internet era, pois eu (do meu alto dos meus 18 anos) só vim conhecer a internet em 2005!

Veja logo abaixo, algumas páginas mis populares de antigamente:

Site da folha em 08/05/1999




Versão original do Google em fase beta " 02/12/1998




Essa é velha: versão do Yahoo em 17/10/1996:




E o inesquecível Cadê? nos idos de 25/12/1996:




A evolução da internet no Brasil e a dificuldade de sua regulamentação

Sobre o surgimento da internet no Brasil e a dificuldade de sua regulamentação, tanto a nível nacional quanto a nível internacional.

A INTERNET começou a ser utilizada no Brasil, em meados de 1989 e 1990, somente por Instituições de pesquisas e um pouco depois por Universidades, permanecendo, assim, até o final de 1995, quando a exploração comercial teve início com a liberação de um BackBone lançado pela EMBRATEL, com um grande incentivo para a sua propagação da mídia, que passou a abordar o assunto, utilizando-se até de novelas.



Há dois anos atrás, o país contava com cerca de 6 milhões de usuários de INTERNET, enquanto em todo mundo existiam aproximadamente de 349 milhões de usuários [1]. Em janeiro de 2003, já existia no Brasil 22,4 milhões de usuários enquanto nos Estados Unidos são 120,5 milhões de internautas [2]. De acordo com os dados acima, não é difícil imaginar o atraso que estamos em relação a outros países, apesar de estarmos na 9ª posição em relação à quantidade de usuários, razão pela qual Lawrence Lessing, jurista norte-americano e um dos mais respeitados cyberlaw, aconselhou aos brasileiros: "Liberem as estruturas físicas da INTERNET " o telefone, o cabo, o acesso sem fio " e irão libertar o Brasil para criar e construir a INTERNET [3]". Nos Estados Unidos, por exemplo, "em 1995, os consumidores americanos preencheram 49,5 bilhões de cheques. Já, em 2000, esse número caiu de 14%, passando para 42,5 bilhões. Isso se deu em razão do aumento da procura pelo pagamento de fatura on-line que vem sendo utilizado atualmente por cerca 12 milhões de famílias norte-americanas, isto é, um número em franco crescimento em relação aos 10 milhões de lares que utilizam essa forma de pagamento [4]". Esta mentalidade na América Latina, como um todo, é algo ainda bastante atrasado haja vista que a utilização de banda larga está começando só agora a popularizar-se, enquanto nos Estados Unidos a tendência são as conexões sem fio (Wireless ou Wi-fi).

Enquanto este mundo novo cresce a cada dia, o Brasil vem lentamente tentando acompanhá-lo. Em contra partida, o conceito de "dados" se intensifica no contexto globalizado da propriedade intelectual, bem como a discussão sobre o uso justo e a necessidade de conscientização sobre os efeitos marcantes da tecnologia na rotina das pessoas. Um dos maiores desafios continua sendo a compreensão do potencial intangível e da latente virtualidade do ciberespaço.

Um dos maiores entraves da internet no país, segundo Omar Kaminski, "é o fato da falta de confiança em algo imaterial" [5]. Para Aires José Rover, coordenador do curso de Ciências Jurídicas da UFSC em Florianópolis, professor e autor da obra "informática no direito " inteligência artificial" (Juruá, 2001) "nunca vivemos um momento de paradoxos. Se por um lado a tecnologia e suas manifestações evoluíram qualitativa e quantitativamente, por outro, aumentaram a insegurança e a ansiedade. Insegurança das leis ineficazes e ansiedade diante de um universo inatingível de informação. A tecnologia avançou na abertura e aprofundamento de novos caminhos, mas falta muito para que a humanidade se sinta bem diante do admirável mundo digital. Eis o problema: precisamos de mais leis, sim, mas que sejam fruto de um direito aberto; precisamos de mais códigos, inteligentes, mas que sejam códigos abertos. Este é um desafio político e não tecnológico, de uma insustentável leveza" [6].

A comunicação digital via INTERNET não se submete a limites geográficos, tradições nacionais e outras características intrínsecas do relacionamento entre nações ainda fortemente presentes na comunidade internacional e superá-las será uma tarefa bastante complexa mesmo para países industrializados que capitaneiam a revolução tecnológica. Portanto, o crescimento desta interação de informações, pode acarretar violações de direitos que normalmente ocorrem nas relações sociais e comerciais das comunidades. Isso significa uma necessidade de se encontrar um sistema jurídico de repercussão mundial, suficiente para atender, administrar e solucionar questões oriundas da rede eletrônica.

"Vários países já se preocuparam em consolidar sua legislação interna, tratando de criar mecanismos para salvaguardarem os seus interesses no meio etéreo e impalpável do ciberespaço, mas é mister que esses estudos sejam estendidos ao patamar mundial, para que possam, com sucesso, superar os ainda distantes obstáculos que impedem a migração absoluta de todos os usos e costumes da sociedade do mundo físico para o mundo virtual.

Já existem iniciativas nesse sentido, com o painel denominado Global Cyberspace Jurisdiction Project ou Projeto de Jurisdição Global do Ciberespaço, em desenvolvimento pela Ordem dos Advogados dos Estados Unidos (American Bar Association) e por alguns órgãos do governo estaduniedense. O tema central é alçar, a nível global, um sistema rápido, eficiente e confiável para acompanhar a celeridade dos negócios e das comunicações digitais que ocorrem a cada segundo, sem contudo precisar alterar profundamente a legislação já existente, bem como integrar as diversas culturas existentes no planeta sem lhes suprimir as características mais tradicionais.

Cibertribunais, cortes inteiramente eletrônicas, julgamento à distância e penas econômicas virtuais são apenas algumas das idéias que já estão sendo debatidas por advogados, juristas e estudiosos do direito eletrônico, no afã de conseguir acompanhar, com dispositivos e sistemas de controle correspondentes, a celeridade com que o mundo digital arrasta a humanidade para novos horizontes de conhecimento

E a sombra da convergência tecnológica de todas as mídias da sociedade precisará encontrar esteio nesse "admirável mundo novo", de forma a se integrar pacificamente no cotidiano do novo milênio, que cada instante transforma inexoravelmente as nossas vidas em "zeros e uns" do código binário". [7]

Diversas são as entidades no mundo que abordam o tema da internet e sua normatização. Em primeiro lugar, temos a ONU (Organização Das Nações Unidas), Através da OMPI/WIPO " Organização Mundial Da Propriedade Intelectual/World Intellectual Property Organization, Com sede em Genebra, na Suíça e da UNCITRAL " United Nations Commission On International Trade Law / Comissão Das Nações Unidas Para O Direito Comercial Internacional. Há outras como a ICC " OECD (Organização For Economic Cooperation Anda Developmen t- Organização Para O Desenvolvimento e Cooperação Econômica; ICANN (Internet Corporation For Assingned Names Anda Numbers " http://www.icann.org), uma instituição sem fins lucrativos, formada para assumir responsabilidades e estabelecer normas de caráter técnico que envolve a internet, tais como endereços de IP (internet protocol), administração de DNS (Domain Name System) e outros; a IANA (Internet Assigned Numbers Authority); ICANN WATCH (http://www.icannwatch.org), formada por acadêmicos de vários países; INTERNET SOCIETY (http://www.isoc.org); CIVIL SOCIETY FOR INTERNET FORUM (http://www.cpsr.org); IFCC (Internet Fraud Of Investigation); NW3C (National White Collar Crime Center / Centro Nacional do Crime do Colarinho Branco; E-PING (European Parliamentarians Internet Group " http://www.eping.org); Dr ECOMMERCE (http://www.drecommerce.com), entre outros. Todavia, o assunto é muito polêmico e diverge em várias vertentes, pois há os favoráveis a uma regulamentação a nível mundial, outros ao nível das próprias nações e alguns acreditam que a própria internet tratará de regularizar com mecanismos próprios de programas avançados.

Para Tarcísio Queiroz Cerqueira, "é precipitado legislar sobre algo ainda tão prematuro e desconhecido quando a INTERNET, e, sem dúvida, o excesso de regulamentação exacerba o risco de inibir o desenvolvimento da "Grande Rede". Em segundo lugar, quaisquer normas jurídicas a serem adotadas para regulamentar a rede devem considerar, de forma geral: 1) os parâmetros técnicos como elementos fundamentais, simultaneamente, para a consecução do ilícito e para sua prevenção e repressão, e 2) a universalidade da norma a ser aplicada, e sua independência quanto a limites e valores nacionais, como fator preponderante para sua eficácia" [8]. Segundo ainda o autor, a regulamentação da internet deve ser de âmbito internacional, portanto, só poderia ser feita partindo de fóruns e internacionais que fossem neutros e isentos de interesses para que representasse de maneira equilibrada todas as comunidades.

""Em excelente artigo intitulado "A Lei e o Comercio Eletrônico", o advogado Gustavo Testa Correia menciona: "há mais de 4 anos estão sendo realizados congressos com a participação de todos os setores da sociedade, dentre estes um comitê formado por 43 Estados norte-americanos e a American Bar Association (espécie de Ordem dos Advogados), objetivando, em conjunto, a elaboração do UNIFORM COMPUTER INFORMATION TRANSACTIONS ACT " (Lei Uniforme Para Transação de Informações no Computador). Intenta-se, através da elaboração da citada lei, não só a regulamentação dos atuais meios de exploração comercial da Internet, como também analisar as potencialidades do comercio eletrônico. Trata-se indiscutivelmente de proposta louvável por parte das instituições americanas acima citadas; mas se deve ressaltar a complexidade envolvida para a consecução plena dos objetivos apontados. As dimensões da rede mundial e a quantidade de informações nela contidas consubstanciam-se em empecilhos a um controle mais rígido das relações travadas em seu ambiente.A superveniência de normas com a função teleológica de impor uma maior fiscalização, uma maior gerência sobre as operações na Internet, pode resultar na ineficácia da lei correspondente; tendo em vista as características dessa forma revolucionárias de comunicação. Em ocorrendo tal hipótese os esforços no sentido de a Web podem, ser inútil" [9].

Ocorre que há diferenças culturais, sociais e políticas entre os países, portanto, além de provavelmente não se conseguir encontrar um consenso entre as nações, demoraria anos para estas normas se consolidarem o que significa em leis superadas. A informática se transforma muito rápido, "o prazo máximo da curva de obsolescência da tecnologia dos computadores é de 18 meses. E esse prazo vem se estreitando cada vez mais. A celeridade da internet e dos seus subprodutos que já assomam no horizonte, como a convergência de mídias e a super-rodovia de informação (information superhighway) são apenas alguns dos novíssimos desafios que precisam ser imediatamente acessados e enfrentados pelos estudiosos do Direito, na tentativa " isso mesmo, tentativa " de conferir algum controle à miríade de violações e contrafações que se processam a cada segundo no cyberespaço" [10]

Para o professor da UFSC, Aires José Rover "os códigos são mais eficazes, já que os produtores de programas podem, ao mesmo tempo em que lançam um produto, criar códigos para proteger o produto contra a pirataria. Podem também evitar o acesso de determinados conteúdos por pessoas não autorizadas. Neste caso, as empresas fariam um cadastro dos internautas e o manteria em um banco de dados" [11]. Entretanto, esbarra-se no fato deste mecanismo ser uma invasão de privacidade porque através deste sistema, uma empresa poderia deter dados do internauta e conhecer os seus hábitos de consumo, acarretando em informações muito pessoais que poderiam ser usadas.

Segundo Eurípes Brito Cunha Júnior, advogado em Salvador-BA, professor e presidente do IBDI (Instituto Brasileiro de Direito de Internet), eleito para a gestão de 2003/2004, sobre a questão da regulamentação da internet teve um posicionamento mais ponderado diante da novidade da internet e sua necessidade de regulamentação: "legislar ou não legislar? Eis a questão. Uma das lições proveitosas que pode tirar a comunidade jurídica ao final deste ano de 2002 é a de que o ponto de equilíbrio é mais recomendável do que o radicalismo. Assim, entre o "não legislar em nada", que tem à frente o Amaro de Morais, e o "legislar, porque tudo é novo", capitaneado por Góis Júnior, prefiro me associar à corrente do "legislar apenas no que for necessário e não esteja abrigado pelo direito posto"." [12]. Esta talvez seja a corrente mais correta a seguir, pois apesar da internet não possuir fronteiras e ser de âmbito mundial, seria muito difícil construir uma legislação que se adequaria a todos os países.

No Brasil, há diversos projetos de Lei sobre internet que ainda estão tramitando no Congresso Nacional: Projeto de Lei n.º 1489/99, 1530/99, 1590/99, 1783/99, 1806/99, 1806/99, 2231/99, 2300/00, 2535/00, 3360/00, 3576/00, 3781/00, 4426/01, 4833/98, 5888/01, 5989/01, 6210/02, 6434/02, 6434/02, 6541/02, 6837/02, 7120/02, 7153/02, 7318/02, 7385/02, 7432/02, 7485/02, entre outros. Vale ressaltar que temos o projeto de Lei nº 1.483/99, 1.589/99, 4.906/01, 6.210/02, 7.093/02, 84/99, 71/02, 234/02. Quanto às Leis 9.609/98 e 9.610/98 que tratam da proteção aos programas de computador são consideradas pré-históricas. Vale dizer ainda que no ano passado, foi regulamentado o certificado digital, por uma medida provisória (nº2.200/02).

Enfim, ainda temos uma legislação fraca quanto ao Direito de informática, pois "a tecnologia não dá trégua ao Direito e os governos não conseguem promulgar e aplicar leis na mesma velocidade do desenvolvimento da técnica. Um dos pontos unânimes é que nenhuma nação do mundo atualmente tem a capacidade de conferir plena eficácia ao ciberespaço por si própria, devido à sua volatilidade, velocidade e simultaneidade". [13]. Hoje, vivemos em um espaço virtual sem lei, onde as informações estão cada vez mais globalizadas e se difundem pelo mundo inteiro. Diversos países encontram dificuldades em buscar uma solução para as questões de informática. Não há dúvidas que estamos nas mãos das grandes empresas de informática, pois a única forma de buscar uma regulamentação do direito de informática é a associação de programas de computadores eficazes no combate de comportamentos considerados não éticos, como, por exemplo, o spam que não possui regulamentação, juntamente com leis que sejam realmente necessárias. Neste sentido, isso vai depender da boa vontade das empresas de informática e dos provedores de Internet em buscar mecanismos para bloquear atitudes caracterizadas como não éticas e da capacidade do poder legislativo de perceber o que realmente é necessário legislar.

Caso fique com preguiça de ler, temos um vídeo mais explicativo:



Primeiro domínio da web faz 25 anos




A página inicial do blog symbolics.com está em contagem regressiva para o dia 15 de março de 2010, data que marca o 25o aniversário do domínio.

Isso seria algo bem pouco relevante se o Symbolics.com não fosse o primeiro domínio registrado do mundo. E o proprietário faz disso quase uma bandeira no seu blog e no site de sua empresa, a XF.com.

Isso porque a XF.com compra e vende domínios, um negócio que parece lucrativo a julgar pelo valor pago pelos domínios mais caros do mundo.

De acordo com um levantamento do canal norte-americano ABC, os domínios mais caros foram:

  1. Fund.com,US$ 9,99 milhões
  2. Porn.com, US$ 9 milhões
  3. Diamonds.com, US$ 7,5 milhões
  4. Toys.com, US$ 5,1 milhões
  5. Vodka.com,US$ 3 milhões
  6. CreditCards.com, US$ 2,75 milhões
  7. Computers.com, US$ 2,1 milhões
  8. Seniors.com, US$ 1,8 milhãp
  9. DataRecovery.com,US$ 1,66 milhão
  10. Cameras.com e Tandberg.com,US$ 1,5 milhão cada


Assim como o Symbolics.com, a maioria dos primeiros domínios da internet está ativa, grande parte propriedades de empresas de tecnologia da informação.

No ranking dos 15 domínios mais antigos também estão:

  1. bbn.com (24 de abril de 1985) - site da empresa de tecnologia BBN
  2. think.com (24 de maio de 1985) - redireciona para a Oracle Education Foundation
  3. mcc.com (11 de julho de 1985) - cai num daqueles limbos de domínios que leva o nada ao lugar nenhum
  4. dec.com (30 de setembro de 1985) - redireciona para a HP
  5. northrop.com (07 de novembro de 1985) - pertence a uma empresa da área de segurança
  6. xerox.com (09 de janeiro de 1986) - dispensa comentários
  7. sri.com (17 de janeiro de 1986) - instituto que faz pesquisa e desenvolvimento para empresas, fundações e órgãos do governo
  8. hp.com (03 de Março de 1986)
  9. bellcore.com (05 de Março de 1986) - redireciona para a operadora Telcordia
  10. ibm.com (19 de março de 1986)
  11. sun.com (19 de março de 1986)
  12. intel.com (25 de março de 1986)
  13. ti.com (25 de março de 1986) " site da fabricante de processadores Texas Instruments
  14. att.com (25 de abril de 1986) - site da operadora AT&T


Conclusão: A internet tem sido um meio de entretenimento e comunicação muito útil e eficaz para nós usuários, que teve uma grande evolução nos últimos anos. Graças a Internet hoje podemos nos comunicarmos diariamente a qualquer hora e de qualquer distância com quem seja, podemos jogar, fazer downloads, fazer pesquisas avançadas...enfim, uma variedade de atividades podem ser feitas a partir de uma conexão com a Internet. Porém existem pessoas sem um bom senso comum que se aproveitam da internet para fazer coisas terríveis e prejudicar quem quer que seja; são os famosos "Crackers", que roubam senhas de contas da internet, senhas de banco, infiltram-se numa rede de um servidor e provocam um grande estrago, prejudicando milhares de pessoas e um grande prejuízo para os empresários.
Mas tirando essa parte podre que vem afetando muitas pessoas por ai, a internet se tornou o melhor meio de comunicção e entretenimento que há até então, e que está crescendo cada vez mais com a evolução da tecnologia e de novas ideias.

By Marcosdyu

por marcosdyu
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neorenato
# neorenato
Legal eles falarem dos sites, mas e os programas?
Netscape Navegator, ICQ, etc.
Eu adorava aquele barulhinho que o ICQ fazia.
E os videos então, eram do tamanho de um selo.
eskorpiao
# eskorpiao
Eu ja sou da epoca das BBS , até um genio interligar uma na outra e ai virou a nossa rede , internet! Bons tempos.
TomClancy
# TomClancy
Valeu, li tudo xD
Tobi...
# Tobi...
Totalmente nostálgico...
sf64bit
# sf64bit
Altavista, cade, aonde, achei, yahoo, google, tantos sites da epoca de dial-up, modem 3com, usrobotic, lucent, e por ai vai, pense que era entrar na internet ir para a sala de bate-papo uol, bol!
leonmbj
# leonmbj
Lembro também da época em que o google só era a pagina de pesquisa e mostrava o número de páginas
leonmbj
# leonmbj
Hahaha

em 1998 eu usava o cadé, o mirc, o bate-papo da uol e nem sonhava em fazer um download de um jogo
luctursantar
# luctursantar
Me lembro q a 7 anos atraz eu usa altavista e cade, nem sabia q tinha google.
hj em dia o google e minha pagina inicial
oq o desenvolvimento e o tempo faz
gmorph
# gmorph
Nossa, eu lembro que eu procurava cheats de jogos pelo Cadê na discadona. Eu nem conhecia Google direito.
OFF: Esse "noslimde" abaixo nos comentários é retardado
nicholasthefan
# nicholasthefan
Na parte dos domínios mais caros esqueceram o pizza.com. Muito bom o post! Apesar de ter ficado com uma preguiça, mas depois passo ;)
noslimde
# noslimde
Internet 25 anos ta muito nova eu fui ontem ver o pintshornia so q de ves olhar pro lado eu peguei a chave e foi so risada parabens net mas cade o tomate
san.ollz
# san.ollz
Não mudo nada.
_RafaelMagalhaes_
# _RafaelMagalhaes_
?mcc.com (11 de julho de 1985) - cai num daqueles limbos de domínios que leva o nada ao lugar nenhum

Lol!
Sdarts
# Sdarts
Nossa, Cadê?!!!
Usei pra caramba esse site, era excelente.
Depois de 2001, passei a usar o Google.
Faz 11 anos que uso a internet, parece que o tempo voa.
Cadê? Me deu uma nostalgia.
Quem não se lembra das famosas páginas de plano de fundo branco com texto na cor amarela. Muito doido de se ler. X_X
edskt
# edskt
A internet ajudo e cotinua ajudando a muitos punheiteros de plantao
AdrianoAngelo
# AdrianoAngelo
Uma coisa é sem dúvida a cara da internet antiga: mIRC
FelipeFR
# FelipeFR
CARALHO, me lembrar do Cadê me fez chorar.
Pimbax
# Pimbax
+1

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Excelente news !
fernandonandin
# fernandonandin
O cadê marco minha infancia!!!!!!!
jonatan0013
# jonatan0013
Otima materia eu lembro de epoca da supremacia yahoo depois cade a evolução da internet é mostra eu acho que nem o bill gates e nem os engenheiros da ibm imaginavam que iriam mudar o mundo.
Espolito
# Espolito
Puts muito bom!!
O Cadê? me ajudou em tanto trabalho na escola!!!
Alexandrejp
# Alexandrejp
Se não leu pq postou, vai arrumar oq fazer
marcossilvestre
# marcossilvestre
moisesmm
# moisesmm
25 anos de putaria e pirataria.
virusprogenitor
# virusprogenitor
O que seria do mundo sem a internet
aarocha
# aarocha
Muito legal. Era novo e nunca ia lembrar dessas páginas.. Google! Beta; acho que eles não imaginavam que o Google ia crescer tanto igual tá hoje! :D

+1!
Rurouni Jaspion
# Rurouni Jaspion
Cadê... eu lembro q era só digitar kd e a pagina aparecia.
henrique freire
# henrique freire
O segundo dominio mais caro é de site porno kkkkkk
internet é um puteiro virtual FATO!
Emersonbr
# Emersonbr
+1 sem dúvidas!
manoleos
# manoleos
A Internet foi e é uma revolução. Trabalho na advocacia e a Internet deixou a vida dos advogados muito mais fácil.

??tima matéria. lembrei do cadê... primórdios... hehe
gilberto_gil
# gilberto_gil
Essa news eu faço questao de positivar!
inclusive vou pesquisar esse artigo q o amigo citou pra minha monografia:
A Lei e o Comercio Eletrônico
obrigado!+1
An?nimo
# An?nimo
E ate hj a maioria do povo brasileiro nao tem nem 256k de internet. eita povim bahm sorr
beto0o
# beto0o
Ainda bem q faço parte dos internautas modernos...
eh mto mais fácil encontrar u q precisamos nos dias d hj... kkkkk
is0lad0
# is0lad0
Muito legal seu post. Eu usei muito o Cadê em meados de 95. Na época eu junto com meu pai abrimos um seite de marketing chamado clic.com. Para concorrer com as listas telefonicas na epoca. A empresa foi vendida posteriormente para o provedor Onda pelo motivo de falta de infra-estrutura para manter. Quem conhece a internet ha muito tempo sabe que a rede evoluiu muito.
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