'Chroma Squad' é união de 'Power Rangers' e 'Final Fantasy'

#Notícia Publicado por Anônimo, em .

Game alia gerenciamento de série de TV 'super sentai' a RPG tático.

Produzido por estúdio brasileiro, 'Chroma Squad' chega no 3º tri ao Steam.

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magine um game de administração onde o objetivo não é erguer cidades ou cuidar de pessoas, mas gerenciar um estúdio de gravação de "Power Rangers". Agora alie um RPG tático que dispensa a Idade Média e usa os heróis de colants coloridos em batalhas no melhor estilo "Final Fantasy Tactics". É essa união improvável de dois mundos, embalada por um bom humor em tom de homenagem, que torna empolgante a espera por "Chroma Squad", novo jogo dos brasileiros da Behold Studios.

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O G1 jogou uma versão preliminar do game, que tem lançamento previsto na loja on-line Steam (PC, Mac e Linux) para o 3º trimestre de 2014. Assista ao lado.

Em "Chroma Squad", seu negócio é viver de "super sentai", aquelas séries de TV das décadas de 1980 e 1990 com monstros japoneses, robôs gigantes e jovens fantasiados. Como o dono de um estúdio do gênero, você precisa contratar atores para sua equipe, melhorar os cenários dos episódios e lutar para alavancar o que todo diretor de programa mais gosta: audiência.

A demonstração do jogo começa na escolha do nome e dos componentes do time. Além das características próprias, como força de ataque, velocidade e chance de dano crítico, cada ator herda as habilidades da classe que assumir. O "techie" (tecnólogo, em inglês) - que por padrão tem a cor azul, uma citação direta a Billy, personagem da primeira formação dos "Power Rangers" - por exemplo, pode usar movimentos que reduzem a defesa ou a movimentação dos inimigos. Já o "scout" (batedor, em inglês), por sua vez, se desloca mais rapidamente pelo mapa e cura seus aliados.

A graça aqui, no entanto, é subverter o esquema. Equipe apenas de mulheres? Tropa de elite só com uniformes na cor preta? Pode sim. Afinal, ter um herói vermelho como líder é muito 20 anos atrás.

A primeira batalha de "Chroma Squad" acontece em um estúdio de TV. Fundo verde à mostra, o game se esforça em mostrar que aquilo é uma encenação e brinca com a seriedade de fachada dos "super sentai".

Como é de praxe nos RPGs táticos, os cenários de são divididos em casas tal qual um tabuleiro de xadrez. Os personagens têm direito a duas ações por turno e podem aproveitá-las para andar pelo mapa, usar uma habilidade ou atacar um inimigo.

É preciso pensar estrategicamente em sua movimentação para não ser encurralado, mas melhor ainda é planejar e conseguir usar sua equipe em conjunto. Com a opção "teamwork" (trabalho em equipe, em inglês), até cinco "chromas" podem combinar seus ataques em um só golpe especial.

O jogador também tem a opção de cumprir objetivos adicionais durante as lutas para aumentar a audiência do programa e acelerar a transformação dos heróis em sua versão "super sentai". Sim, eles começam como "civis" e se "morfam" no meio das batalhas (lágrimas escorrem).

Após despachar levas de capangas e o vilão do episódio, um temível humano vestido de planta carnívora, o combate toma proporções metropolitanas. Assim como o segmento final do seu programa favorito, "Chroma Squad" tem confrontos entre "mechas" (os robôs gigantes dos super-heróis) e a versão crescidinha dos monstros.

Nesses momentos, o jogo assume uma perspectiva 2D, como em um game de luta, e não há movimentação. Você ainda escolhe entre alguns golpes e habilidades, com a diferença de que é possível encadear vários deles de uma só vez. A probabilidade de acerto, porém, cai após cada ataque bem-sucedido.

Findado o nêmese (novamente) com um golpe cortante e espalhafatoso, o jogador tem apenas um breve aperitivo do modo de gerenciamento de "Chroma Squad". Além de comprar novos acessórios - tudo indica que eles influenciam o visual dos heróis nos combates - você pode reciclar os equipamentos encostados, ativar campanhas de marketing e evoluir as habilidades dos "chromas". Mas a demo para por aí.

"Chroma Squad" tem um senso de peculiaridade que começa a virar uma marca bem traçada da Behold. Assim como no outro principal trabalho do estúdio de Brasília, o hit "Knights of Pen and Paper", "Chroma Squad" brinca com as regras do jogo e faz da paródia um elemento em si.

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Anônimo
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