O game não se chama Call of Duty 5 (CoD), mas sim Call of Duty: World at War. Até então nenhuma grande novidade sobre o novo título da série, desenvolvido pela Treyarch (CoD 3 e Spider-Man).
O novo título utiliza a engine do CoD 4, aclamada por uns e detestada por outros, mas os fãs dá série, que não são poucos, a consideram a melhor. Mas o game possui uma grande diferença em relação ao título antigo, ele abandona a abordagem mais moderna e retorna para a Segunda Guerra Mundial.
O grande desafio da Treyarch é entregar um game com uma grande engine, como a de CoD4, além de uma abordagem diferente das batalhas da época, pois a segunda guerra já foi explorada por vários grandes shooters.
A demo curta apresentada a Chris Morell (GamePro/EUA) marca o início da campanha do Pacífico. O jogador incorpora a visão em primeira pessoa de um soldado fortemente torturado. Quando o personagem está prestes a morrer, um aliado surge para "salvar o dia". A cena tem uma qualidade gráfica muito grande e é bem violenta.
Deste ponto para frente o jogador passa a correr, armado com o equipamento tradicional da época, incluindo o rifle M1 Garand. A demo leva o jogador por uma batalha a pé contra os japoneses. São observadas várias mortes em distâncias curtas e longas pelo caminho, enquanto o jogador é guiado por florestas e áreas inundadas com visual incrível.
Uma das novidades é a inclusão de momentos de ação, apresentados como pequenos "filmes", na falta de um termo melhor. Por exemplo, um soldado do Eixo derruba uma porta em chamas e inicia uma luta com um aliado. Esses momentos dão a idéia de uma ação maior, como se a guerra não fosse confinada ao espaço a ser trilhado.
Outra preocupação evidente é a não-linearidade do game, que oferece caminhos múltiplos aos objetivos. A maioria dos espaços na demo eram amplos, dando ao gamer uma multiplicidade de opções.
O game impressionou, não tão intensamente como CoD 4 na época, mas a equipe está curiosa para ver o modo multiplayer.
Confira abaixo o vídeo.
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ja era