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O programa nuclear secreto brasileiro (Programa nuclear paralelo)

por _BarReto_1990_, fonte Gamevicio, data  


Programa nuclear paralelo



Apesar de o Brasil se fazer de "santo" e amiguinho de todo mundo no cenário geopolítico atual, ele tem uma história tão obscura quanto a de todos os outros países do mundo. É mais ou menos como uma ex-atriz pornô que virou evangélica, mas tem seu "currículo profissional" que, de um jeito ou de outro, jamais será apagado da lembrança das pessoas. E, como toda ex-colônia de exploração européia, atravessou um longo período de golpes de Estado e ditadura militar, com suas questionáveis políticas relativas à veiculação de informações e aos direitos humanos, mais as conspirações na corrida pelo poder mundial.. Sabendo de tudo isso, vamos conhecer um pouco da origem do atual programa nuclear brasileiro, considerado modelo e um dos mais avançados do mundo.

Nos anos de 1970, o Brasil queria ter autonomia, de preferência independência, na produção de energia nuclear. Para tanto, o país comprou da Alemanha a tecnologia para fazer o ciclo completo da produção de combustível nuclear, incluindo o enriquecimento de urânio e o reprocessamento de plutônio. Os militares que já governavam por aqui na época, ficaram felizes igual criança que ganhou um brinquedo novo cheio de recursos, pois deter tais tecnologias significava dominar alguns dos elementos-chave para a fabricação de bombas atômicas e da construção de um motor para o tão sonhado submarino nuclear brasileiro. Os Estados Unidos, é claro, bancaram o pai estraga-prazeres e impuseram regras para a brincadeira dos nossos generais, usando de pressão política para a Alemanha obrigar o Brasil a assinar um acordo com a Agência Internacional de Energia Atômica em troca da venda da tecnologia. Tal acordo, assinado em 1976, era bastante restritivo; o controle internacional da AIEA seria não apenas sobre as tecnologias adquiridas da Alemanha, mas por todas as outras que entrassem em contato com ela e que viessem a ser desenvolvidas a partir dela. E isso implicaria, é claro em inspeções às instalações nucleares brasileiras. Além disso, o Brasil continuaria dependente do fornecimento de combustível nuclear da Alemanha.

Só que o Brasil, que queria desenvolver sua indústria nuclear própria a qualquer custo, e o mais livre possível da interferência estrangeira, viu que isso ia contra os seus objetivos, e em 1979 teve início o Programa Nuclear Paralelo, encabeçado pelo governo militar. O presidente do Conselho Nacional de Energia Nuclear, Professor Hervásio de Carvalho, foi substituído por outro, Dr. Rex Nazaré Alves, mais alinhado com a nova política de desenvolvimento nacional. Além disso, nos quatro anos seguintes foram concedidas 700 bolsas para cientistas brasileiros, militares e civis, irem estudar e se aperfeiçoarem em outros países dominadores da tecnologia nuclear, como os EUA, Inglaterra, Alemanha e Argentina. Todos eles voltaram para cá doutores, mestres e especialistas da área, inclusive em Recursos Humanos, formando o corpo científico principal do Projeto Paralelo. Com isso, o Brasil alcançou na época um nível excepcional de autonomia tecnológica na produção nuclear, em torno de 80%. Além disso, estávamos numa espécie de corrida armamentista contra los hermanos a Argentina, que havia desenvolvido o míssel balístico de curto alcance Condor, capaz de levar ogivas nucleares a mais de 1000 km de distância - apesar que aquele país não chegou a produzir a bomba.

A existência do Projeto Paralelo, cujas pesquisas na direção da fabricação da bomba A iam de vento em popa, permaneceu secreta até que uma reportagem da Folha de São Paulo em 1986 revelou a existência de covas e cisternas na Serra do Cachimbo, uma delas com 320 metros de profundidade, onde seriam realizados testes nucleares. O Ministério Público e o Congresso meteram o bedelho, descobrindo nas investigações contas bancárias secretas, que dentro do Projeto Paralelo eram chamadas de Delta. Isto poria um fim na ambição do governo militar de fabricar a Bomba, apesar que no ano seguinte o Brasil dominou por completo o ciclo do enriquecimento de urânio. Mas já era tarde, pois em 1988 caiu a ditadura e foi promulgada a atual Constituição, que proibe o uso da energia nuclear para fins bélicos. Com tudo isso, o programa brasileiro passou a ser "legítimo" e controlado pela estatal Eletronuclear, seguindo as regras do antigo acordo comercial com a Alemanha por meio da Siemens. Além disso, foi assinado um acordo com a Argentina para que ambos os países controlem suas atividades nucleares, para evitar uma nova corrida armamentista.

Em 1990 outras revelações surgiram sobre o Projeto Paralelo: mais de 50 equipes chegaram a ser mobilizadas para desenvolver a bomba atômica, que teria uma potência equivalente às lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki, e haviam diversas instalações do tipo na Serra do Cachimbo. No mesmo ano, o ex-presidente ladrão Collor, em um ato público simbólico, jogou uma pequena pá de cal para fechar um túnel usado para testes nucleares naquele lugar. Um segundo túnel, que estava pronto para um suposto teste, foi destruído alguns meses depois, sendo que os militares ocultaram a existência deste túnel do presidente.

O fato é que hoje o Brasil só tem tamanho avanço na área de energia atômica graças ao Projeto Nuclear Paralelo, que investiu pesado na formação de profissionais e cientistas, ainda que com objetivos sinistros e exclusivamente militares. Produzir a bomba não seria muito bem visto pelo resto do mundo, apesar disso ter um forte efeito de dissuadir qualquer outro país de atacar o Brasil no futuro. Mas o fato é que há muito tempo já temos os recursos e tecnologia para, se quisermos, fabricá-la, o que seria extremamente perigoso se acontecesse durante a ditadura - aliás, em qualquer época - e criaria uma enorme tensão na América do Sul. A política pacífica e não-intervencionista do Brasil de hoje, nos permite usar a energia nuclear para fins mais úteis e diversificados, não só para a construção de submarinos e ogivas nucleares de muitos bilhões de dólares, que só servem a regimes opressores e imperialistas de vários tipos, muitos deles que não permitem que outros países se desenvolvam, por medo da "concorrência". O Brasil soube tirar vantagem nesse ponto, a ponto de continuar não cedendo totalmente às pressões da AIEA e dos Estados Unidos para revelar suas tecnologias de processamento de urânio.



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Tudo isso foi realizado na decada de 70 estamos hoje em 2011 entrando pra 2012 quem leu todo o texto tem uma parte que se refere a contas bancarias secretas da qual sairia parte do investimento! Hoje pagamos altos impostos sera que ainda secretamente o Brasil nunca parou de se desenvolver militarmente? Ultimamente vemos muitas noticias do BRASIL e suas novas tecnoligas 100% modernizadas pro tempo atual e talvez pagar de "santo" pra nao chamar a atençao e obvio tomar cuidado pra nao vazar tais documentos! É isso comentem ae! Minha opniao pessoal acho que temos bombas nucleares escondidas sim quem ler o texto por completo vai ter serias razoes pra acredita incluse ja foram feitos testes com com ogivas e o brasil tomou cuidado pra nao revelar sua tecnologia podem falar o que quizer da ditadura militar mais os milicos da epoca pensaram no futuro muito mais que os governantes atuais! #FATO...


por _BarReto_1990_, fonte: Gamevicio
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