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Review de Pikmin 3 para WiiU de Eurogamer

por inuyasha302, fonte Eurogamer, data  editar remover


Shigeru Miyamoto já não se senta à mesa de produção do mesmo modo que o fez em títulos como Mario 64 ou Pikmin. Hoje, o seu escritório nos edifícios da Nintendo no Japão há-de ser um espaço mais reservado e exclusivo. Pelo menos é assim que o vejo e idealizo, porque nunca lá fui. Mas nem por se encontrar mais longe dos grupos de trabalho - os departamentos que trabalham em certas franquias -, e por estar mais perto do dia em que se reformará por completo, ele não deixa de ser uma espécie de controlador de garantia de qualidade, um mestre a quem os seus discípulos acorrem nos seus momentos de dúvida e indefinição.

É bom para uma companhia ter uma figura como esta, ainda presente e pronta para indicar a direcção de produções relevantes. Creio até que não é menos importante esta função a que está confiado hoje, por comparação com a que desempenhou até há alguns anos. Este é o momento a partir do qual os criativos testam os seus trabalhos e provam a sua capacidade em desenvolver não só produções clássicas, mas também os jogos do futuro, qual extensão de seguro de vida da companhia. Em certa medida, Pikmin 3 é um jogo de transição, da ideia de Miyamoto para os seus Pikmin. Ainda leva consigo com muitas das ideias da mente que idealizou e projectou o jogo. Apesar de não integrar a direcção ou produção de jogo, Pikmin 3 está mais perto do resultado que Miyamoto idealizou quando desenvolveu o original para a GameCube em 2001.


Alph dá os primeiros passos em PNF-404, enquanto descobre as peculiares plantas.
Na verdade, Pikmin 3 é em todas as suas vertentes um jogo mais coeso, equilibrado, profundo e superior. Apesar de reconhecermos imediatamente as suas mecânicas, e como estas ainda são muito semelhantes às mecânicas do original, o salto para a alta definição e sobretudo para uma máquina capaz de produzir mais animações e primor gráfico, deixa o jogo à beira de um sentido de perfeição, que os dois primeiros títulos não conseguiram materializar. No fundo, apesar de não implicar grandes mudanças na jogabilidade, Pikmin 3 é uma experiência muito mais polida e apelativa. Desafiante e complexa, sem nunca se tornar frustrante. Acessível, mas longa e cheia de desafios para dois jogadores. A maior ausência é mesmo o modo online, algo que reforçaria a experiência em termos de jogo partilhado, criando mais algum complemento ao modo história.

Quanto a este último ponto, dou-me inteiramente por satisfeito por ter precisado de quase vinte horas para conhecer o final de Pikmin. Uma história bastante apelativa, que pega nalguns temas como gestão de recursos, a existência de vida noutros planetas, e que graças ao "twist" final, nos empurra para mais uma dose de indefinição até à conclusão. Porém, o jogo não é parco em opções para dois jogadores. O modo multi jogador, apesar de se desenvolver em termos locais, também se revela de grande qualidade, uma vez que reaproveita a estrutura do jogo principal de modo a acomodar um desafio especial para dois jogadores, dentro do mesmo espaço. De forma cooperativa ou competitiva, ambas opções encerram desafios especiais, mas lá iremos.

Em Pikmin 3, o objectivo do jogador volta a ser explorar um planeta; um novo planeta, o PNF-404, controlando três personagens: Alph, Brittany e Charlie. Em comum, estes intrépidos exploradores têm a sua proveniência. Oriundos do planeta Koppai, a braços com problemas como sobrepopulação e poucos recursos para a alimentar, a única alternativa que lhes resta para sobreviverem e regressarem a Koppai com novas sementes, é recolhendo a fruta deste PNF-404. No entanto, na entrada do planeta Koppai, a SS Drake, a nave espacial que os transportou para longe, sofreu um acidente, atirando os intrépidos exploradores para diferentes pontos do planeta.


Os Pikmin com asas transportam os objectos pelo ar, mas também irão enfrentar sérias resistências.
É então que tem início a primeira fase do jogo, na qual começamos por controlar Charlie, o capitão, para de seguida conhecermos melhor Alph, já dentro da estrutura regular do jogo. É interessante descobrir, ao longo das primeiras horas, como a equipa de produção se esforçou por criar uma história muito coesa e apelativa. Apesar de falarem numa língua desconhecida, pela primeira vez na série elas comunicam por palavras. Durante as primeiras horas ficam claros os objectivos. Temos de obter o maior número possível de frutas, já que estas fornecem o combustível necessário para que as personagens possam sobrevier. Para tal, teremos que comandar os Pikmin e dar-lhes as instruções adequadas para que estes consigam transportar até à nave as frutas. Normalmente um dia no planeta PNF-404, implica o consumo de um frasco de sumo de fruta e cada fruta tende a proporcionar 1, 2 ou 3 frascos de precioso sumo.

Apesar de ser um jogo de estratégia, vemos que há outros elementos que assumem grande relevância; um deles é a exploração. O planeta PNF-404 é constituído por diferentes zonas que iremos descobrir ao longo da história. O GamePad, também conhecido no jogo como KopPad, fornece o mapa e é justamente aqui que temos uma das grandes inovações e melhorias face aos jogos anteriores. Através do ecrã táctil do nosso comando, podemos ver uma perspectiva aérea da área onde nos encontramos. À medida que avançamos, a área explorada torna-se visível, permitindo que identifiquemos as frutas, os limites da área, as ligações para outro ponto e muitos locais onde é possível efectuar algum tipo de interacção. No ecrã, vemos também onde se encontram os Pikmin, caso alguns fiquem para trás, o que nos permite resgatá-los mais facilmente caso o dia esteja prestes a acabar. Isto para dizer, que apesar de ser um jogo com uma componente estratégica muito forte, Pikmin 3 é também um jogo de exploração e gestão. Como uma aventura que avança dentro de alguns limites. Limites esses que nos obrigam a trabalhar em ordem a conseguir os objectivos imediatos (recolher fruta para sobreviver), mas também encontrar os nossos camaradas de viagem até este belo planeta.

Com efeito, é difícil subsumir Pikmin 3 a um género, e fazê-lo é condicioná-lo. É que para além da componente estratégica e de gestão, o jogo ainda oferece um tipo de interacção que privilegia elementos de acção, com uma física muito mais acentuada. Isso está bem patente quando levamos os Pikmin a combater as criaturas do planeta. Ainda que não tenhamos o poder de as controlar directamente, é possível alvejar as criaturas inimigas em pontos concretos, como nos olhos esbugalhados dos caranguejos, na carapaça de um escorpião gigante, entre outros. As reacções dos inimigos também são imediatas e muitas vezes causam grande mortandade entre os Pikmin, pelo que convém atacar com segurança e com a certeza de que o ataque está a ser travado com os Pikmin adequados ao tipo de inimigo.

No entanto, um dos elementos que é particularmente admirável neste jogo, é mesmo a arte e design que nos levam a um PNF-404 que, visto de tão perto, nos dá uma representação fabulosa do que pode ser um espaço natural e selvagem, onde cada objecto quase pode ser tocado e pesado - especialmente quando observamos o trabalho de carga dos Pikmin. Como sabem, estas criaturas são muito pequenas. Medem poucos centímetros, daí que se possam afogar num pequeno riacho ou cair em zonas de onde terão dificuldade em regressar. É um processo meticuloso, mas altamente gratificante da perspectiva do pormenor gráfico Temos assim riachos e correntes de água onde existe vida, onde se movimenta uma variedade incrível inimigos, mas também muitas plantas, árvores e objectos magnificamente renderizados. É admirável descobrir cada detalhe e porção de uma área. Desde as tundras geladas a este, às zonas tropicais e quentes do sul, a biosfera do planeta PNF-404 é um dos elementos mais admiráveis do jogo. É claro que isto só é possível na passagem para a alta definição, mas a animação e fluidez não oferecem o mínimo abrandamento e ainda temos grandes efeitos de luz, especialmente nas zonas interiores, como as cavernas.

Uma das grandes novidades em Pikmin 3 é a possibilidade de comando de 3 personagens. Na primeira fase do jogo, enquanto não reencontramos os colegas de missão, começamos sós a aventura, como Alph. Só depois encontramos Britanny e mais lá para a frente, Charlie, o comandante é que se forma a equipa definitiva. Cada personagem oferece uma personalidade muito própria, sendo isso evidente na forma como comentam a missão no daily log, quando recolhem ao espaço no final do dia. Alph, revela preocupação pela SS Drake, enquanto que Britanny pensa sobretudo no racionamento das frutas. Já Charlie, é o homem músculo e capataz, mas nunca larga o pato de borracha. Quem regressa neste jogo é Captain Olimar e o desastrado Louie.


É possível seleccionar melhor o objecto ou fruta que pretendemos interagir.
Mas esta terceira personagem, controlada ao mesmo tempo, vem permitir novas opções em termos estratégicos. Desde logo, é possível dividir a equipa em três exércitos, enviando dois deles para missões - como recolha de frutos, combate contra inimigos ou quebra de barreiras -, recorrendo ao ecrã do GamePad para marcar o destino e posição das tropas, ao mesmo tempo que comandamos o nosso grupo para outra tarefa. Para mudar de personagem, basta pressionar o botão Y. Contudo, haverá outras áreas do mapa onde as três personagens efectuam diferentes ordens. Por exemplo; enviamos duas para uma zona intermédia, juntamente com alguns Pikmin, enquanto que depois passamos a controlar uma das duas personagens nessa zona intermédia, podendo atirar a outra para uma zona mais à frente, num efeito ponte. É assim que conseguimos chegar a muitas frutas escondidas.

Todavia, irão incorrer alguns riscos quando planearem uma estratégia destas. Desde logo, porque ao deslocarem automaticamente um conjunto de Pikmins comandados por uma personagem até um certo ponto, o grupo pode ser atacado por criaturas selvagens. Somos sempre informados disso, numa mensagem que causa até algum alvoroço "we're losing pikmin", e quando queremos reagir ao ataque perdemos algum tempo e Pikmins, antes de controlarmos a situação. Claro que não sendo os inimigos visíveis no mapa, arriscamo-nos a sofrer alguns danos através destas incursões. Mas são mais as vantagens que daqui resultam, uma vez que nos permitem optimizar a estratégia e ter mais resultados no mesmo espaço de tempo, pois este multitasking - possibilitado pelo acrescento de mais uma personagem - sai beneficiado devido à boa interacção e observação do ecrã do GamePad.

Ao usá-lo e ao clicar num ponto do ecrã, há uma suspensão da passagem do tempo, o que nos dá toda a liberdade para definir a estratégia. Além disso, o KopPad permite-nos conhecer mais sobre a biosfera deste peculiar planeta, assim como as suas criaturas hostis, particularmente os bosses. Através de algumas dicas - colocadas em certos pontos dentro de chips que contêm informação - acedemos a dados relevantes, sobre como e onde devemos atacar as criaturas.


As pontas aguçadas dos Rock Pikmin estilhaçam o vidro e pedaços de gelo.
Outra função relevante a partir do GamePad é a possibilidade de fotografar qualquer momento da nossa campanha - com uma perspectiva totalmente por dentro, a partir do KopPad da personagem -, podendo enviá-la, de seguida, para o Miiverse. A definição de cada fotografia é realmente impressionante, não só pelos detalhes e pormenores, mas também devido à possibilidade de efectuarmos zoom ao objecto que queremos fotografar e que nos dão belos postais deste PNF-404.

Sobre os adversários e criaturas oponentes, vemos em Pikmin 3 um reforço na sua dimensão. Isto é, para além das criaturas de dificuldade intermédia, que normalmente patrulham os acessos às frutas mais deliciosas, ou que servem de barreira a um ponto que queremos ultrapassar, encontramos bosses de grande dimensão, autênticos monstros e dores de cabeça. Estas batalhas revestem uma particular dificuldade, já que causam mais danos ao grupo de Pikmins que tenhamos, mas também oferecem momentos de particular admiração, sobretudo pelos movimentos e tipos de ataque. Por comparação com os jogos anteriores, estas batalhas estão muito mais épicas, mas também põem à prova toda a nossa capacidade para atacar recorrendo a estas plantas coloridas. Existe, no entanto, uma concessão, é que se causarem danos num boss, estes permanecem no dia seguinte, o que facilita a tarefa, se regressarem com um novo exército de Pikmins.


O KopPad recebe sinal da nossa colega de missão.
Sobre a actuação dos Pikmin, este ponto é conhecido pelos fãs, mas para quem não conhece vale a pena lembrar que o jogador serve-se destas pequenas flores, ou raízes de flores, para executar uma variedade de tarefas. A primeira é seguir o líder. Para isso, só teremos que apitar para uma zona onde os Pikmin se encontrem que eles logo formam uma fila nas nossas costas. Quanto mais tempo apitarmos, maior será a zona de chamamento, sendo esperável que mais Pikmin nos sigam. No entanto, estas criaturas podem ser enviadas para diversos pontos, de modo a carregar objectos, combater inimigos, deslocar objectos, destruir ligações, fabricar pontes, puxar caixas e até levantar certas barreiras. As possibilidades de acção são muitas e diversificadas, uma vez que estas amorosas criaturas fazem tudo o que lhes pedimos e respondem de forma empenhada. A afectação e sentido de pertença que vamos tendo com eles ao longo do jogo é tão grande, que nos levam a ter por eles um certo sentimento e uma sensação de tristeza, especialmente quando não conseguimos recuperar todos, no final de um dia de trabalho, para dentro da cebola de onde provêm, ficando à mercê das criaturas inimigas, num retrato amargurante.

No começo do jogo, dispomos apenas dos Pikmin vermelhos. Resistentes ao fogo, são especialmente bons em combate. Podemos até activar um modo que lhes dá alguma fúria temporária, e necessariamente mais danos nos adversários, quando usamos uma poção de líquidos especiais. Nesse momento, uma chama parece sair da flor, deixando-os como que "on fire". À medida que avançamos na história, outras espécies de Pikmin ficam disponíveis. Os amarelos, por exemplo, podem ser atirados mais alto e são resistentes à electricidade, enquanto que os Pikmin azuis podem sobreviver dentro da água e fora dela. As grandes novidades são os Rock Pikmin e os Winged Pikmin. Os primeiros, sendo mais pesados, são óptimos para quebrar superfícies como vidro (o efeito do vidro a estalar é tão convincente), mas também causam mais dano em certos inimigos. Já os Winged Pikmin dispõem de pequenas asas que lhes permitem voar, sobrevoar a água e transportar objectos e frutas pelo ar. Pelo meio podem encontrar umas bolas com fogo que servem de bombas.

Apesar de perecerem em combate ou ficarem expostos aos inimigos depois do dia findar, é possível obter novos Pikmin. Para tal, terão que transportar criaturas mortas ou então recolher uma espécie de cápsulas com um número inscrito na frente, que corresponde ao número de sementes Pikmin. No final do dia, é possível reunir todas as plantas sob a mesma cebola. No jogo anterior, havia para cada espécie de Pikmin uma cebola. Agora todos eles reúnem-se na mesma casa e esta vai ficando mais colorida à medida que descobrem cada uma das cinco espécies disponíveis para o modo história. Os Pikmin brancos e roxos só estão disponíveis no multi player.


À falta de um modo online multiplayer, dois jogadores podem partilhar a mesma experiência através do mesmo ecrã, mas só um pode usar o GamePad.
O decurso do tempo e a quantidade escassa deste para a realização dos objectivos continua a ser uma das características marcantes do jogo, a qual não conta com alterações neste jogo. Voltamos a dispor de um regime diurno de actividade - os únicos momentos onde iremos comandar os Pikmin ao escuro, acontecem dentro de grutas -, limitado a 12 minutos por dia. Um relógio marca a passagem do tempo, e assinala os momentos finais, especialmente a contagem decrescente. O sucesso ou não das missões em Pikmin 3 depende muito da capacidade de execução das missões dentro do pouco tempo disponível. Urge por isso determinar e fazer primeiro uma definição dos objectivos, recorrendo ao mapa, de modo a maximizar o tempo disponível. Por cada área existem recursos suficientes e de sobra, já que por dia, o grupo de personagens carece apenas de um frasco de sumo. Haverá, no entanto, uma parte da história, que se cruzará com o capitão Olimar e Louie, onde terão que lidar com novas circunstâncias, mas para não estragar a surpresa, descubram por vocês mesmos. O número de frutas disponível está limitado a pouco mais de sessenta. Mas podem completar o jogo a 100% depois de terminarem a história.

Em termos de opções para dois jogadores, há dois modos; bem diferentes e especiais. O primeiro, designado missões, oferece um desafio muito perto do que vimos no modo história, mas no qual dois jogadores podem participar cooperativamente, em torno de certos objectivos. Entre os quais: recolher o maior número possível de tesouros, defrontar os inimigos e combater um determinado boss. Um jogador dará uso ao GamePad, enquanto que o outro poderá escolher o Wii Remote, ligado ao Nunchuck, ou então servir-se do comando Wii U Pro. Neste modo o tempo limite faz parte do desafio e no final haverá pontuação para os dois jogadores, que terão aqui o ecrã dividido.


O confronto no modo batalha bingo é original e não impõe limites de tempo.
Se no primeiro modo, dois jogadores jogaram cooperativamente, no modo Batalha Bingo, dois jogadores irão competir entre si até que um deles seja o primeiro a fazer bingo. Assim, a cada um é dado um cartão com uma grelha onde se encontram objectos que podem capturar, numa mesma área que é partilhada com o adversário. O primeiro jogador que fizer uma linha, ganha. Este modo é particularmente interessante e está muito bem conseguido, pois oferece algumas variáveis, como os confrontos entre Pikmin e também permite alguns ajustes, como por exemplo, capturar a bandeira do adversário ou estabelecer certos handicaps, caso haja uma oposição entre um jogador mais experimentado e outro que esteja a jogar Pikmin pela primeira vez. A ausência do modo online pode ser um ponto recorrente, mas estes dois modos de jogo, exclusivamente para dois jogadores, prolongam ainda por mais tempo a experiência e ainda servem de bom treino e preparação para os momentos mais complicados do modo história.

Quase dez anos depois do último Pikmin lançado para a GameCube, Pikmin 3 é o jogo que está mais perto dos objectivos propostos por Shigeru Miyamoto quando idealizou esta franquia. Um mundo natural, refrescante, orgânico e único, é a base de um desafio convincente para três intrépidos exploradores, que voltam a partilhar o protagonismo com as plantas mais inocentes e mais expressivas que vimos até hoje. Poderá não surpreender tanto em termos de mecânicas e gameplay, mas está claramente mais refinado, detentor de uma melhor física e aberto a novas possibilidades de estratégia, o que permite em boa parte, sentir esta como uma experiência diferente e mais avançada. Delicioso em termos de design, destaca-se pelo grau de detalhe e realismo com que é mostrada a fauna do planeta PNF-404. Polvilhado de surpresas e grandes criaturas hostis, oferece dos visuais mais belos e impressionantes que podemos encontrar para a Wii U. Do princípio ao fim, esta é uma aventura que nos mantém agarrados e que nos deixa ainda mais ligados a estas pequenas plantas que emprestam o seu nome ao jogo.


2 comentários

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Eurogamer
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