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Review de Clive Barker's Jericho para PC de Portal dos Games

por Anônimo, fonte Portal dos Games, data  editar remover


Só para que você não entenda errado, Clive Barkers Jericho é um shooter de corredor. Têm poucos elementos para distraí-lo de suas aproximações de monstros e níveis inteiramente lineares, tais como o controle de esquadrão, mas em última instancia é uma carga direta do começo ao fim. Você começa com o Capitão Ross, o líder de um grupo com a dádiva da mágica de ter guerreiros munidos com armas pesadas conhecidas como Jericho. Um incidente surpreende no deserto, uma lacuna no tempo e espaço que leva de volta às raízes da criação. Em seu núcleo está um tipo de antigo mal, The Firstborn, e é sua tarefa atravessar várias mudanças de período de tempo para matar muitas criaturas nojentas pulsando em sangue.

Confira os fatos!

Todo o esquadrão Jericho consiste, pelo menos inicialmente, de sete membros, cada um com seu próprio e singular armamento e ataques mágicos. As habilidades mágicas são destravadas conforme o jogo progride, e você rapidamente descobrirá que alguns membros são muito mais úteis do que outros. Lieutenant Black e Corporal Cole, por exemplo, são úteis ao longo de todo o jogo graças à lentificação do tempo, balas mágicas, e habilidades de granada. Capitão Jones e Father Rawling, por outro lado, é a parte mais inútil, exceto nas seqüências onde você é forçado a controlá-los.

Um pouco mais adentro do jogo você recebe a habilidade de trocar de controle entre os membros do esquadrão ao seu gosto. ?? uma boa idéia, desde que ele permite que você experimente as diferentes classes de modo muito fácil, permitindo que você ajuste-se a diferentes tipos de criaturas demoníacas que te atormentam. Os méritos desta idéia oscilam muito rapidamente, entretanto, sob o peso dos problemas de inteligência artificial, os métodos arcados de progressão de estágio, e frustração freqüente, e repetitivos encontros com inimigos.

Em relação a qual membro do esquadrão você controla, você tem acesso a um limitado número de comandos posicionais. A equipe Jericho é dividida em duas metades, Omega e Alpha. Você pode ordenar aos dois esquadrões para voltar, seguir adiante, ou direcionar seus esquadrões individuais a partes especificas do mapa. Conforme você progride no jogo, você irá perceber quão redundante esses controles são. Com a exceção de pouco prazeres em puzzles estruturais, não há basicamente vantagem em utilizar qualquer um desses comandos. Os estágios são lineares e consistem de corredores estreitos ou arenas circulares. Os inimigos correm diretamente em sua direção, passando completamente qualquer abrigo, tornando irrelevante qualquer tipo de planejamento tático.

Conseguimos aceitar que os esquadrões de comando são simplesmente um item pobremente implementado, mas então há o problema dos colegas de equipe agindo como bobos de qualquer maneira. Eles irão disparar armas sem precisão nenhuma e usar suas habilidades com regularidade, mas você ficará surpreso com a freqüência que eles não irão escapar de fogo inimigo. Você pensaria que isto deixaria de ser um problema quando você finalmente passa pela seção de inimigos explosivos, mas os inimigos explosivos estão por todo lado. Eles surgem do chão em qualquer uma das numerosas áreas de monstros, e causam morte instantânea dentro de certa proximidade.

Por sorte, Ross e Rawlings podem ressucitar. A idéia por trás do mecanismo é bem-vinda, desde que nega a necessidade de recarregar seu jogo quando seus membros do esquadrão morrem o que eles fazem com muita frequência. Desde que o esquadrão Jericho é tão incapaz de permanecer vivo, você passará quase metade da batalha correndo por ai para tentar e trazer qualquer um de volta à vida. Mas isto é um shooter, certo? Poderia ser dito que para manter seu esquadrão fora do perigo, você poderia usar os comandos posicionais para deixar seus colegas em segurança. ?? uma linha tentadora de pensamento, mas pare por um segundo e considere que tipo de jogo você está jogando. Você realmente quer jogar um shooter em primeira pessoa onde a massa do que você faz é ressucitar colegas de esquadrão e ordenar que eles fiquem a salvo?

Se o nível de inteligência dos membros de Jericho não fosse suficientemente irritante para você, há o atirar em si também. Não há realmente nada nisso. Algumas vezes seu esquadrão se separa, forçando você a completar puzzles planos às habilidades especificas deles. A habilidade de Jones de possuir inimigos para engatilhar trocas difíceis de alcançar e tal são particularmente irritantes, e se ele não estivessem lá nós nunca teríamos trocado o cara de qualquer maneira. Você também encontra seções onde você é forçado dentro de uma seqüência de partida no estilo acionar de tecla para lidar com os ataques, partir a armadura do inimigo, e furtivamente escalar um penhasco. Essas coisas não são tão ruins, embora admitidamente surjam como um pouco estranhas a um jogo como este. Felizmente o jogo permite que você tente de novo infinitamente se você falhar sem forçar você a jogar de novo quaisquer seções anteriores. Mas ainda, a combinação de seqüências de acionamento de tecla, simplistas e no geral comandos táticos, e a decisão de dividir um protagonismo principal carregando um monte de armas em esquadrão de seis membros, com suas próprias armas parece como trabalho de recortes sobre o gameplay sem graça e velha progressão de mecanismo.

Algumas dessas coisas poderiam ser perdoadas com um enredo interessante. O conceito de Jericho, descendo por períodos infernais na historia da Terra para parar um antigo espírito do mal de libertar-se e consumir a Terra, é definitivamente trabalhável. Não encontramos nada que fosse particularmente memorável, mas foi o suficiente para manter-nos pressionando adiante para descobrir especificidades de como o mal foi criado, porque é tão inclinado à destruição da humanidade, e como derrotá-lo. Qualquer que seja o interesse jogado nesta premissa é estragado pelo passo do jogo. A transição do jogo com muita freqüência dentro de cenas não interativas, força você a escutar o brusco diálogo, ainda que novamente evite que você faça o que você quer fazer neste jogo, nomeadamente atirar em demônios. Essas seqüências de diálogos poderiam ter sido ajudadas pelo semblante de personagem, mas tudo que você tem são personalidades idênticas. Delgado é o cara agressivo com uma arma enorme. Cole é a garota da tecnologia. Rawlings é o veterano envelhecido com algo para esconder. Parece emocionante certo?

Jericho consegue apresentar alguns cenários legais, particularmente se você é do tipo de jogador que aprecia um exagero de sangue. Cabeças explodem, sangue espirra para todo lado, e algumas das lutas de líderes, como um demônio gordo que abre seu estomago e espalha vísceras para todo lado, são sem dúvida repulsivos. Ainda por todas as sujeiras, entranhas, e figuras horrorosas, não há nada que proporcione medo genuíno. Este jogo não pode nem mesmo se aproximar da emoção que F.E.A.R. era capaz de provocar, ou da sensação difícil de Half-Life 2 quando se assustava em áreas nas quais você sabia que zumbis com cabeça de crustáceos estariam presentes.

Sobre a primeira entrada no mundo do jogo, você provavelmente desejará gostar deste jogo. Os visuais podem ser ótimos, particularmente alguns dos designs de inimigos e maiores ambientes internos (a imensa batalha no coliseu invade sua mente). O trabalho de voz tende a ser forçado, e não do tipo de exército. E ao mesmo tempo em que o som de ambiente mantem-se graças a algumas trilhas ambientais bem produzidas, os visuais e áudio nunca se fundem para formar um sentido real de atmosfera. Eles não te distraem da estrutura simplista do jogo. Ao invés de ser pego na luta contra a força demoníaca que ameaça a continuidade da existência de sua raça, você fica preso a elementos do esquadrão, pobres amigos e inimigos de IA, encontros repetitivos, e níveis obviamente lineares. Jericho tem poucos momentos memoráveis, mas eles não valem à pena.


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Portal dos Games
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