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Review de SoulCalibur: Broken Destiny para PSP de GameTV

por Anônimo, fonte GameTV, data  editar remover




A história que conta o destino eternamente recontado das espadas irmãs deu uma pausa. Soulcalibur e Soul Edge não estão em conflito, nem o foco está na eterna batalha entre Siegfried e Nightmare. Soulcalibur: Broken Destiny tem outro foco: as lutas. Esse contexto marca um novo ponto para a série, mesmo sem adicionar nada.

O Soulcalibur do PSP é a versão miniatura do quarto capítulo da série, que apareceu no PS3 no meio do ano passado, mas sem Darth Vader e Star Killer, vulgo The Aprenttice. Os gráficos mantém a beleza incomparável nos jogos de luta 3D. Depois que você liga o jogo pela primeira vez e cria o seu save, o logotipo da Namco e da equipe do Project Soul anunciam uma bela cena em CG. São mostrados os principais personagens, com destaque para Dampierre, Algol e o ???mascote??? da Sony, Kratos.Técnicas de sombreamento, iluminação e efeitos especiais fazem sua aparição aqui e mostram com perfeição os golpes e a força de cada lutador.

Enquanto Dampierre é um personagem mais equilibrado e que poderia estar em qualquer jogo sério da franquia, a presença de Kratos e Algol mostra que é difícil manter o equilíbrio com personagens tão poderosos no plantel de lutadores. ?? claro que eles têm pontos fracos, mas fica difícil encontrar um momento para contra-atacar o fantasma de Esparta ou o ex-chefão final.

Os controles foram muito bem mapeados e existe a ótima opção de usar tanto o disco analógico quanto o direcional digital. A melhor opção é a segunda, claro, pois os botões do portátil respondem com precisão e estão bem localizados. Isso significa que você poderá escolher qualquer um dos 28 lutadores e ainda assim não terá como reclamar. O problema é que este Soulcalibur não parece ser da mesma linhagem dos anteriores.

Quem está pensando em comprar o Broken Destiny para jogar sozinho vai acabar ficando um pouco decepcionado, pois a quantidade de modos não é nada atrativa. O Gauntlet mode é um tutorial muito eficiente para quem nunca teve nas mãos um game da série. Nele é possível descobrir como fazer parries e guard crush.

Depois de passar pelos quatro capítulos de Gauntlet, o jogador do modo solo vai descobrir que não tem muito que fazer. Ele poderá escolher o modo Quick Battle, que é uma luta contra o computador, o Training, para treinamentos, e os Triais, que são basicamente o modo arcade, mas sem história e com cinco inimigos para serem derrotados. Até mesmo o modo de aventura, que você conhecia desde Soul Edge, foi eliminado.

Isso significa que este é um Soulcalibur mais focado no modo de disputas, mas sem a opção de transmitir uma demonstração para um amigo via gaming sharing. Não existe sequer uma opção de partidas online, o que tornaria mais fácil a busca por um oponente mais forte. Pensando bem, isso pode ter sido uma boa escolha, já que o modo online de SC4 era uma porcaria.

O modo de criação de personagens trambém voltou. Você pode dar seus toques pessoais nos lutadores, mudando as cores das roupas ??? mesmo com certos limites - e até a espada que empunham. Criar um personagem do zero continua sendo o principal atrativo, mesmo mantendo as deficiências de Soulcalibur 4, que não permite usar uma classe que não seja as dos personagens originais. Isso significa que você pode até mesmo dar o machado gigante de Astaroth para uma menina, mas ela continuará sendo o próprio Astaroth, apenas com uma nova aparência.

No geral, Soulcalibur Broken Destiny é um bom jogo de luta. Não oferece muitos recursos para quem joga sozinho, mas acerta no quesito ???equilíbrio??? ??? elemento que vem sido abandonado por muitos games de luta da atualidade em nome da ???diversão???. Este é um Soulcalibur de bolso, mas que fica devendo aos fãs da franquia em diversos aspectos.


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