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Review de Army of Two: The 40th Day para X360 de Top Games

por Giordano Trabach, fonte Top Games, data  editar remover


Salem e Rios estão de volta em uma aventura superior ao seu jogo de estreia, proporcionando excelentes e intensas sequências de ação cooperativa.

O primeiro Army of Two foi uma ousadia da Electronic Arts a qual não estávamos acostumados: uma franquia inédita, em um mercado abarrotado de sequências. Um jogo de tiro, sim, mas cujo principal aspecto era o multiplayer cooperativo. Uma trama moderna, com elementos reais como o fatídico 11 de Setembro servindo de base para a ficção. Nem todos perceberam a evolução que acontecia ali, diante de nossos olhos, mas quem jogou o game original sabe: era muito divertido metralhar os inimigos em dupla, armar cercos e correr para resgatar o companheiro caído. Saudações espalhafatosas eram bônus inesquecíveis.

Hoje, quase tudo isso é comum. Multiplayer tornou-se praticamente obrigatório em jogos de tiro em primeira pessoa. Usar a realidade como pano de fundo histórico para uma aventura também é algo que vemos com frequência. O que ainda distingue Army of Two de seus rivais é a dupla de mercenários Salem e Rios, com suas máscaras amalucadas, tapinhas nos ombros e outras demonstrações de ???brodagem??? no calor do combate. Ao menos era só isso ??? até chegar Army of Two: The 40th Day.

Evolução em andamento
De cara, os dois protagonistas não são mais clones um do outro, identificados apenas por suas máscaras. Assim como Ryu e Ken, Salem e Rios evoluíram e tornaram-se personagens fisicamente diferentes. Ainda são machões debochados, mas não mais desprovidos de emoções, o que torna a história mais envolvente. Há uma grande variedade de máscaras disponíveis desde o começo e outras são liberadas no decorrer do jogo. Nossa preferida é a de um enorme e doentio Smiley amarelo, mas há muitas outras. No Army of Two original, a trama cobria um arco de vários anos e passava-se em várias partes do mundo. Em The 40th Day, a EA concentrou-se em explorar um único cenário, Shangai, durante um período de poucos dias. Um detalhe, mas que resulta em uma trama concisa e capaz de gerar algum interesse no jogador.

Salem e Rios estão na cidade para cumprir um contrato de sua companhia, a TransWorld Operations. A missão era simples: matar alguns soldados, atingir um ou dois objetivos e receber um cheque bem gordo no final. A dupla não contava com o caos que envolveria a metrópole logo em seguida. Arranha-céus vindo abaixo, explosões por todos os lados, aviões caindo sobre a cidade. Os mercenários devem permanecer vivos e descobrir o que está acontecendo e quem está por trás de tudo.

As mecânicas de jogo passaram por muitas mudanças. O sistema de personalização das armas foi aprimorado e expandido. Até os ataques corporais mudam de acordo com o equipamento carregado. Só a arma secundária ficou de fora dessa melhoria. Você pode equipar qualquer arma pesada, como um fuzil ou rifle de assalto como arma principal, mas a arma secundária deve ser uma das três pistolas disponíveis. O design do jogo é mais propício aos ataques planejados, exigindo a cooperação dos jogadores para atingir o sucesso, com um jogador disparando por trás da cobertura enquanto o outro flanqueia os inimigos. Como essas ações são a essência do entretenimento em Army of Two, nada mais natural que investir para que momentos assim permeiem a aventura.


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