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Review de Resistance: Fall of Man para PS3 de Eurogamer

por ekans, fonte Eurogamer, data  editar remover


Resistance é um jogo criado pela Isominiac Games e distribuído pela SCEE, um dos jogos mais falados para o lançamento da nova PlayStation e uma forte aposta de vendas por parte da Sony que se revelou uma aposta bem conseguida, fora isto este jogo dispensa apresentações.

Com uma história coerente dentro dos parâmetros em que se enquadra, este jogo relata a história de Hale, um sargento americano que é enviado para a Europa para combater a invasão Quimeriana no nosso Planeta, todos os actos heróicos deste sargento são relatados ao longo de todo o jogo de forma a mostrar o quanto importante foi a acção deste homem durante a 2ª Guerra Mundial e tudo o que fez para impedir a propagação do vírus Quimeriano.

Durante todo o jogo vamos ter, ou não, o prazer de conhecer estas bonitas criaturas que são os Quimerianos, existem mais de dez tipos de guerreiros Quimerianos sendo que os mais básicos são os mais fáceis de derrotar e conforme a duração do seu processo de criação este vão ser mais desenvolvidos, fortes e resistentes, ou seja, mais problemas nos vão dar, existem Quimerianos pernaltas, grandes, pequenos, a única coisa que têm em comum é que de bonitos nada têm, o que é bom, por vezes vão nos assustar e fazer abanar o comando até que nos larguem. Existem ainda Quimerianos em forma de cães ou algo do género, aranhas e uma espécie de polvo gigante voador que é o nosso mais terrível inimigo, mas nada como um tiro de bazuca para acabar com o problema, para além disso existem ainda máquinas gigantes que disparam mísseis para nos dificultar a missão, o bom é que vãos também ter o prazer de as controlar.

Ao longo do jogo, Hale para além de ter o prazer de conhecer estas criaturas vai também ganhar diferentes armas que o irão ajudar nesta difícil missão, alguma delas são a Carabina, Bullseye, Mira entre outras, mas a sua maior ajuda vai ser o poder de regeneração que nos vai fazer querer esconder do campo de combate para voltarmos a recuperar vida, este poder é derivado de Hale ter sido infectado e ser um misto de Quimeriano com humano, sendo descobertas ao logo do jogo vários factos que comprovam esta infecção. Ao acabarmos o jogo é desbloqueada uma nova funcionalidade no novo modo de campanha, um conjunto de armas novas que ganhamos ao avançar a campanha, a primeira arma são duas pistolas bem ao estilo de Tomb Raider, isto cria em nós um sentimento de angústia por não podermos ter jogado com estas armas logo durante a primeira campanha, mas dá-nos vontade de jogar mais uma vez, o que torna a longevidade do jogo maior, o que é bom.

Existem várias opções no menu inicial, podemos começar uma campanha a solo e combater os Quimerianos com o sargento Hale ou mesmo fazer a carreira a dois jogadores na qual o nosso colega utiliza um soldado de cor negra para nos ajudar durante todo o modo de Campanha. Ao jogarmos a dois as probabilidades de sucesso são maiores, pois caso um dos membros da equipa morra, desde que o colega não se torne também ele defunto num período de 20 segundos após a primeira morte, fora isto toda a aventura é completamente igual, torna-se apenas mais interessante pois existem mais comentários com o parceiro, havendo assim menos momentos de melancolia.

Para além disso existe um modo multiplayer online com modos de jogo exclusivos como a famosa ???Captura de Bandeira??? e modo versus de duas equipas com até 20 jogadores, num total de 40 jogadores sem lag ou qualquer tipo de bugs relacionados com o servidor. O jogador pode ainda criar a sua clã de combate ou mesmo tentar desbloquear medalhas de objectivos durante os combates online. Dentro deste modo online só fica mesmo a impressão de que falta o modo de campanha multiplayer, o que é um ponto negativo, pois é uma opção que faz falta a muita gente que pretende jogar a dois não tendo no entanto um parceiro à altura.

O jogo é ainda dotado de um bom poder gráfico, mas não excelente, fica a ideia de que poderia ser bem melhor, texturas por vezes pouco elaboradas tornam o grafismo do jogo um pouco pior, mesmo assim os cenários são muito realistas, adequados e bem elaborados, durante todo o jogo podemos observar cenários diferentes e muito bem feitos, a diversidade de cenários é um ponto a favor pois não torna o jogo repetitivo, um ponto contra é a falta de interactividade com os cenários, não querendo dizer que é má mas fica também a ideia de que poderia ser algo melhor. Quanto a efeitos sonoros podemos dizer que são um mimo, temos muitas vezes a impressão de que os sons vêm de partes diferentes da nossa sala, as vozes dos Quimerianos são também elas muito bem feitas, se bem que por vezes sejam um pouco irritantes, mas todo o som de ambientes e armas está ao nível do jogo.

Concluindo, Resistance é um excelente título de lançamento, pelo que por isso mesmo não podemos exigir muito mais do jogo, sabemos que há muito para melhorar mas também sabemos que como título de lançamento há ainda muitas arestas para limar, agora só nos resta esperar por mais um Resistance para descobrirmos finalmente o que é o sargento Hale.


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