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Review de Tom Clancy's Splinter Cell Chaos Theory para PC de GameVicio

por Henrique;, data  editar remover


"Sam Fisher é igual a um bom vinho, quanto mais velho, melhor está."


Introdução


Ao chegar 2005, a série de espionagem Splinter Cell volta melhor do que nunca. O bom e velho Sam Fisher está novamente de volta a ação, para tentar combater mais alguns terroristas doidos afim de causar uma guerra nuclear. Se um simples código algorítmico pudesse quebrar o mercado das ações asiáticas, causar um blackout em Nova York ou controlar mísseis balísticos?

Em 2007 (Ano que se passa o game) se tornou realidade. Apenas uma pessoa tem a chave para o código e você precisa encontrá-la a qualquer custo ou uma série de catástrofes impossível de ser detida terá inicio.

Você é Sam Fisher, um Splinter Cell. Qualquer ato sobre sua existência, se você for pego, será negado.


Jogabilidade


A princípio você não nota quase nada, é sempre a mesma característica dos jogos anteriores da série, ou seja, ser o mais discreto possível, tentar não causar alardes vai livrar a sua pele muitas vezes.

Fisher continua com suas grandes habilidades, como escalar nas paredes, ficar entre duas paredes, ficar na tocaia só esperando o inimigo desprevinido aparecer.

O game é totalmente operacional com uma faca de comando, o melhor equipamento para ataques furtivos. Há um novo golpe a ser executado, como quebrar o pescoço do oponente em posição invertida. ?? bem legal isso, dá até gosto de escutar o estralo ao fazê-lo.

O armamento continua a mesma coisa, a sua pistola possui uma abilidade especial para desativar coisas eletromagnéticas, uma coisa boa que foi adicionada foi o modo do Zoom do SC-20K, que fica bem mais fácil de você acertar os seus inimigos. Não se esqueça que essa arma carrega uma série de acessórios a serem usados, tais como eletrocutor adesivo, câmera adesiva, projétil de longa distância e por aí vai.

O básico do game é fazer o menor barulho possível e se esconder, assobie e espere o trouxa do inimigo vim checar o barulho, mais tem um pórem, se ele estiver acompanhado de seu parceiro, o seu parceiro pode sentir a sua falta e ir atrás dele. Tome muito cuidado com isso, não poderiam faltar as suas bugigangas. Tais como visão noturna, visão térmica e etc. O grande foco é você se esconder no escuro para passar despercebido pelos inimigos.

Uma das pouquissimas coisas adicionadas ao game foi o sistema de som que seguido pela luz emprega um limite de barulho maior. Agora há uma barrinha para mostrar o som que você faz ao andar que pode até demonstrar os alardes se você for descoberto. A interação com o cenário continua fantástica, a maioria dos objetos podem ser usados como ataque ou defesa. O segredo básico é você passar sem ser percebido.


IA


A Inteligência Artificial que era muito boa recebeu melhoramentos, dando aos inimigos a percepção mais avançada, reagindo como se não fosse um NPC. Eles notam suas movimentações, conversam pelo rádio, notam as suas ações como portas abertas, um computador que foi tocado, uma lâmpada apagada. Mas tem um pórem, um caso deles é você ver dois inimigos sentados e conversando e não percebem o que aconteceu entre eles por mais precisos que sejam os movimentos do Fisher. Já em outras situações há uma presença de humor negro nos interrogatórios "calmos" do Fisher.

O título segue o mesmo padrão dos jogos anteriores, mais nessa edição há diferentes caminhos para você completar os seus objetivos, variando entre uma mente apressada, uma que raciocina, ou até mesmo sorte.

Outra pequena novidade é você se infiltrar nas tubulações, passando despercebido pelos inimigos, permitido começar de um quarto ou banheiro e acabar dentro do Quartel General inimigo.

As câmeras são muitas e estão espalhadas, algumas nem percebe que estão ali. Outra novidade é o modo de hackeamento e também tem uma visão específica para ela, que dá para ver os dispositivos eletrônicos.


Áudio


A arte de fazer um áudio diferencial é um dos pontos principais que prendam o jogador ao game. Splinter Cell mantém o sistema de som rico e muito detalhista, sempre lembrando os pequenos aos grandes detalhes, como um barulho de um tiro, a um pingo de água.

As músicas são alteradas com freqüência de acordo com a situação, se você está lá, quetinho na sua e sem matar ninguém a música vai ser tranqüila, mais se algo de ruim acontecer, veremos a sua reação. Não da pra agir e escutar a música de adrenalina ao mesmo tempo, atrapalha o jogador em alguns casos.

A quantidade de diálogos é fantástica, exigiu muito dos dublês, que vão de sotaques estranhíssimos até orientais. E a melhor parte de tudo é a conversa do bom e velho Sam Fisher, suas conversas são hilárias e continuam sendo dubladas pelo ator canadense Michael Ironside.

Para nós, aqui do Brasil temos algo para se orgulhar. A trilha sonora eletrônica foi composta por Amom Tobin, que nasceu no Rio de Janeiro e agora reside em Londres.


Multiplayer


A maior mudança da série até aqui, o modo Versus em equipe, que também conta com as mesmas ações cooperativas, englobando o Deathmatch, Story (pequenos objetivos que colocam na briga entre mercenários e espiões, sendo que o primeiro deve obstruir a ação do segundo) e Disc (ganha quem coletar informações de um disco de dados).

O monstro do jogo é o CD-Key único para partidas online, Splinter Cell Chaos Theory tem no multiplayer o complemento ideal para dar vida nova ao game depois de terminada a campanha solo.

Há um CD-Key para o singleplayer e outro para o multiplayer. Para jogar o modo multiplayer você tem que criar uma conta na Ubisoft.com. Graças a isso, foram impedidas várias cópias.


Gráficos


Fisher possui os mesmos traços desde sua primeira versão. Mais agora a engine é a Unreal Engine 2.5. Chaos Theory apresenta um sistema de PS (Pixel Shader) 3.0.

As rochas refletem assim como a água. Quando a chuva bate no Fisher, ficam caindo os pingos, as paredes ficam molhadas dando uma impressão de que ela está escorregadia. A roupa do Fisher é incrível, cheio de acessórios. Quem não queria ter uma dessas? Há reações humanas como pegar um inimigo por trás ou até ficar sufocando o oponente até ele desmaiar.

Feito a base mais realista, os efeitos são suaves, tem cenários estreitos e uns grandões, mais ambos mostram alto teor de iluminosidade. As qualidades de água, fogo (Explosões), há também neblinas que tem horas que não da pra ver nada. A sombra dos personagens continua fiel a série, reproduzida com muito realismo.


Conclusão


A campanha solo junto com o multiplayer se mostraram a junção ideal para formar um par de sucesso, um game muito interessante e bem leve. Pega na maioria dos PC's atuais com grande performace. O modo Co-Op é bem legal e vai garantir horas de diversão com os seus amigos.

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Prós:

* Ação furtiva atualizada, mais precisa e cada vez mais diversificada e flexível;
* Sistema gráfico mais bonito;
* Multiplayer sensacional, que une uma ação cooperativa inédita;
* Pode-se completar missões de várias formas diferentes, fugindo a linearidade;
* Jogo continua inteligente e desafiador;


Contras:

* Impacientes, não joguem;
* Algumas vezes a IA chega a ser mais burra que uma porta;
* Se não fosse pela grande quantidade de objetivos, enredo realmente não impressionaria tanto;


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